terça-feira, 18 de março de 2025
"Jesus é o nosso jardineiro!"
- Só floresce quem tem um bom Jardineiro...
- Você pode estar vivendo o pior inverno da sua vida, mas se você estiver de olho no Jardineiro
e vestir o Sol da Justiça, você viverá a melhor estação.
- Você pode florescer em qualquer estação.
- Ele plantou um jardim no Éden
- Ele orava no jardim
- Ele foi traído no jardim
- Ele foi preso no jardim
- Ele foi sepultado no jardim
- Ele ressuscitou ao terceiro dia no jardim
Então declare: A minha casa vai florescer em Deus!
"O Senhor te guiará continuamente,
fartará a tua alma até em lugares áridos
e fortificará os teus ossos;
serás como um jardim regado
e como um manancial cujas águas jamais faltam"
Isaías 58:11
- Santo, Santo, Santo é o Senhor dos Exércitos! Toda a Terra está cheia da Tua Glória!!!
Ivone
segunda-feira, 6 de maio de 2024
"A Fé que Cura "
Quando abordamos o tema das feridas e da cura, frequentemente associamos isso às doenças físicas em primeiro lugar. Embora não minimizemos a importância delas, as feridas mais profundas que enfrentamos hoje residem no âmago de nosso ser. Algumas dessas feridas permanecem abertas ou superficialmente cicatrizadas, embora, na realidade, estejam longe de serem verdadeiramente curadas. Periodicamente, essas feridas voltam a sangrar, causando dor, porque não foram tratadas em sua profundidade. Muitas vezes, um novo evento desencadeia essa dor. A pergunta que surge é: Você acredita sinceramente que está completamente curado?
Com quem compartilhamos nossas feridas e dores? O processo de cura começa com a comunicação, pois é por meio dela que muitas vezes reconhecemos que algo está errado em nosso interior. Conversamos com amigos e pessoas próximas, o que nos proporciona um alívio imediato, fazendo-nos sentir mais leves, como se estivéssemos curados ao expor nossas feridas. No entanto, com o tempo, a dor ressurge, a "casca" que se formou sobre a ferida se desfaz, e continuamos a sofrer, magoados. Em algumas situações, essas feridas são tão profundas que, se não forem tratadas de maneira adequada, podem tornar-se um verdadeiro "câncer" em nossas vidas.
Lembremos das pessoas que estavam feridas e buscavam a cura, enfrentando diversos obstáculos para chegar até Jesus, muitas vezes apenas para tocar Nele no meio da multidão. O que todas essas pessoas tinham em comum? Eu vou te dizer: elas tinham FÉ e um desejo ardente de serem curadas.
As Escrituras nos apresentam exemplos de pessoas afligidas pela lepra, cujas vidas eram marcadas pela escuridão, dor e sofrimento que persistiam por anos. Essas pessoas acreditaram que bastava um toque em Jesus para alcançar a cura. Também encontramos relatos de pessoas que tinham falecido, mas a fé fervorosa de seus familiares movia o coração de Jesus à compaixão, resultando em sua ressurreição. A fé dessas pessoas não apenas surpreendia Jesus, mas também desencadeava Sua compaixão, e, em última instância, sua própria fé as salvava.
Aqui, convido você a refletir sobre o significado de possuir fé e desejar a cura. A fé serve como alicerce sólido para a esperança e a evidência para aquilo que não podemos ver. O desejo de ser curado é uma decisão que está inteiramente em suas mãos. Significa ser capaz de olhar para o interior, reconhecer suas feridas e dores, compreender que é necessário dar o primeiro passo e buscar o toque de cura nas vestes de Jesus.
Frequentemente, é necessário deixarmos de lado a posição de vítimas e assumirmos o papel de protagonistas de nossas próprias vidas e histórias. Isso envolve a capacidade de perdoar a si mesmo e perdoar aqueles que possam ter causado feridas. Significa entregar o controle de nossas vidas de uma vez por todas àquele que pode conduzi-las sem tentar retomar o controle ou manipular as situações. É compreender que Jesus age de acordo com Seu plano, não necessariamente de acordo com o nosso. É aceitar que, muitas vezes, passamos por processos dolorosos para nos moldar de acordo com a vontade e os propósitos Dele.
Quando compreendemos que nosso Pai celestial está sempre conosco, que Ele conduz as situações de maneira diferente do que esperamos e que somente Ele pode nos curar de dentro para fora, nossas feridas começam a cicatrizar. No entanto, isso requer vontade e disposição. Precisamos entregar nossas vidas e compartilhar nossas dores e feridas da alma com nosso Pai em momentos íntimos e pessoais. Devemos nos perdoar e liberar o perdão, uma mudança de postura e atitude.
Se tivermos a fé que muitos homens e mulheres demonstraram, apenas um toque nas vestes de Jesus pode resultar em cura definitiva. Ele está sempre à nossa espera! Lembre-se sempre de que temos um Pai zeloso, gentil e amoroso, de braços abertos para nos acolher. Não espere até se sentir santificado para entrar em Sua presença; Ele está pronto para nos receber a qualquer momento.
Com carinho Hellen Feitosa ( Ministério Mulheres de Força)
"A disposição e a permissão para receber a cura "
O Senhor deseja elevar nosso nível de maturidade e fé naquilo que Ele pode fazer em nós e através de nós. Ele tem nos chamado como indivíduos, como igreja e corpo de Cristo para viver um novo tempo de relacionamento e profundidade. E para que isso possa ser real é necessária uma nova entrega de nossa parte, um novo comprometimento com o senhor e uma movimentação intencional de permissão para o toque do nosso Pai.
Precisamos compreender que é chegado um tempo de avanço e o Pai tem buscado filhos maduros para participar daquilo que Ele está liberando. Se faz necessário deixarmos de buscar o básico, os elementos fundamentais e buscarmos ter maturidade em nosso relacionamento com o Senhor. Isso nos levará a visitar muitas vezes lugares de dor e de feridas escondidas. Mas a cura precisa necessariamente de que haja um movimento nosso de permissão.
Jesus tem a cura disponível para todos nós, porém precisamos permitir que Ele toque em nós, que Ele acesse os locais profundos que estão escondidos e guardados dentro da nossa alma. Temos um exemplo na história de Jacó e de seu encontro com um Homem. Jacó sabia que aquela era a oportunidade que teria para alcançar a benção que sempre buscou - a cura sua alma.
Jacó havia prosperado na Terra, construído uma grande família para si, possui servos, gado e bens em grande quantidade, mas ainda buscava uma plenitude de vida. A oportunidade surgiu quando ele sozinho, no secreto, no íntimo, encontrou um Homem que possuía o poder de o abençoar. E naquela noite ele tomou uma decisão: “Desejo e lutarei por isso hoje”. O Senhor o tocou, curou a ferida gerada e deu um novo propósito a ele. E seu nome foi mudado para Israel pois ele havia lutado com Deus e com os homens e havia vencido.
Precisamos lutar e estar disponíveis a receber a nossa cura, ir ao lugar de encontro e buscar Aquele único capaz de liberá-la para sobre nós. O lugar de encontro é aquele onde deixamos toda a rotina, todos os detalhes ordinários da nossa vida e descansamos.
A palavra também vai nos contar a respeito das irmãs Marta e Maria, que recebem Jesus e seus discípulos em sua casa. Na ocasião Maria se senta aos pés de Jesus para ouvi-lo e ensinar e apreciar Sua presença. Marta, incomodada por estar correndo sozinha com os afazeres, questiona Jesus e pede para que mande sua irmã ajudá-la e sair do lugar onde estava “apenas” sentada.
Jesus com todo o amor exorta Marta dizendo que ela estava muito preocupada e apenas uma coisa importava. Bing quanto a Maria ele disse que escolheu a melhor parte e aquilo que ela estava recebendo naquele momento não seria retirado dela.
A cura é liberada em nosso encontro com Ele e não poderá ser tirada de nós. O conhecimento e reconhecimento de nossa identidade, que descobrimos durante esse momento de encontro, não poderá ser tirado de nós. A paz de ouvi-lo falar conosco e nos revelar os mistérios de Seu coração não poderá ser tirado de nós.
Reflexões:
O quanto eu estou disposta a viver uma vida sobrenatural?
O quanto eu estou disponível para o toque do Senhor?
Quanto das minhas forças tenham entregado neste lugar de encontro?
Se Deus te perguntasse qual a cura que você quer hoje? O que pediria?
Você está disponível para receber a cura?
Com carinho Hellen Feitosa (Ministério Mulheres de Força)
sábado, 4 de maio de 2024
"Feridas Paternas e Maternas"
Palavras Lançadas
Precisamos trazer à luz do Espírito Santo nossas feridas emocionais. A cura não pode ser experimentada totalmente até que identifiquemos a ferida.. Enquanto mantivermos essas feridas escondidas, elas continuarão a corroer nossas almas.
Sabemos que as famílias são uma parte importante do plano do Pai Celestial para nós mesmos; mesmo assim, todos nós experimentamos conflitos eventuais em nossas famílias. Até mesmo as Escrituras estão repletas de conflitos e famílias disfuncionais: Caim e Abel, Esaú e Jacó, José e seus irmãos, Raquel e Jacó e muitos outros.
Desentendimentos nas relações familiares podem surgir de expectativas não atendidas, palavras duras ditas com raiva, mal-entendidos, promessas quebradas ou até mesmo falta de empatia. E nesses momentos pode ser difícil saber como resolver o conflito e perdoar uns aos outros, principalmente porque fomos feridos por aqueles que mais amamos. Guardar essas dores pode trazer consequências para nossa saúde física, mental e espiritual, tais como ansiedade, padrões de pensamento negativo, depressão, etc.
Por que eles nos feriram? Talvez eles não tenham sido curados de suas próprias feridas, talvez tenham feito escolhas erradas e quem sabe eles nem tenham percebido que estavam ferindo seus filhos, afinal, até mesmo pais com as melhores das intenções podem acidentalmente machucar seus filhos de alguma forma. Talvez hábitos tóxicos que eles tenham adquirido ou maus exemplos parentais que testemunharam.
Quebre em nome de Jesus esse ciclo de feridas, permita-se ser curada, porque quando uma mulher é curada sua geração é curada também, não repita os mesmos ciclos com seus filhos, não passe sua ferida adiante, não sangre em cima de quem não tem nada haver com a sua dor.
Mas a boa notícia é que o perdão verdadeiro é possível por meio de Jesus Cristo. Se existe alguém que entende o que é preciso para perdoar até a afronta mais dolorosa é o Salvador, que perdoou àqueles que o pregaram na cruz. E quando entendemos as recomendações para sermos misericordiosos, longânimes e abundantes em bondade e em verdade, e ponderamos sobre a promessa do Senhor de que sempre podemos ser perdoados se continuarmos a voltar para Ele e buscar o arrependimento, sempre seremos capazes de encontrar em nosso coração a capacidade de perdoar os outros.
O perdão requer tempo e paciência, mas com o tempo pode se tornar realidade por meio da graça e misericórdia do Salvador. Decida amar como se nunca tivesse sido ferido, e a tua recompensa virá. O perdão é capaz de curar, a falta dele é capaz de adoecer.
É fundamental também aprender a se amar. Quando se trata de perdoar os outros membros da família, às vezes nosso foco precisa mudar de perdoar os outros para amar a nós mesmos. Um dos grandes mandamentos que o Senhor deu é amar o próximo como a si mesmo. Porque, se você não se ama, pode ser difícil compartilhar o amor genuíno com os outros, como você vai poder amar os outros se você não ama a si mesma.
Reflexões:
1. Ore ao Espírito Santo para que Ele te ajude a obter discernimento e revelação sobre tuas feridas emocionais Escolha uma ferida e decida perdoar. Comece com algo pequeno e trabalhe em direção às dores mais profundas.
2. Revise uma ferida que você está lutando para que cicatrize e não está conseguindo. Reflita sobre o que você sentiu ao ser ferido e como isso impactou seus relacionamentos. Ore para a pessoa que te feriu e peça a Deus para te ajudar a perdoar.
3. Peça ao Senhor para que Ele te revele quem você é e deixe que Ele, e não a tua dor, reine sobre você.
4. Em qual área você sente mais dificuldade de ser transformada e curada.
5. O que essa ferida está impedido você de realizar ou conquistar?
Com carinho Hellen Feitosa ( Ministério Mulheres de Força)
segunda-feira, 29 de abril de 2024
"Construindo um Relacionamento com Deus no secreto"
Em nosso mundo atual, somos constantemente bombardeados por distrações que moldam nossas prioridades de forma mundana desde cedo. Muitas vezes, vivemos sem compromissos de longo prazo e sem intencionalidade em nossas ações.
A distração tem o poder de desviar nosso foco do propósito, dos relacionamentos, do convívio, dos sonhos e do planejamento. Pode parecer um exagero, mas não é. As distrações estão por toda parte, incessantemente nos puxando para esse lugar onde a falta de foco preenche nosso tempo ocioso, proporcionando prazer e conforto, nos mantendo em um estado de espera constante e fazendo-nos perder o controle de nossas vidas.
É importante reconhecer que a distração também pode desencadear a liberação de dopamina, um neurotransmissor que desempenha um papel crucial na transmissão de informações do cérebro para diversas partes do corpo. A dopamina é conhecida como um dos "hormônios da felicidade" e quando é liberada, experimentamos a sensação de prazer.
Não estamos sugerindo que a distração seja intrinsecamente negativa, mas sim que o excesso dela pode nos prejudicar. Por exemplo, é comum nos vermos distraídos por uma mensagem rápida no celular que, de repente, leva-nos a conferir as redes sociais, e quando percebemos, perdemos muito mais tempo do que pretendíamos, prejudicando compromissos e prazos.
Infelizmente, a distração muitas vezes nos impede de manter a constância em áreas importantes de nossas vidas, como o tempo dedicado à nossa espiritualidade. Quando eliminamos as distrações, podemos ser mais intencionais em todos os aspectos de nossa vida.
A questão da constância também é relevante. Muitos de nós enfrentam dificuldades em manter a constância em nossos momentos de espiritualidade devido à falta de compreensão de que isso é uma forma de adoração racional a Deus. Mesmo quando não estamos motivados, escolhemos continuar, por obediência, amor e escolha consciente.
Precisamos transcender o aspecto emocional quando se trata de manter a constância em nossa vida espiritual e adotar uma abordagem racional. Mesmo quando a vontade não está presente, continuamos porque escolhemos construir um relacionamento com Deus, até que o tempo dedicado a Ele nos satisfaça tanto que será difícil sair desse momento de intimidade.
Portanto, convidamos você a retornar ao lugar onde a presença do Abba, nosso Pai, é suficiente. Voltamos ao propósito inicial, que remonta a Gênesis e perdura até hoje: o nosso relacionamento com Deus. Este relacionamento não é apenas o de servo e Senhor, mas de filhos para com o Pai.
Ao cultivarmos esse relacionamento íntimo com nosso Pai em momentos de intimidade espiritual, vemos Deus remover as imperfeições de nosso caráter, emoções e personalidade que foram moldadas pelo mundo e pela cultura. O mundo, segundo a Bíblia, jaz no maligno, e tudo o que o mundo oferece é morte, engano e distorção da nossa verdadeira identidade.
No entanto, na presença do Pai, encontramos destino, aceitação e cura. Podemos afirmar com confiança que somos amados, escolhidos e verdadeiramente filhos de Deus. Portanto, não negocie mais com sua consciência e sua rotina; priorize seu relacionamento com Ele. Quanto mais nos relacionamos com nosso Pai, mais nos tornamos semelhantes a Ele.
Reflexão:
Você tem dificuldade em priorizar Deus em sua rotina diária? Se tua resposta for afirmativa, o que mais te distrai?
Como pode ser mais intencional em seu propósito com Deus, considerando que o tempo de devoção é uma questão de disciplina racional e não apenas de vontade emocional?
Quanto tempo você passa lendo a Bíblia? Quanto tempo você passa no celular ou televisão?
Qual o nome da sua distração?
O que você pretende fazer para eliminar suas distrações e priorizar seu tempo com Deus?
😉 Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer não.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer não.
quarta-feira, 29 de março de 2023
"O que as Mulheres da Bíblia falaria para você hoje"
"Deus respondeu aos apelos da criança
e o anjo de Deus chamou Agar,
desde o céu:
“Que tens tu,
Agar?
Nada receies!
Porque Deus ouviu o menino,
ali onde ele está.
Vai,
pega no teu filho
e consola-o,
porque os seus descendentes hão de constituir uma grande nação.”
Naquela altura,
Deus abriu-lhe os olhos
e viu um poço,
mesmo ali.
Pôde então encher de água a vasilha
e dar de beber ao filho."
Gênesis 21. 17 a 19
"Então disse o Senhor:
“Voltarei a você na primavera,
e Sara,
sua mulher,
terá um filho”.
Sara escutava à entrada da tenda,
atrás dele.
Abraão e Sara já eram velhos,
de idade bem avançada,
e Sara já tinha passado da idade de ter filhos.
Por isso riu consigo mesma,
quando pensou:
“Depois de já estar velha
e meu senhor já idoso,
ainda terei esse prazer?”
Mas o Senhor disse a Abraão:
“Por que Sara riu
e disse:
‘Poderei realmente dar à luz,
agora que sou idosa?’
Existe alguma coisa impossível para o Senhor?
Na primavera voltarei a você,
e Sara terá um filho”."
Gênesis 18. 10 a 13
"E sucedeu que,
passado algum tempo,
Ana concebeu,
e deu à luz um filho,
ao qual chamou Samuel;
porque,
dizia ela,
o tenho pedido ao Senhor."
I Samuel 1.20

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