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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
domingo, 28 de outubro de 2018
quinta-feira, 16 de agosto de 2018
"O Apóstolo Judas (Tadeu)"
“Perguntou-lhe Judas (não o Iscariotes):
O que houve,
Senhor,
que te hás de manifestar a nós,
e não ao mundo?”
João 14:22
Judas (gr. IoudaV, Ioúdas, heb. Yhudah, Judá), filho de Tiago (Lucas 6:16), também chamado Lebeu (gr. LebbaioV, Lebbaios) e apelidado Tadeu (gr. QaddaioV, thaddaios, aram. thaddai) (Mateus 10:3).
O que fez seu nome constar em outra passagem do Evangelho de João (e em nenhum outro lugar, nos evangelhos sinóticos) foi sua pergunta ao Senhor Jesus, registrado pelo escritor da seguinte forma: “Disse-lhe Judas, não o Iscariotes: Senhor, por que pretendes manifestar-te a nós, e não ao mundo?” (João 14:22); ao que o Senhor lhe respondeu: “Se alguém me amar, guardará a minha palavra.
"Meu Pai o amará, e viveremos para ele e nele faremos morada.” (João 14:23). O cenário que envolve a passagem é a última ceia; o palco, a roda de discípulos à mesa; ao final da ceia. Jesus instrui seus discípulos acerca do futuro, da promessa do Espírito Santo, o ensinamento de amar a Cristo e guardar seus ensinamentos (João 14:21).
"De onde vens, Senhor, e quais teus planos?
E teus intentos, quem conhecerá?
Nós te seguimos já faz quase quatro anos
Inda há mistérios que nos falta alcançar
A isto Cristo respondeu:
Se alguém me ama, ouça bem, Judas Tadeu:
Minhas palavras guardará, meu Pai o amará
E eu o amarei e junto a ele habitarei
Meu Pai com ele para sempre há de morar."
(Guilherme Kerr Neto)
A pergunta de Judas provocou no Senhor o desejo de instar com os discípulos a perseverança em segui-lo, mesmo em face do que brevemente ocorreria: a traição, prisão, julgamento, negação de seu discípulo Pedro, sentença e morte. Diante dos ensinamentos do Mestre e de sua consolação através de Seu Espírito, Judas prosseguiu em direção ao alvo, mostrando ser realmente o discípulo perseverante.
de http://www.universidadedabiblia.com.br
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
"O Apóstolos João"
“Ora,
achava-se reclinado sobre o peito de Jesus um de seus discípulos,
aquele a quem Jesus amava.”
João 13:23
O corriqueiro nome João provém do grego IwannhV, Ioannes, que por sua vez adveio do hebraico Yohanan (2 Rs 25:23), “Yahweh é benigno” (Glossário de Nombres Bíblicos. Enlow, Jack. Casa Bautista de Publicaciones, USA, 1986, p.58), “Graça ou favor de Deus” (Pequena Enciclopédia Bíblica, Boyer, Orlando. Inst. Bibl. A. D., SP, 1966, p.429).
Filho de Zebedeu, irmão de Tiago, recebeu com este irmão o nome de Boanerges (Filhos do trovão) da parte de Jesus (Mc 3:17). Foram convocados, ao que se indica, após Pedro e André, sendo companheiros de Simão e também pescadores. Estando num barco com o pai, consertando as redes, deixaram tudo imediatamente e seguiram a Jesus (Mt 4:21, Mc 1:19). Parece ter sido de uma próspera família, pela presença de empregados junto ao ofício de seu pai (Mc 1:20).
Figurava na lista dos doze (Mt 10:2) acompanhando sempre a Jesus com Tiago e Pedro, como na transfiguração (Mt 17:1), na cura da sogra de Pedro (Mc 1:29), da filha de Jairo (Mc 5:37) e no Getsêmani (Mt 26:37).
Proibiu certo homem que expulsava demônios por um impulso faccionista, sendo censurado por Jesus (Lc 9:49,50). Desejou com seu irmão que descesse fogo do céu para consumir samaritanos que não receberam a Jesus (Lc 9:51-56), assim como ambicionou assentar-se com seu irmão ao lado de Jesus em tronos (Mt 20:21).
Este discípulo “…a quem Jesus amava, estava reclinado no seio de Jesus” (Jo 13:23, 19:26, 21:20), assistiu ao julgamento (Jo 18:16) e crucificação (Jo 19:26) do Senhor. Jesus entregou sua mãe Maria aos seus cuidados (Jo 19:27). Foi o primeiro a chegar ao sepulcro de Cristo (Jo 20:4), sendo um dos primeiros a contemplar a evidência maravilhosa da ressurreição: o túmulo vazio.
"Ah! estou tão triste pois perdi o meu amado
Ah! se Ele me visse tão sozinho neste estado
Eu que sempre estive no seu peito debruçado
Deus, ó Deus me assiste pois me sinto perturbado!
Vem de lá de longe a correr Joana e Marias
Mal eu posso crer no que me acabam de contar:
“João, teu mestre é vivo, Ele é mesmo o Messias
Não chores mais, esquece a dor
O teu amado ressuscitou!”
(Guilherme Kerr Neto)
Após o Pentecostes, com companhia de Pedro ia ao templo, efetuou uma cura (At 3:1) e apresentou-se perante o sinédrio (At 4:13,19). Apesar de “…iletrado e indouto…” (At 4:13) era intrépido no falar, pelo poder Daquele que o usou junto com Pedro para realizar a cura do coxo de nascença à porta Formosa, a fim de esmolar (At 3:2).
Pastor da Igreja de Éfeso, foi levado para a ilha de Patmos, no Egeu, em tempos de dura perseguição, aparentemente ao mesmo tempo em que o apóstolo Pedro fora crucificado e Paulo decapitado. Escreveu as Revelações (Livro de Apocalipse) em 95 d.C, relatando as visões e profecia recebidas ali naquela solitária ilha. Presume-se ainda ter sido o autor do Evangelho e das três epístolas que levam seu nome. É o apóstolo do amor (1 Jo 4:8,11).
de http://www.universidadedabiblia.com.br
"O Apóstolo Filipe"
“Disse-lhe Felipe:
Senhor,
mostra-nos o Pai,
e isso nos basta..”
João 14:8
Seu nome, derivado do grego FilippoV, Phílippos, tem a curiosa significação “amigo dos cavalos”. No dia que se seguiu ao do encontro de Simão Pedro com Jesus, Felipe foi encontrado na Galileia pelo Senhor, que lhe disse as simples palavras: “Segue-me” (Jo 1:43).
Conterrâneo dos irmãos André e Pedro, ou seja, de Betsaida da Galileia, após ouvir o impressionante chamado de Cristo, foi ao encontro de Natanael, apresentando a Jesus através de uma afirmativa específica e detalhada: “Achamos aquele de quem Moisés escreveu na Lei, e a quem se referiram os profetas: Jesus de Nazaré, filho de José” (Jo 1:45).
Talvez Felipe estivesse querendo dizer: “Sim, eu encontrei o Profeta (de quem Moisés escreveu na Lei), o Messias (a quem se referiram os profetas)! Verifiquei bem cautelosamente e Jesus de Nazaré se encaixa perfeitamente às predições!”. O prático Filipe podia crer apenas naquilo que era perfeitamente analítico e comprovável. Diante do confuso e atônito amigo, Felipe novamente apela para a inspeção comprobatória: “Vem, e vê.” (Jo 1:46).
Quando da multiplicação dos pães, Felipe soube calcular acuradamente o necessário para a multidão, mas já não pôde crer no que fugia a seu raciocínio (Jo 6:7). O mesmo ocorre na ocasião em que os gregos procuram a Jesus (Jo 12:20-22). Leva-os a André, pois não sabe como se comportar diante do seguinte dilema: “Deveríamos levar gentios ao Mestre?”
André com simplicidade promove o encontro das nações com Jesus, num prelúdio às missões universais comissionadas pelo Senhor, que já na ocasião afirmou: “Mas eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim” (Jo 12:32).
Também Filipe em sua praticidade, desejando que Jesus mostrasse-lhes o Pai, pois isto lhes bastaria, extrai do Senhor a maravilhosa sentença: “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14:9). A partir daí vemos este apóstolo na lista dos que se achavam no cenáculo (Jo 1:13-14), após a ascensão de Cristo.
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quinta-feira, 9 de agosto de 2018
"O Apóstolo Mateus
viu sentado na coletoria um homem chamado Mateus,
e disse-lhe:
Segue-me.
E ele,
levantando-se,
o seguiu.”
Mateus 9:9
Mateus é a transliteração do nome grego MaqqaioV, Matthaios, do aramaico Mattai, que tem origem no hebraico Matan’yah (2 Rs 24:17), “o dom de Yahweh” ou “presente de Deus”). Em Mc 2:14 é chamado Levi (gr. Leui, Leui), filho de Alfeu. Em Lc 5:27 relata-se seu nome e ofício.
É identificado como publicano já em Mt 9:9,10: “E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na coletoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: ‘Segue-me’. E ele, levantando-se, o seguiu. E aconteceu que, estando ele em casa sentado à mesa, chegaram muitos publicanos e pecadores, e sentaram-se juntamente com Jesus e seus discípulos.”.
É assim que é identificado na lista de Mt 10:3: “…Mateus, o publicano…”. Por ser publicano era rejeitado pelo seu povo, os judeus. Os romanos criaram um sistema de concessões na cobrança de impostos, que, nos dias de Cristo, já completava duzentos anos de operação, atendendo às necessidades do império.
A pesada tributação era intolerável, até mesmo mais ainda por ser imposição de uma potência estrangeira. Além dos impostos cobrados por Roma, havia os de Herodes. O magistrado romano franqueava uma área ao coletor de impostos que se encarregava de arrecadar os devidos impostos. O que detinha a franquia cobrava do povo valores superiores aos estipulados.
Não por pouco o povo odiava os publicanos, cobradores de impostos. Não poderiam aceitar um compatriota arrecadando impostos em detrimento do povo para uma nação usurpadora. Dentro deste ambiente, Mateus, o Levi publicano, odiado, visto como terrível traidor da nação, não apenas recebe a aproximação do Senhor mas também seu maravilhoso e inescusável chamado, ao qual prontamente atende!
Todos falam de mim: “Lá vai Mateus
sujo ladrão, dinheiro na mão
cobrando os impostos, taxando aos judeus”
E reclamam de mim: “Lá vai Mateus
falso irmão, traindo a nação
jogando por Roma à custa dos seus…”
Quem me conhece por dentro
Sabe a alegria que em mim se instalou
Jesus Nazareno chamando, sereno:
“Vem já, vem me seguir”
Vale bem mais a eterna riqueza
que a graça me dá
Rico por dentro, aos outros atento…
eu vou Cristo seguir!
(Guilherme Kerr Neto)
Como impulso de agradecimento por sua aceitação da parte do Mestre, Mateus providencia “…um grande banquete em sua casa; e havia ali uma multidão de publicanos e outros que estavam com eles à mesa.” (Lc 5:29), registrado pelo próprio autor com a devida parcimônia (Mt 9:10-13), em sua humildade de um Levi transformado pelo maravilhoso encontro com o Mestre Jesus.
Autor do Evangelho que leva seu nome, escrito em hebraico. Fora enviado como apóstolo (Lc 6:15) e tem seu nome nas quatro listas dos apóstolos (Mt 10; Mc 3; Lc 6; At 1). Segundo a tradição, após o período em que pregou aos judeus, seu povo, foi para outras nações, tendo em Etiópia o centro de seu trabalho. Segundo alguns escritores teve a morte de um mártir.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
sábado, 2 de setembro de 2017
"O APÓSTOLO TIAGO"
disseram:
Senhor,
queres que mandemos descer fogo do céu
para os consumir?”
Lucas 9:54
Possivelmente tinha certa posição, pois seu pai tinha empregados em seu ramo de trabalho, a pesca (Mc 1:20). Deixando seu pai com os “jornaleiros” (diaristas), seguiu a Jesus com seu irmão, aos quais o Senhor chamou de BoanhrgeV, Boanerges, que quer dizer “filhos do trovão” (Mc 3:17).
Esteve na sinagoga de Capernaum (Cafarnaum), num sábado, ouviu os ensinos do Mestre, maravilhando-se da sua doutrina, presenciando a expulsão do espírito imundo de certo homem por Jesus (Mc 1:21-28). Esteve na casa de Pedro, quando da cura de sua sogra (Mc 1:29-30). Sua mãe pediu que ele e seu irmão pudessem assentar com Jesus no seu trono (Mt 20:20-28).
"Dá-me, Senhor, o privilégio
de entrar para a história
assentando-me ao lado teu
à tua direita na glória
“Não sabes que pedes Tiago
pesada e terrível taça
O cálice é muito amargo
é vida que se espedaça
É trigo moído ao pó
é uva tornada em vinho
Trilhada sem ter nem dó
é pássaro só, sem ninho…
Tu queres passar por isso:
a cruz, solidão, vergonha?
Tu queres seguir a Cristo?
Desprezo, desdém, peçonha?
Tiago, menino mimado,
Boanerges, meu filho querido
É a espada de Herodes teu fado
Primeiro entre tantos feridos.”
(Guilherme Kerr Neto)
Perguntou, com seu irmão João ao Mestre Jesus se queria que ordenassem que descesse fogo do céu para consumir os samaritanos, que não receberam Jesus (Lc 9:54).
Testemunhou privilegiadamente a ressurreição da filha de Jairo (Mc 5:37); a agonia do Getsêmani (Mt 26:37); a transfiguração (Mt 17:1) e a pesca miraculosa (Lc 5:10). Após a ressurreição de Cristo, encontra-se junto ao Tiberíades (Mar da Galiléia) com “…Simão Pedro e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael…e outros dois dos seus discípulos.” (Jo 21:2).
Tiago e seu irmão são identificados com “os filhos de Zebedeu” nesta passagem . Ali o Senhor ressurreto se manifesta a estes. Encontra-se no cenáculo perseverando em oração e súplicas, junto com os outros (At 1:13). Morre à espada por ordem de Herodes Agripa I, que “…estendeu suas mãos sobre alguns da igreja, para os maltratar…” (At 12:1,2), o que teria ocorrido possivelmente em 42 d.C.
de www.universidadedabiblia.com.br
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
terça-feira, 15 de agosto de 2017
"O APÓSTOLO ANDRÉ"
“André,
irmão de Simão Pedro,
era um dos dois que ouviram João falar,
e que seguiram a Jesus.”
João 1:40
Seu nome deriva do grego AndreaV, Andreas, e, em última análise, de anhr,anér, ou “homem, varão, varonil, vencedor”. Originalmente discípulo de João Batista (João 1:35), através do testemunho deste a respeito de Jesus, em que afirmava ser Ele o “Cordeiro de Deus” (João 1:36), foi conduzido ao Mestre, que passou a seguir.
André não se demora a levar as pessoas a Cristo, e a primeira coisa que fez após passar o dia com Jesus, foi informar a seu irmão Pedro sobre este encontro, dizendo: “Achamos o Messias”. André convence a seu irmão do aspecto messiânico de Jesus. Simão Pedro tem então um encontro com Cristo.
Natural de Betsaida (gr. Bhqsaida, Bethsaidá, do heb. Casa de Pesca; João 1:44), cidade à beira do Tiberíades, era conterrâneo de Filipe (João 1:44), filho de João (João 1:42) e tinha por ofício a pesca. Parece ter sido o primeiro apóstolo a ser chamado por Jesus.
Fora vocacionado juntamente com seu irmão, quando, às margens do mar da Galileia, “…lançavam redes ao mar, pois eram pescadores” (Marcos 1:16). Assim Jesus os convida a serem pescadores de homens.
Comissionou-o posteriormente ao apostolado (Mateus 10:2). Outro incidente que faz seu nome ser relatado é o da multiplicação dos pães (João 6:1-15). Ali André leva mais um a Cristo. Desta vez um rapaz, que com seus cinco pães de cevada pequenos e dois peixinhos, parecia ser uma esperança para André. Felipe se esbarrou em sua intransponibilidade pragmática e frieza calculista, não podendo oferecer mais do que um empecilho à fé indispensável para a operação daquela maravilha.
André apresenta o que tinha à mão, embora não visse a resolução do impasse. Mas, ao levar aquilo que tinha, proporcionou ao Mestre uma das maravilhosas demonstrações de seu poder e amor. André reconhece o valor de um menino que dá o seu pequeno lanche ao Senhor e sabe que se levá-lo ao Mestre, algo acontecerá. E foi conforme sua fé.
“Que será pra tanta gente
um menino, peixe e pão?!”
Para André, suficiente:
viu em Cristo a solução.
Guilherme Kerr Neto
Ainda o veremos resolvendo mais um impasse. Uns gregos, que vieram adorar no dia da festa, desejavam ver o Mestre e aproximaram de Filipe. O prático apóstolo Filipe, não sabendo como conduzir a situação, leva-os a André, que generosamente os leva ao encontro de Jesus. André mais uma vez leva almas ao encontro de Jesus Cristo. Primeiro, seu próprio irmão, depois o menino, agora são os gentios, levados com amor pelo “pescador de homens”.
Segundo tradições conservadas por Eusébio e o apócrifo “Atos de André”, teria ele pregado em Bitínia, na Cízia, na Macedônia, e na Acaia, onde talvez tenha sido crucificado em Patrasso, por ordem do procônsul Eges, na cruz decussata, em forma de “X”, posteriormente chamada de cruz de Santo André.
A última vez que vemos registrado o nome deste apóstolo na Bíblia (Atos 1:13) o encontramos perseverando “…em oração e súplicas…”, junto com os outros apóstolos e irmãos, no interior do cenáculo, aguardando o Pentecostes, onde seria cheio do Espírito para continuar a levar mais e mais almas ao encontro de Jesus.
de Universidade da Bíblia ®
quarta-feira, 19 de julho de 2017
segunda-feira, 17 de julho de 2017
Dinâmica - "Os doze Apóstolos"
Objetivo:
Conhecer um pouco mais sobre os apóstolos de Jesus.
Participantes:
12 alunos.
Tempo Estimado:
20 minutos.
Material:
Figuras dos doze apóstolos (imprimir em papel A4),
tesoura,
cola bastão,
lápis,
Bíblia.
Descrição:
O Evangelizador deverá, antecipadamente, confeccionar os ''dedoches'' dos 12 apóstolos: dobrando cada figura ao meio e depois as duas abas laterais, que devem ser coladas para dentro. Deverá distribuir um ''dedoche'' de apóstolo para cada aluno para que ele descubra quem é o apóstolo citado através do texto. Se necessário, poderá utilizar a Bíblia para consulta. Depois o aluno deverá escrever o nome do apóstolo no dedoche e apresentá-lo para a turma.
Comentário:
"E,
quando amanheceu,
chamou a si os seus discípulos
e escolheu doze dentre eles,
aos quais deu também o nome de apóstolos:
1.Simão,
a quem acrescentou o nome de Pedro,
e 2. André,
seu irmão;
3. Tiago
e 4. João;
5. Filipe
e 6. Bartolomeu;
7. Mateus
e 8.Tomé;
9.Tiago,
filho de Alfeu,
e 10. Simão,
chamado Zelote;
11. Judas,
filho de Tiago,
e 12. Judas Iscariotes,
que se tornou traidor."
Lucas 6:13-16

segunda-feira, 10 de julho de 2017
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