quinta-feira, 30 de julho de 2015

"Os Quatro Hebreus"



OBJETIVO: 
Saber que a temperança deve ser algo crescente e constante em nossa vida.

VERSINHO-CHAVE:
 “Aos que Me honram Eu honrarei.”
 1 Samuel 2:30
 (última parte).

RECURSOS NECESSÁRIOS:
Conquistando a Atenção: grupos de objetos iguais com um diferente entre eles; 
Lição: cenário ou maquete;
Revisando: visuais usados na lição
Contando aos Outros: Opção 1: cópia da atividade abaixo para cada criança; Opção 2: material para salada de frutas ou de verduras, touca descartável, tigelinhas e talheres descartáveis ou potes descartáveis com tampa (opcional); Opção 3: espetos de frutas.
  
COMO PREPARAR OS RECURSOS NECESSÁRIOS

Conquistando a atenção: Grupos de 4 a 5 objetos pequenos, sendo que um deles é diferente. Sugestão: coisas feitas de madeira e uma de plástico; 4 animais e 1 vegetal; moedas e uma nota; três alimentos e um não comestível.

Lição:
Cenário  Reservar uma parte da frente da sala para ser Jerusalém e outra para ser Babilônia. Em Jerusalém, deixar alguns objetos dourados espalhados. Usar duas faixa de TNT ou duas placas de papelão para ser os portões de Jerusalém. Juntá-las quando for fechar o portão. Derrubá-las ou rasgá-las quando os babilônicos invadirem a cidade. Em “Babilônia”, preparar uma sala do trono e uma mesa bonita, mas com a figura de um porco assado e uma garrafa de vinho. Se não achar a figura, colocar uma vasilha tampada e apenas mencionar o alimento. Ter uma bandeja com verduras e uma jarra com água para mostrar de quê Daniel e seus amigos se alimentaram.

Maquete  Fazer uma maquete da cidade de Jerusalém usando uma caixa de papelão. Cortar um portão de abrir e fechar. Destruir a maquete quando a cidade for “invadida”. Fazer outra maquete para ser o palácio real e a prisão. Usar bonecos para serem os personagens: os quatro hebreus, Nabucodonosor, o chefe dos eunucos e os outros alunos (fazer os outros alunos com o rosto pálido, muito baixinhos ou magrinhos ou gordos demais ou com falta de dentes, etc.) Na maquete, fazer uma pequena mesa com animais de plástico sobre ela. Ter miniaturas de legumes.









Fonte: escritasdatiaju.blogspot.com.br/2012/09/a-decisao-de-quatro-amigos-daniel.html

Veja um jeito legal de contar a história usando esta maquete aqui

Contando aos outros:  
Opção 1: Fazer uma cópia da atividade abaixo para cada criança.



Opção 2: Salada no pote. Deixar as frutas e/ou verduras já lavadas e os potes e talheres, toucas e guardanapos em ordem.

 Fonte:

Fonte: www.escolacdi.com.br/2012/03/19/aprendendo-habitos-saudaveis-salada-de-frutas/?nggpage=2



Opção 3: Espetinho de frutas. Pode-se deixar as frutas picadas em bandejas separadas e deixar que as crianças escolham os ingredientes de seu palito. Ou montar os espetos com antecedência. Escolher frutas que estejam saborosas. Utilizar apenas frutas bem firmes.

Fonte: bloguinho-infantil.blogspot.com.br/2012/06/espetinho-de-frutas.html



Fonte: colegioraizesbc.com.br/site/?p=7779



Fonte: 3.bp.blogspot.com/_nDjjxQo9X0w/TDOspNCB51I/AAAAAAAACgo/MkcroohLvqg/s1600/Espetinhos+de+frutas.jpg

Fonte: nutriqualityrefeicoes.com.br/dicasereceitas/?attachment_id=29 


Outra forma criativa de incentivar as crianças a comerem frutas.
Fonte: www.facebook.com/extensao.saude?filter=3
  
CONQUISTANDO A ATENÇÃO (até 10 minutos): [Mostrar à classe um dos grupos de objetos e pedir que uma criança venha e mostre o que há de diferente no grupo. Perguntar à classe se a resposta está certa ou errada. Chamar outra criança e pedir que faça o mesmo com outro grupo e assim por diante. Dizer:] Entre muitas coisas iguais ou parecidas, encontramos algumas coisas diferentes. Hoje vamos ver algumas pessoas diferentes. Prestem atenção para saber quem são.

 APRESENTANDO A LIÇÃO:
 [Dizer:]  Durante muitos anos, os profetas de Deus passavam por Jerusalém dizendo ao povo [fazer voz de advertência]: “Parem de fazer maldades! Parem de adorar ídolos! Voltem para Deus! Se vocês não fizerem isso, Ele vai abandoná-los e não vai mais proteger vocês dos inimigos!” Mas o povo e os reis nem ligavam. Às vezes até maltratavam esses profetas. Então, o Senhor teve que deixá-los sem proteção, para eles perceberem que aquelas estátuas não podiam cuidar deles.
Assim, um dia, os vigias estavam em cima da muralha da cidade, quando viram um grande exército vindo em direção a ela. Lembram-se quando o rei Ezequias mostrou suas riquezas aos babilônios? Agora eles tinham vindo para levar tudo para o seu país. Foi uma correria! Gente gritando para todos os lados [fazer voz apavorada]: “Corram! Fechem os portões! Os babilônios estão chegando!” Eles fecharam o portão rapidamente e se aprontaram para lutar contra o inimigo. Mas o exército babilônico derrubou os portões e entrou na cidade. Lá dentro, pegaram todos os objetos preciosos de ouro e prata que havia no templo. Depois, colocaram fogo nele e no restante da cidade. Muitos de Judá morreram. E os que não morreram foram levados como prisioneiros para a Babilônia, andando a pé por mais de mil quilômetros, sendo maltratados por soldados cruéis. Que pena que eles não obedeceram a Deus... Mesmo assim, o Senhor não se esqueceu de seu povo. Ele preparou alguma coisa para abençoar os judeus fiéis que estavam na Babilônia.
Entre os hebreus cativos, estavam quatro príncipes: Daniel, Ananias, Misael e Azarias.[Mostrar os quatro personagens.] A situação deles não era fácil: estavam longe de seus pais, de sua cidade e de príncipes passaram a escravos.  Mas, apesar de tantos motivos para ficarem desesperados, aqueles jovens continuaram confiando em Deus e decidiram que não abandonariam ao Senhor.
  O rei de Babilônia chamava-se Nabucodonosor. Ele pediu a um de seus auxiliares que procurasse entre os jovens israelitas, os que fossem mais inteligentes e de boa aparência para que estudassem a língua de Babilônia e aprendessem administração. O auxiliar do rei foi à prisão e trouxe os quatro amigos. O rei gostou muito deles e os mandou para a escola do palácio, onde aprenderiam a governar o país. Lá eles também aprenderiam sobre os deuses do rei. Mas ele sabia que eles não aceitariam adorar aos ídolos de Babilônia. Então, criou um plano para isso. Primeiro, sabendo que os nomes dos quatro lembravam a Deus, ele trocou seus nomes por outros, que lembrassem os deuses da Babilônia. Segundo: ofereceu-lhes o privilégio de comer da mesma comida que era servida à mesa dele. [Mostrar a mesa.] O problema é que toda a comida era oferecida aos deuses de Babilônia antes de ser servida. E, também, tinha muitas coisas prejudiciais, que Deus havia proibido os israelitas. Se os jovens comessem, além de estragarem a saúde, estariam homenageando os deuses babilônicos. E agora? O que eles fariam? Será que os planos do rei dariam certo? Todo o Céu estava observando para ver o que aconteceria.
Daniel sabia que se eles desobedecessem a Deus na alimentação, logo estariam desobedecendo em outras coisas. Então, ele e seus amigo, decidiram que não comeriam aquela comida, custasse o que custasse. [Aproximar Daniel do chefe dos eunucos.] Para resolver isso, Daniel foi falar com o encarregado por eles e, com toda a educação, disse que eles não podiam comer aquelas coisas. O encarregado até que gostava de Daniel e seus amigos, mas tinha muito medo do rei. Ele disse [fazer voz amedrontada]: “Se vocês não comerem a comida do rei vão ficar doentes e fraquinhos e  o rei vai ficar nervoso e mandar me matar!” Então, Daniel disse: “Vamos combinar uma coisa? O senhor nos dá só legumes e água por dez dias. Depois o senhor compara nossa saúde com a dos outros.” Ainda duvidando, o encarregado aceitou o acordo: enquanto os outros comiam todas aquelas carnes e bebiam vinho, os quatro amigos eram servidos com legumes e água pura. Dez dias depois, o encarregado fez um teste. Olhou o rosto de todos e mandou que fizessem exercícios. Daniel e seus amigos tinham o rosto rosado e estavam bem dispostos. Os outros rapazes estavam pálidos e se cansavam depressa. Ficou provado que a alimentação deles era melhor e eles puderam continuar com ela.
Quando os rapazes concluíram seus estudos na escola do rei, Nabucodonosor fez um teste para todos os alunos. Sabem quem foram os melhores? Isso mesmo Daniel e seus amigos. Eles eram dez vezes mais inteligentes, sadios e bonitos que todos os jovens da Babilônia. Tinham um sorriso bonito, com os dentes brancos e limpos, o rosto era rosado e andavam com boa postura. Sabiam a resposta para todas as perguntas da prova. Realmente, dava para ver que eram filhos do Rei do Céu e todos tiveram que admitir que eles eram o melhores. Valeu à pena serem fiéis a Deus!

REVISANDO: 
[Escolher uma criança e fazer uma pergunta. Se acertar ganha um pedacinho de fruta espetada em um palito de dente.]

MEMORIZANDO:
 “Aos que Me honram Eu honrarei.”
 1 Samuel 2:30
 (última parte).
Por três anos Daniel e seus amigos viveram no palácio e aprenderam na escola do rei. Enquanto outros adoravam ídolos, eles permaneceram fiéis a Jesus. Como foram obedientes, honrando a Deus, o Senhor  fez por eles uma coisa especial, cumprindo o que está dito no nosso verso para memorizar de hoje. [Ler o verso na Bíblia. Dizer:]Daniel se tornou primeiro-ministro junto ao rei Nabucodonosor e seus três amigos se tornaram importantes governadores em Babilônia. Além disso, Daniel tornou-se um profeta de Deus e aprendeu muitos segredos sobre o que Deus faria no futuro. Eles honraram a Deus e Deus os honrou. Ele realmente cumpre suas promessas. [Ensinar o verso usando os gestos descritos na lição:]

Aos que Me honram Eu honrarei - [mão sobre o peito, feche o punho]
1 Samuel 2:30 (última parte) -  [desabrochar uma flor e formar um livro]

APLICANDO: 
[Dizer:]  Por que Daniel e seus amigos foram dez vezes mais inteligentes e sadios que todos os rapazes de Babilônia?  Desde pequenos Daniel e seus amigos aprenderam as leis da saúde com seus pais. Eles tinham prazer em comer verduras e frutas. Também faziam exercícios, tomavam sol, dormiam bem e bebiam água pura. Isso deixava o corpo deles bem saudável. Mas eles só  conseguiram vencer essa tentação porque estudavam a Bíblia todos os dias e falavam com Deus em oração. Sem o poder de Deus eles não teriam conseguido nada.
Hoje em dia nós também somos tentados com a comida. Satanás quer que fiquemos fraquinhos e doentes. Por isso, ele inventou muitas coisas para nos tirar a saúde. Vocês sabem me dizer algumas delas? [Dar tempo para respostas. Refrigerantes, guloseimas, frituras, por exemplo.] Todas essas coisas fazem tanto mal que o melhor lugar para elas é o lixo. [Apontar a lixeira.]
Em seu lugar devemos usar frutas e verduras. Quais as frutas e verduras que vocês mais gostam? [Dar tempo para as respostas. Mostrar uma bandeja com frutas e/ou verduras e uma jarra de água e falar do valor delas para a saúde.]
[Mostrar uma embalagem vazia de Coca-cola ou outro refrigerante.] Então, qual deve ser nossa resposta quando alguém nos oferece um lixo desses: “Não obrigado, isto não é bom para a minha saúde.”  É difícil fazer isso? [Dar tempo para as respostas.]Sabem, para vencer essa tentação, só pelo poder de Deus. Por isso é preciso ler a Bíblia, fazer oração e pedir a ajuda de Deus. E quando a tentação chegar devemos fazer como Daniel e seus amigos: dizer “não!” para ela.

CONTANDO AOS OUTROS:
Opção 1: [Entregar uma cópia da atividade para cada criança e deixar que façam tudo. Incentivá-las a usarem o material para contar a história a alguém.]

Opção 2: [Lavar as mãos das crianças, colocar touca descartável em cada uma e deixar que ajudem a preparar uma salada de frutas ou de verduras. Deixar que degustem ali mesmo ou que embalem a salada em um potinho com tampa e levem para casa, para comerem com a família, enquanto contam o que aprenderam sobre Daniel na lição de hoje.]

Opção 3: [Montar os espetos na hora, de acordo com o gosto das crianças. Ou já oferecer pronto em um suporte bem bonito. Pedir que as crianças contem a outros sobre o que comeram na sala.]
VARIAÇÃO: [Servir a opção 3 e dar a salada no pote para eles levarem e “Contarem aos Outros”.]
  
de
http://evangelismoinfantil.blogspot.com.br

"Qual a diferença entre Oratória e Homilética?"


          A história nos mostra homens fantásticos capazes de afluir multidões e levar adiante de si, simplesmente com o poder da palavra. Com apenas uma palavra todo o nosso universo foram criados. Com apenas uma palavra, reinos foram subjugados. Com apenas uma palavra, guerras foram desfeitas [“Independência ou morte!”]. Com apenas uma palavra, homens mudaram a história do mundo. Homens que tinham “Um sonho”. Homens que fizeram uso da oratória para alcançar seus ideais. Tanto a oratória quanto a homilética lida com a palavra ou a arte de falar em público.

          Vemos vários conceitos quando buscamos referências sobre falar em público. Um termo em especial provoca nossa curiosidade: 
Qual a diferencia entre a Oratória e a Homilética?

I. Oratória
          Trata-se de método de discurso, da arte de como falar em público ou o conjunto de regras e técnicas que permitem apurar as qualidades pessoais de quem se destina a falar em público.
          Na Grécia Antiga, e mesmo em Roma, a oratória era estudada como componente da retórica (ou seja, composição e apresentação de discursos), e era considerada uma importante habilidade na vida pública e privada. Aristóteles e Quintiliano estão entre os mais conhecidos autores sobre o tema na antiguidade.
          Um profissional com um certo carisma pessoal e que domina as técnicas e dicas de oratória – normalmente realiza apresentações atraentes, dinâmicas e elucidativas.
          O grande comunicador descobriu sua maneira de se expressar e adquiriu dicas e técnicas de oratória. A maioria ainda possui a oratória antiga como referência que se caracterizava pela pronúncia de palavras rebuscadas e o comportamento extremamente formal com o público. A oratória moderna está mais próxima da arte de uma conversa bem articulada com o auditório.

II. Homilética
          Homilia é uma preleção dada por um sacerdote no decorrer de um culto religioso após a leitura do Antigo Testamento e/ou do Novo Testamento. A homilia tem a função de explicitar a fé o significado dos vários elementos das sagradas escrituras, também em relação à situação dos presentes, para que o encontro dialogal com Deus se torne verdadeiramente consciente para todos e cada um. Na prática, a homilia deve ser uma “conversa familiar” do homiliasta com o povo de Deus.
          O termo Homilética é derivado do Grego “HOMILOS” o que significa, multidão assembléia do povo, derivando assim outro termo, “HOMILIA” ou pequeno discurso do verbo “OMILEU” conversar.
          O termo Grego “HOMILIA” significa um discurso com a finalidade de Convencer e agradar.   Portanto, Homilética significa “A arte de pregar” .


          A arte de falar em público nasceu na Grécia antiga com o nome de Retórica. O cristianismo passou a usar esta arte como meio da pregação, que no século 17 passou a ser chamada de Homilética.

de http://www.universidadedabiblia.com.br

"O que você sabe sobre ela? - A mulher de Noé"

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O que você sabe sobre a esposa de Noé? Que coisas importantes poderíamos aprender com ela. É certo que a Bíblia não nos fala muita coisa sobre a esposa de Noé, mas nos fala o suficiente para refletirmos neste dia.

Imagine se seu marido recebesse uma missão como a que Noé recebeu! Como você agiria ao vê-lo durante tanto tempo fazendo algo e pregando sobre algo que aos olhos dos homens é loucura?

Apesar da Bíblia apenas citar a existência da esposa de Noé poucas vezes, imagino que não foi fácil para ela estar ao lado de seu esposo e vê-lo ser ridicularizado por seguir as orientações divinas.

Noé é citado em Hebreus como um homem de fé. De fato, sua história é uma clara demonstração de fé e completa submissão a Deus. Um homem como Noé precisava de uma mulher de fé também, que o acompanhasse em sua missão sendo um suporte e não um empecilho.

Além de ser uma mulher de fé, a esposa de Noé formou filhos de fé também. Muitas mães são cristãs fervorosas, mas falham em transmitir o temor do Senhor aos filhos, que acabam não seguindo seu exemplo. Não foi assim com a esposa de Noé. O Senhor disse de Noé e sua família, os que foram salvos na arca:
 “Porque te hei visto justo diante de Mim nesta geração.” 
Gênesis 7:1. 
Noé tinha apenas uma esposa e a disciplina que ambos ministravam à família foi abençoada por Deus. Porque os filhos de Noé eram justos, foram preservados na arca com seu justo pai.”

Noé vivia a vontade divina de ter apenas uma esposa, e junto com ela desempenhou o papel de transmitir aos filhos o exemplo de seguir a vontade divina!

Que tipo de mulher nós temos sido hoje? Será que nos colocamos submissas à vontade de Deus e transmitimos isso às outras pessoas (nossos filhos ou simplesmente os que nos observam)?

Peçamos diariamente a Deus que nos ajude a ser como a esposa de Noé.

Karyne M. Lira Correia

de
http://www.jesusnosama.com.br

* "O que é Areté?"

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é uma palavra grega que pode ser traduzida como excelência
 e evoca ainda os conceitos de mérito ou qualidade 
pelo qual algo ou alguém se mostra excelente.

terça-feira, 28 de julho de 2015

"Jesus e as Crianças"

imagesoihuhu
“Respondeu-lhes Jesus: 
Sim; 
nunca lestes: 
Da boca de pequeninos e crianças de peito 
tiraste perfeito louvor?” 
Mateus 21.16
Durante o ministério de Jesus, a presença de crianças pode ser notada, embora no contexto social elas estivessem em desvantagem. Quando os sacerdotes e escribas repreenderam a livre manifestação de louvor de crianças a Jesus, o Mestre refutou esta repressão com um texto bíblico (Salmos 8.2).
A frase célebre de Jesus afirmando “deixai vir a mim os pequeninos” sempre é lembrada quando falamos de crianças. Mas o que Jesus queria dizer com estas palavras? Certamente há uma mensagem importante neste contexto que revela o tratamento de Jesus para as crianças.
  Como Jesus tratava as crianças?
Vamos refletir nas três passagens que Jesus afirma “deixai vir a mim os pequeninos” e refletir sobre o tratamento de Jesus para as crianças:
 1- Jesus dá liberdade às crianças:
Mateus 19.14
 “Jesus, 
porém, 
disse: 
Deixai os pequeninos, 
não os embaraceis de vir a mim,
 porque dos tais é o reino dos céus”.
O evangelista Mateus, ao narrar a fala de Jesus sobre as crianças, enfatizou o desejo de Jesus em que as crianças tenham liberdade de vir até Ele. Os discípulos estavam achando que as crianças estavam atrapalhando o Mestre. Mas a preocupação maior do Senhor era que não houvesse ‘embaraços’ ou dificuldades para que as crianças tivessem acesso à sua pessoa.
Um exemplo de criança que teve livre acesso até Jesus foi o menino com cinco pães e dois peixes (João 6.9). Embora os discípulos estivessem achando difícil alimentar tão numerosa multidão, aquele menino anônimo se dispôs a contribuir com seu lanchinho. Este comportamento revela que as crianças são surpreendentes e mais ainda é o que Jesus pode fazer através delas.
Hoje em dia existem muito embaraços que dificultam o acesso de crianças a Jesus. Por exemplo, a falta de exemplo de adultos, a malícia ensinada a elas desde pequenas, o consumismo, falta de pessoas para ensinar e discipular crianças. Outro empecilho é o tratamento da espiritualidade das crianças como se fosse uma brincadeira, fazendo que quando crescem deixem a igreja pensando que é algo infantil.
Jesus quer que as crianças sejam livres para vir até Ele!
 2- Jesus vê e defende as crianças:
Marcos 10.14 
“Jesus,
 porém, 
vendo isto, 
indignou-se e disse-lhes:
 Deixai vir a mim os pequeninos,
 não os embaraceis, 
porque dos tais é o reino de Deus”.
O evangelista Marcos acrescenta ao texto que Jesus estava olhando para as crianças e ao ver que os discípulos as impediam de ir até Ele, sentiu-se indignado com isso. Com isto aprendemos que Jesus está sempre olhando para as crianças e não fica satisfeito quando alguma mal é feito a elas.
Um menino estava possesso de espírito maligno que o prendia deixando-o tão apavorado que se lançava no fogo (Marcos 9.22), mas Jesus o libertou deste mal. Enquanto os fariseus julgavam a história de vida daquela família e os discípulos ficaram confusos sem saber o que fazer, Jesus tomou atitude para salvar aquela criança. Jesus viu o sofrimento do menino e o defendeu do inimigo.
As crianças precisam de cuidado. É necessário estar sempre olhando por elas. Um bom tutor nunca perde uma criança de vista. Além disso, proteger a criança de coisas que lhe façam mal é indispensável. Infelizmente muitas crianças são educadas pela TV e os pais não estão vendo o que acontece com elas. Os responsáveis devem defender os direitos das crianças não pensando que somente prover sustento é o suficiente.
Jesus está olhando as crianças para defendê-las de todo mal!
  3- Jesus chama as crianças:
Lucas 18.16
 “Jesus, 
porém, 
chamando-as para junto de si,
 ordenou:
 Deixai vir a mim os pequeninos
 e não os embaraceis, 
porque dos tais é o reino de Deus”.
O evangelista Lucas enfatiza que Jesus chamou as crianças para perto dele. O texto demonstra que alguém estava atrapalhando as crianças de estar perto de Jesus. Os discípulos estavam influenciados pelos valores sociais que excluíam as crianças de muitos direitos como o culto, por exemplo. Mas Jesus queria incluir as crianças declarando que elas já são proprietárias dos Reino de Deus.
A filha de Jairo, quando estava doente e Jesus foi à sua casa para curá-la, mas quando chegou ela já estava morta. A primeira atitude de Jesus foi pedir que algumas pessoas (adultos) se retirassem, por não acrescentar a fé necessária no momento. Mesmo a menina estando morta, Jesus foi até ela e a chamou, mandando que se levantasse (Lucas 8.54). A menina ressuscitou! Quando Jesus chama as crianças ele dá vida e tira tudo que tem trazido morte aos pequeninos.
Muitas crianças estão morrendo sem Jesus. Mal começam sua vida e já conhecem a morte pela violência, drogas, doenças e todo tipo de injustiça. Jesus está chamando as crianças para ficar perto Dele. A presença de Jesus é a maior segurança que uma criança pode ter.
Jesus está chamando as crianças para viver em Sua presença!
 A expressão de Jesus para que as crianças pudessem vir até Ele deve ser pregada com ênfase no dever de conduzir os pequeninos até Cristo. Certamente muitas daquelas crianças que Jesus abençoou se tornaram seus discípulos posteriormente.
Aprendemos que Jesus trata as crianças:
-dando a elas a liberdade de expressar sua fé com sua pureza e simplicidade peculiar;
-olhando para elas e defendendo de todo perigo;
-chamando as crianças para estar perto Dele.
Jesus tratava as crianças com amor!
Como discípulos de Jesus, devemos conduzir as crianças no Caminho de Cristo!
 de http://www.universidadedabiblia.com.br

 "E,
 tomando-as nos seus braços, 
as abençoou, 
pondo as mãos sobre elas."
Marcos 10: 16