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segunda-feira, 17 de setembro de 2018

"Jesus e o Sapateiro Martin"

Figura 1

          Esta é a história de Jesus e o sapateiro Martin.


Figura 2

          Era o dia antes da véspera de Natal. Martin tinha adornado a sua humilde sapataria com os melhores enfeites. Mas ele tinha muito desejo que o Senhor Jesus viesse visitá-lo.


Figura 3

         Naquela noite ele sonhou que no dia seguinte, na véspera de Natal, o Senhor iria visita-lo. Então se levantou bem cedo naquela manhã para colocar tudo em ordem na loja. Limpou a cada canto da loja de sapatos. Ele queria que tudo tivesse bonito e limpo para a visita de Jesus.


Figura 4

           Martin esperou toda a manhã; mas tudo o que aconteceu foi que, um idoso se aproximou e pediu para deixá-lo descansar por um tempo, ali. Martin reparou nos sapatos do idoso estavam muito desgastados. Após o velho beber um pouco de café, Martin deu-lhe um novo par de sapatos. Obrigado, Don Martin! Disse o velho feliz e assim ele continuou seu caminho. Estes são os melhores sapatos que tive em minha vida(pensando o idoso).


Figura 5

          Era meio-dia e o sapateiro estava esperando a visita de Jesus. Mas apenas uma mulher veio com roupas usadas, carregando seu bebê em seus braços. Don Martin sentiu muita pena dela e deu-lhe uma xícara de café com leite, ambos bem quente, e ainda algumas moedas. Ele até ofereceu um cobertor para embrulhar o bebê, porque era muito frio lá fora. “O Senhor te abençoe, meu bom homem!", disse ela, com lágrimas nos olhos, deixando a loja de sapatos.


Figura 6

          Já era tarde e o Senhor Jesus não tinha vindo para visitar o sapateiro. Martin, ele olhou para lá e para cá no final da rua, mas não viu Jesus. Ele só viu uma criança, de pé num canto, chorando. A criança esta perdida. Martin sentiu um pouco chateado porque tinha que deixar a loja de sapatos para ajudar o pequeno a encontrar sua casa. Talvez o Senhor Jesus apareça na loja de sapatos quando não estou, pensou
          Martin um pouco preocupado; mas ele não podia ficar sem ajudar a criança. E lá foi ele.


Figura 7

          Ao voltar para a loja de sapatos ele tinha certeza que havia estado lá o Senhor. Ele imaginou o que teria sido a chegada de Jesus. Martin teria aberto a porta, ele havia convidado para entrar, e teria servido café e pão com queijo. Depois que ele teria beijado as mãos e lavado os seus pés, e sentar-se para conversar com ele.


Figura 8

          Em seguida, ele ouviu uma voz em seu ouvido. "Martin, você não me conhece?" E em sua lembrança foi lhe aparecendo as imagens do idoso homem, da mulher com o bebê, e por fim da criança que estava perdida, todos sorrindo para ele. Em seguida, Martin percebeu que Jesus tinha lhe visitado três vezes naquele dia. Ele estava no velho homem com sapatos desgastados; Ele estava na mulher que carregava o bebê em seus braços; e Ele estava na criança perdida, e chorando.


Figura 9

          Martin percebeu que o que fazemos por amor dos outros é como se nós fizéssemos para Jesus. Naquela noite ele dormiu muito feliz. Ele foi visitado por Jesus através das pessoas que vieram à sua porta. Para o sapateiro Martin, aquele foi o melhor Natal.


         Mateus 25:40
          Jesus nos ensina a amar o nosso próximo. Ele leva em conta as coisas que fazemos em seu nome. Jesus não nos visita em pessoa; mas quando ajudamos os necessitados, é como se fizéssemos para Ele.
          Pense em algo que você pode fazer para ajudar seu vizinho. Não o faça pensando em obter uma recompensa, mas apenas por amor.

          História ilustrada "La Perlita 'com a tia Margaret / História adaptada do texto original por Ruben Saillenn


 

 

 

 

 

 

 

 


terça-feira, 27 de junho de 2017

"KIKI INQUIETO"

          História fictícia e ilustrativa que têm por objetivo ensinar sobre confiança e obediência a Deus.

          A Verdade Bíblica que deve ser ensinada e enfatizada é a Soberania de Deus e os textos bíblicos lidos e ensinados encontram-se em Mateus 6.25-33 e Mateus 10.29-31.


Dinâmica da história:

          O narrador da história deverá ficar com o boneco que representa o personagem Kiki e distribuirá aleatoriamente os demais elementos da narrativa às crianças, que participarão da narrativa, apresentando seu personagem, quando este for solicitado pelo narrador. Na medida que a história for contada, os rostos do boneco deverão ser trocados de acordo com as emoções correspondente a tristeza, choro, susto e alegria.
          Kiki inquieto era um menininho que vivia esperando que as piores coisas lhe acontecessem. Assentar-se? Kiki morria de medo pensando que a cadeira fosse quebrar. Toda vez que tentava andar de bicicleta, o medo era de cair. Então, Kiki caía mesmo. Ao chutar uma bola, tinha medo de destroncar o pé; e destroncava mesmo. Quando ia fazer prova na escola, tinha medo de não tirar boa nota. E tirava nota ruim!
Certa manhã, ao acordar, Kiki começou a ficar preocupado (como sempre): - Ih, vai chover! Começou a chover mesmo; inclusive dentro de seu quarto. Uma grande nuvem de tristeza veio e estacionou bem encima da cabeça dele. Pra onde ele fosse, Kiki levava a nuvem de tristeza junto. A mãe dele precisava ficar junto dele o tempo todo enxugando-o. quando ele ia comer, chovia tristeza no prato. Quando ele ia pra escola, chovia tristeza na escola também.
Um dia, penteando o cabelo, Kiki percebeu que um fio de cabelo ficou grudado no pente:
- Ai meu pai, estou frito! Estou ficando careca. Falou Kiki, afogando-se em lágrimas.
- se continuar assim, ficarei totalmente careca lá pelas quatro da tarde.
Desesperado, Kiki correu ao telefone e chamou o médico, a polícia, o corpo de bombeiros...tudo de uma só vez pedindo, chorando, gritando, querendo que viessem socorre-lo e salvar seus cabelos. Foi então que ele ouviu uma vozinha sussurrando:
-Tome vergonha, Kiki. Você está se preocupando à toa.
- Quem disse isso? Quem está? – Perguntava Kiki, agora inquieto com a voz que ele não sabia de onde vinha. Afinal, Além dele, não havia mais ninguém no quarto.
- Quem está aí?
- Sou eu, disse a voz.
- Eu quem? Onde está você? – Contorcia-se o inquieto Kiki.
- Estou aqui, veja, bem aqui, no seu pente; não está me vendo? Eu sou um fio de cabelo.
Assustadíssimo, Kiki olhou pro pente e viu um fio de cabelo pendurado nele. Kiki quase não acreditou no que via. Mas notou que o fio tinha uma grande número nas costas, como se estivesse vestido para jogar futebol:
- Que é isso aí nas suas costas? Um número? Por que isso?
- É, pode ler aí: Mateus 10.29-31, disse o fio de cabelo, diz que Deus sabe o número de cabelos que têm na sua cabeça, e que você não precisa mais se preocupar com isso. Claro que esta é a maneira de Jesus dizer que Deus ama muito a você e que cuida de você o tempo todo; fique sossegado!
Kiki pensou: - Como fui bobo em me preocupar, já que Deus está cuidando de mim. Kiki abriu um largo sorriso que iluminou todo o seu rosto, como acontece quando o sol nasce. A nuvem de tristeza? Desapareceu! 

(traduzido e adaptado por João Soares da Fonseca de “Story Sermons For Children”) 


Material utilizado no visual da história:

Eva e barbante: boneco, telefone e pente
Impressão colorida de imagens tiradas da INTERNET; papel cartão preto e palito de churrasco: cadeira, escola, bola, comida, nuvem, bicicleta, médico, policial, bombeiro e a mãe.














de http://odinete.blogspot.com.br