domingo, 8 de novembro de 2015

* "O gatinho e a cobra"

           Li certa vez a história de um gatinho corajoso que salvou a vida de uma criancinha. Gostaria de ouvir a história?
           O gatinho gostava demais de uma briga de verdade. Quando não conseguia que alguma criatura viva brigasse com ele, então pegava um objeto qualquer e fazia de conta que brigava. Por estranho que parecesse, seus objetos prediletos para esse fim eram compridos e redondos: um cabo de vassoura, uma vara, um pedaço de corda grossa.
Um belo dia, o nenê estava brincando na varanda. O gatinho que estava por perto, avistou de repente um objeto comprido, redondo e preto. Não era cabo de vassoura, nem pedaço de corda, pois era vivo: vinha se movendo pelo chão a fora em direção ao bebê.
           O gatinho talvez não soubesse que se tratava de uma cobra venenosa que ia atacar a criancinha, mas como ele dava a vida por uma boa briga, lançou-se sobre a cobra, inocentemente, com toda a força. A cobra ficou surpresa com o ataque repentino do bichinho, que lhe fincava os dentes aguçados, ora aqui, ora ali, e rosnava a valer.
           Dentro de poucos segundos a mamãe de nenê ali estava em atenção aos gritos da criancinha. Agarrou depressa o nenê para ver se estava ferido. Em uma das perninhas viu umas marcas das presas da cobra, porém não estavam avermelhadas nem inchadas. Viu então o gatinho, caído no chão, todo mordido e inchado, morto pela cobra.
           Então a mãe compreendeu o que tinha acontecido. O gatinho não tinha abandonado a luta, embora a cobra o houvesse mordido repetida vezes até que ele ficara tão fraco que não podia lutar mais. Então, antes de ir embora, a cobra tinha dado um bote na perninha da criança, mas já não tinha mais veneno, e assim a vida da criança foi salva.
           Quando li essa história, lembre-me de alguém que voluntariamente recebeu a mordedura venenosa do pecado e da morte, morrendo em meu lugar. Foi o Senhor Jesus. O gatinho valente, contudo, não sabia o que estava fazendo. O Senhor Jesus sabia do veneno do nosso pecado. Sabia também do castigo que o nosso pecado merecia, mas voluntariamente tomou esse castigo, morrendo na cruz para que pudéssemos ter a vida eterna, tudo isso por amor.
           Agora não há mais ferrão venenoso da morte para quem tem Jesus como seu Salvador. Meu filho (a), você já está confiando em Jesus? Se não está, por que não se entrega a Ele agora? É só confessar a Ele o seu pecado e como você precisa de um salvador, recebendo-o agora.

“Mas Ele foi transpassado pelas nossas transgressões,
 e moído pelas nossas iniquidades; 
o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, 
e pelas suas pisaduras fomos sarados!” 
Isaías 53.5



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* Colorindo o Santo Espírito de Deus





sexta-feira, 6 de novembro de 2015

* "A Regra Áurea"

"Assim, 
em tudo, 
façam aos outros
 o que vocês querem que eles façam a vocês;
 pois esta é a Lei 
e os Profetas." 
Mateus 7.12
aregraaurea
           Sei o quanto é custoso e difícil enxergar nossas próprias ações, pois temos um grande empecilho: a parcialidade. Somos parciais principalmente conosco mesmos. E não somente conosco, mas também com quem nos interessa, faz parte de nosso convívio ou por quem nutrimos afeto.
          Temos o costume de reclamar do tratamento que recebemos dos outros e nos esquecemos de como os tratamos. Queremos ser acolhidos, mas desprezamos. Queremos ser auxiliados, mas somos indiferentes. Queremos ser honrados, mas humilhamos. Não gostamos de ser criticados, mas criticamos – e sempre achamos que poderíamos ter feito melhor. Sentimo-nos no direito de ter sempre a preferência, mas se alguém recebe algum privilégio, não aceitamos. Somos exigentes com os outros, mas condescendentes conosco mesmos. Nem sempre gostamos de ser tratados da forma que tratamos o nosso próximo.
          Queremos ser ajudados em nossos problemas, mas fechamos os olhos aos problemas dos outros. Temos uma imensa dificuldade em aceitar a opinião de outra pessoa e respeitar sua maneira de pensar, mas muitas vezes queremos impor as nossas. Quando nos dispomos a discutir, preferimos ser ouvidos, mas temos uma barreira quase intransponível para ouvir. Não compreendemos o outro, mas nos angustiamos quando não nos entendem. Julgamos a aparência e atitudes das pessoas, mas nos indignamos quando nos olham com maus olhos. Fazemos comentários maliciosos e revelamos segredos dos outros, mas vamos à forra quando somos difamados ou expostos.
          Claro que não acho que seja agradável receber um tratamento inadequado, porém mais importante do que se entristecer com o tratamento ruim recebido é sentir o mesmo pesar quando nós não tratamos bem o próximo. Pense nisso! – LFS
          Antes de agir ou falar, é bom pensar em como eu me sentiria se agissem ou falassem assim comigo.

de http://www.universidadedabiblia.com.br