sexta-feira, 31 de março de 2017

"O Livro de Levítico"

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Título

          Em hebraico, os livros de Moisés não têm títulos particulares; servem lhes de título as primeiras palavras do livro. No Gênesis o preâmbulo “no princípio” define o caráter do todo o livro, e acontece o mesmo com as palavras “chamou o SENHOR” que abrem o Levítico.
          Realmente não há outro livro da Bíblia que contenha tantas palavras expressas pelo próprio Deus. Nesse livro, Deus, de Seu santuário celeste, chama a Moisés e com ele a todo Israel. O Senhor exorta o homem a se santificar para se aproximar dEle. Isto seria o papel principal da tribo de Levi.   Como esse conjunto de ordenanças rituais que compõe o livro regula o comportamento dos sacerdotes em seu ofício, os tradutores da versão grega dos Setenta, intitularam-no simplesmente Levítico.

Finalidade do Livro

          A santidade de Deus tem exigências das quais o homem não está consciente. Moisés foi intimado a se apresentar à tenda da congregação, onde Deus estava, para receber dEle as diretrizes de que Israel precisava. Mas, por que tantas instituições cerimoniais, cujos detalhes são minuciosamente previstos por Deus, e onde nada foi deixado ao acaso? O Espírito de Deus tem em vista aqui uma dupla finalidade.

          a) Mostrar ao israelita o contraste entre suas limitações próprias e a justiça absoluta dAquele que lhe fala, e esta é a palavra chave do livro: “Disse o SENHOR a Moisés: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque Eu, o SENHOR vosso Deus sou santo” (19:1,2).
 
          b) Apresentar com antecedência ao israelita o supremo sacrifício, o de Jesus Cristo, através dos múltiplos holocaustos e sacrifícios de expiação, que prefiguram a obra realizada na cruz do Calvário.
 
          É, pois, um livro que não revela seus tesouros, senão á luz do Novo Testamento, e que só pode ser meditado se nos colocarmos diante da Pessoa e obra de Jesus Cristo.

O plano do livro

          Capítulo 1-10: o que Deus propõe a Israel
          Cinco sacrifícios (cap. 1-5)
          Um sacerdócio bem regulado (cap. 6 e 7)
          Sacerdotes inteiramente consagrados (cap. 8-10).
          Capítulos 11-27: o que Deus prescreve a Israel
          Leis absolutas abrangendo todos os domínios da vida.
 
          Nesta seção alguns capítulos são mais importantes que outros:

          13-14 – A lei sobre a lepra, que prefigura a obra de Cristo em relação ao pecado.
16 – A lei da cerimônia das expiações, tipo da obra de Cristo na cruz.
23 – A lei sobre as festas de Israel, imagens representando o conjunto da obra eterna de Cristo.
26 – As bênçãos, que ilustram a sorte presente e futura do povo de Israel, fora de Cristo e depois em Cristo.

Glossário

7:34
O peito movido – Ato de apresentação a Deus, com movimento de um lado para outro (confira 7:34 e 23:11).
 
8:7,8
A estola sacerdotal – Estola é a túnica do sacerdote, guarnecida de pedras preciosas (confira Êxodo 28:6-30) entre elas o Urim e o Tumim (luz e perfeição): antes que Sua palavra fosse escrita, Deus dava certas diretrizes por intermédio desses objetos, cuja natureza exata nos é desconhecida (confira Números 27:21; 1 Samuel 23:9 e 28:6; Esdras 2:63).
 
8:10,12-13;10:3
Consagrar – Separar, santificar.
 
10:6
“Para que não morrais” – Para um sacerdote, tocar um cadáver representava grave imundícia, impedindo-o de servir ao Deus vivo.
 
14:4
Hissopo – Pequena sarça (1 Reis 4:33) cujos ra¬mos serviam de pincel.
 
4:10
Efa – Medida de capacidade.
 
16:8
Bode emissário – O primeiro bode degolado sobre o altar, prefigura a obra expiatória de Cristo, “entregue por causa das nossas transgressões” (Romanos 4:25 a). O segundo bode, enviado vivo ao deserto, prefigura a obra de Cristo “ressuscitado por causa da nossa justificação” (Romanos 4:25 b). Não somente levou nosso pecado na Cruz, mas, enfrentando o diabo que nos acusa, Ele o expulsou para sempre!
 
20:4
Moloque – deus pagão ao qual os idolatras ofereciam sacrifício de crianças (confira 18:21; 2 Reis 23:10; Jeremias 32:35).
 
27:28-29
Santíssima ao SENHOR – Objeto, animal ou pessoa consagrada a Deus de que o homem não podia se apoderar sem incorrer em severo julgamento divino. Ilustração: Josué7.

Por J. H. Alexander

Cortesia Universidade da Bíblia
de www.universidadedabiblia.com.br


"Há um relatório obscuro - Há uma pergunta pertturbadora"


E eles responderam ao anjo do Senhor, 
que estava entre as murtas,
 e disseram:
 Nós já percorremos a terra,
 e eis que toda a terra está tranquila e quieta.
Então o anjo do Senhor respondeu, 
e disse: 
Ó Senhor dos Exércitos,
 até quando não terás compaixão de Jerusalém,
e das cidades de Judá,
contra as quais estiveste irado estes setenta anos?"
Zacarias 1:11,12 | ACF


          Nós percebemos que a expressão "relatório obscuro" não consta no texto literal do versículo, mas traduz o impacto espiritual da mensagem trazida em Zacarias 1.11 pelos cavaleiros que Deus havia enviado para percorrerem a terra: "E eles responderam ao anjo do Senhor, que estava entre as murtas, e disseram: Nós já percorremos a terra, e eis que toda a terra está tranquila e em descanso."
          ​​A profecia de Zacarias ocorre após o retorno do exílio babilônico. Os judeus haviam voltado para Jerusalém para reconstruir a cidade e o Templo, mas o desânimo tomou conta. O povo estava cercado de ruínas e sob o domínio do Império Persa. Na visão de Zacarias, os cavaleiros enviados por Deus percorrem a Terra para averiguar a situação e o relatório foi positivo, mas de uma paz enganosa.
          ​Quando os patrulheiros celestiais voltam, a mensagem é de que "a Terra está tranquila e em descanso". O termo torna-se um "relatório obscuro" e preocupante.
          ​Toda aquela calmaria era ilusória. Para os impérios pagãos, a Terra estava estável, em ordem e sem guerras. O mundo gentio estava em paz e tranquilo. No entanto, para o povo de Deus, essa tranquilidade significava que as nações opressoras prosperavam e viviam confortavelmente, enquanto o Templo de Deus continuava em ruínas, Jerusalém continuava aflita após setenta anos de cativeiro.
          O povo​ estava em estado de acomodação espiritual. O relatório expunha uma paz mundial que escondia o descaso moral e a opressão. A tranquilidade das nações não representava o Reino de Deus, mas demonstrava a situação atual dos poderes humanos. A paz do mundo não é garantia de aprovação divina e nem de retidão moral.
          A paz das nações era fruto do domínio imperial, não da justiça de Deus. O "relatório obscuro" alerta contra confiar na falsa estabilidade oferecida pelo mundo.  
         E a reação imediata ao relatório vem do próprio Anjo do Senhor, que intercede e questiona "Até quando durará aquela situação?"
         Esta é uma pergunta que geralmente fazemos a Deus em momentos de grande sofrimento e tristeza profunda,  que demonstra a sensação de abandono ou demora na resposta divina. Mas, quem nunca passou por uma situação assim e se pegou olhando para o Alto e clamando "Até quando, Senhor?" Mas também é uma pergunta que revela que, mesmo na dor, existe fé para clamar diretamente a Deus.
          O salmista fez essas interrogações a Deus no Salmo 13 que nos diz: 
         "Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto? Até quando consultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coração cada dia? Até quando se exaltará sobre mim o meu inimigo?Atende-me, ouve-me, ó Senhor meu Deus; ilumina os meus olhos, para que eu não adormeça na morte; Para que o meu inimigo não diga: Prevaleci contra ele; e os meus adversários não se alegrem, vindo eu a vacilar. Mas eu confio na tua benignidade; na tua salvação se alegrará o meu coração. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem."
​          Nem toda ausência de conflito visível significa que as coisas estão alinhadas com a vontade de Deus. Acomodar-se à "paz" do mundo pode gerar cegueira espiritual, mas como Davi, clamemos ao Senhor para que Ele nos ilumine os olhos e nos dê encorajamento diante das adversidades que o mundo nos impõe.
​          A paz das nações era fruto do domínio imperial, não da justiça de Deus. O "relatório obscuro" alerta contra confiar na falsa estabilidade oferecida pelo mundo.  
          A estabilidade absoluta no mundo é uma ilusão, seja em homens ou em bens materiais. Confiar cegamente em empregos, investimentos, status ou relacionamentos como fontes inabaláveis de segurança gera uma falsa sensação de controle. Quando a realidade muda abruptamente, o impacto emocional e financeiro de quem se apoia nessa fragilidade é devastador.
          A verdadeira segurança não vem das circunstâncias mutáveis da vida, mas da natureza imutável de Deus. Deus não muda, Suas promessas permanecem as mesmas ontem, hoje e para sempre. Ele detém o controle absoluto sobre o universo e sobre os detalhes da nossa vida. A segurança bíblica não garante a ausência de tempestades, mas garante a presença e o sustento de Deus no meio delas.
          Quando a realidade ao redor parecer estagnada ou injusta, lembre-se que Deus continua ciente da situação e agindo nos bastidores para cumprir Seus propósitos. O nosso papel é confiar!!!

Supra Sumo #7 - A Tua Liderança e Teu Nível de Aceitação nas Redes Sociais


Neste episódio do Supra Sumo,
Teófilo Hayashi fala sobre liderança na era das redes sociais
e lista 3 verdades sobre a aceitação de um líder.





* "Os 10 mandamentos dos pais!"

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1- Edificarás uma Família Funcional
2- Amarás os teus Filhos
3- Serás um Modelo de Santidade
4- Ensinarás os teus Filhos
5- Passarás tempo com os teus Filhos
6- Disciplinarás os teus Filhos
7- Incentivarás os teus Filhos
8- Darás aos teus Filhos Estabilidade e Segurança 
9- Falarás sobre Sexo com os teus Filhos
10- Não sereis pais passivos




"O Livro de Êxodo"



“O SENHOR com mão forte nos tirou da casa da servidão”
 Êxodo 13.14.

A palavra Êxodo

          No texto original hebraico, os cinco livros de Moisés não têm denominação; servem de título as suas primeiras palavras. Assim o segundo livro da Bíblia é designado sob a epígrafe: “São estes os nomes” (1:1).
          A palavra êxodo vem do grego “êxodos”, que significa “saída” ou “partida”. Tirada de Êxodo 19:1, ela aparece pela primeira vez como título do livro na versão grega dos Setenta (3º século A.C.).           Encontramos esse termo em Lucas 9:31, quando, no monte da transfiguração, o Senhor Jesus conversava com Moisés e Elias sobre a Sua “partida”, que ia realizar-se em Jerusalém, seja Sua ressurreição e ascensão.
          A expressão “êxodo” resume, pois, admiravelmente a mensagem desse livro, descrevendo a partida vitoriosa do povo de Israel, libertado do Egito pelo poder do Seu Redentor.

O autor de Êxodo

          É no Êxodo que aparece a primeira menção de livro do Senhor (Êxodo 17:14), isto é, a Revelação divina em estado embrionário, redigida em rolos de papiro. Moisés é encarregado de registrar nele a narração dos principais acontecimentos, continuando assim uma tarefa anteriormente começada.
          Instruído em toda a sabedoria dos egípcios (Atos 7:22), depois genro do sacerdote de Midiã, Moisés era particularmente credenciado para ser o primeiro escritor sagrado, ainda mais por ter vivido quarenta anos na península do Sinai, berço do alfabeto. Depois de ter sido impulsionado pelo Espírito a escrever o Gênesis (confira 2 Pedro 1:21), ele continuou a assumir essa função sob a inspiração de Deus, através de sua carreira de legislador (confira Êxodo 24:4), e até o fim de sua peregrinação terrestre (confira Deuteronômio 31:24).

Mensagem do Êxodo

          Deus intervém em favor de Israel, Seu povo oprimido, para livrá-lo miraculosamente da mão de Faraó. Por causa da oposição persistente de seu rei, o Egito foi assolado por dez pragas sucessivas, marcando a última o ponto culminante do castigo divino: a morte do primogênito de todas as famílias.
           Mas ao mesmo tempo que o braço do Senhor se estende contra o Egito, Sua mão de graça segura Israel para livrá-lo desse castigo, resgatando-o com o sangue do cordeiro. E a seguir o conduz através do Mar Vermelho e pelo deserto do Sinai. Foi, pois, no mais glorioso dos livramentos, que a vida nacional do povo eleito teve início e se desenvolveu.

O tema do Êxodo

          Uma palavra resume o ensinamento desse livro, tão rico em instruções para nós: Redenção. Deus agiu efetivamente para com Israel como Redentor; libertou o povo de um poder inimigo, colocou-o sob a proteção do sangue expiatório do cordeiro pascal, dirigiu-o passo a passo, de etapa em etapa, proveu miraculosamente a todas as suas necessidades, comunicou-lhe as instruções apropriadas para a sua marcha pelo deserto.
           Que maravilhosa imagem da experiência do redimido! Jesus Cristo é o nosso Redentor: livra-nos do poder de Satanás; salva-nos por Seu sangue expiatório, e conduz-nos por um cami­nho seguro, provendo-nos sempre do alimento espiritual necessário.

O Êxodo, ilustração da vida cristã

          Vamos descobrir como, neste livro, tudo nos fala da obra de Jesus Cristo em favor do crente. A oposição de Faraó, entravando a partida de Israel, ilustra a oposição do diabo, que sempre entrava a conversão e a marcha cristã. A imagem do sangue do cordeiro, colocado nas ombreiras das portas de cada uma das moradas israelitas, descreve claramente a eficácia da proteção do sangue de Cristo, o Cordeiro de Deus, ante o julgamento.
          A passagem do Mar Vermelho mostra claramente que a conversão é o ponto de partida em que Deus acaba com os hábitos do passado. A água viva, jorrando no deserto, prefigura a fonte refrigerante da comunhão com Cristo.
          O maná, caindo cada manhã, lembra muito sugestivamente o alimento espiritual diário, recolhido na leitura da Bíblia. No combate de Israel contra Amaleque, podemos reconhecer a luta contra o diabo, nosso adversário, que nos espreita desde nossos primeiros passos na vida cristã.
          Quanto à lei, dada por Deus no Sinai, ela pode prefigurar as sãs e equilibradas ordenanças que o Senhor comunica a Seus filhos no Novo Testamento, para regular sua vida e seu serviço para Ele.

O fim do livro, ou “a doutrina cristã edificada”

          Observação semelhante pode ser feita sobre o assunto dos capítulos 25 a 40, principalmente consagrados ao tabernáculo, o templo portátil dos israelitas no deserto. Por que tanta precisão e tantas minúcias? Elas fazem sobressair a importância do assunto, mas será preciso o Novo Testamento para interpretar essa magnífica mensagem.
          O tabernáculo é, com efeito, a imagem, a sombra das coisas celestes (Hebreus 8:5; 9:1-14). Todos os seus objetos materiais, fazendas coloridas, utensílios, ou o sacerdócio que devia aí se realizar, representam de maneira precisa os diversos aspectos da obra de Cristo, nosso Redentor e Sacerdote.
          A mensagem das epístolas do Novo Testamento, expondo a doutrina cristã e a vida de santificação do crente, é como que pintada de antemão pelos elementos que constituem o tabernáculo. Ele é, pois, uma magnífica ilustração para expor a salvação e a marcha cristã.

Plano do livro do Êxodo

          1. Escravidão no Egito (cap. 1)
          2. Redenção no Egito (2:1; 15:21)
          3. Santificação fora do Egito (15:22; 17:16)
          4. Educação após o Egito (cap. 18-24)
          5. Adoração longe do Egito (cap. 25-40)

Glossário

          2:18
          Reuel –
Chamado depois Jetro (3:1; 4:18).

          4:25-26
          A circuncisão –
Sinal da aliança de Deus com Abraão para a raça de Israel (Gênesis 17:9-14), que Moisés tinha negligenciado.

          6:3
         “Pelo Meu Nome, o SENHOR, não lhes fui conhecido” –
Ainda que o nome “o SENHOR” apareça já em Gênesis 2:5, sua significação foi mais amplamente revelada no dia em que Deus apareceu a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3:14-15). Se o nome, ” o SENHOR”, faz ressaltar a onipresença d'Aquele que pode sempre falar no tempo presente (“Eu sou o que sou”, 3:14), o nome hebraico Jahvé, em sua raiz, é ao mesmo tempo, “ser” e “viver”; é a revelação do Deus que pode e quer permanecer fiel. Nas Escrituras o nome “SENHOR” (Jeová), está sempre estreitamente ligado à redenção de Israel.

          12: 11
          Páscoa –
Hebraico: ato de passar.

          13:4
          O mês de Abibe ou Nisã –
Começava com a lua nova que seguia o equinócio da primavera. Era o primeiro mês do ano religioso. O ano civil judaico inicia-se no outono, com o mês de Tisri.

          15:23
          Mara –
Amargura.

          15:27
          Elim –
Palmeiras

          16: 31
          Maná –
Da exclamação hebraica “mon hou” (que é isto?) empregada pelos israelitas no verso 15.

          17:7
          Massa e Meribá –
Tentação e contenda.

          18:4
          Eliezer –
Nome formado de duas palavras “Deus e “socorro”.

          28:30
          Urim e Tumin –
“Luz” e “perfeição”. Objetos de natureza desconhecida, colocados sobre o peitoral ou dentro dele.

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Por J. H. Alexander

Cortesia Universidade da Bíblia
de /www.universidadedabiblia.com.br


"As cinco linguagens do amor de Deus para crianças"


"Um novo mandamento vos dou: 
Que vos ameis uns aos outros; 
como eu vos amei a vós, 
que também vós uns aos outros vos ameis?"
João 13:34

          Quando nos relacionamos com alguém precisamos falar a mesma língua que esta pessoa para sermos compreendidos. Imagine um Americano tentando se comunicar com um Japonês sem nem mesmo saber uma palavra neste dialeto? Com certeza eles nunca vão se entender. O mesmo ocorre com nossas crianças, precisamos entendê-las e amá-las através de sua Linguagem do amor
          Vamos entender:

1ª. Linguagem- Palavras de afirmação

          Palavras que edificam, elogiam que nos motivam a fazer algo por nossas crianças. ?Você é muito inteligente?. Quando alguém faz um pedido afirma qualidades, mas quando dá ordens, torna-se tirano.
             Normalmente os pais dizem ?Palavras de Afirmação? a seus filhos quando eles ainda são pequenos. Mesmo antes que entendam a linguagem verbal, já lhes dizem coisas como: ?Que narizinho lindo! Que olhinhos mais brilhantes! Que cabelo mais macio, etc. Quando o bebê começa a engatinhar, elogiamos cada gesto e esbanjamos Palavras de Afirmação. Quando ele começa a andar e apoia-se com uma das mãozinhas no sofá, ficamos alguns passos à sua frente, estendemos as mãos em sua direção e dizemos: Vem, vem, vem?. Isso mesmo... andando, vem até aqui, vem!. O bebê dá meio passo em sua direção e cai. O que dizemos a ele? Certamente não é nada como Seu burro! Será que você não consegue nem andar! Muito pelo contrário, nossas palavras costumam ser:Isso mesmo, muito bem! E dessa forma, a criança levanta-se e tenta novamente.  Por que, quando os filhos ficam mais velhos, nossas Palavras de Afirmação tornam-se de condenação. Quando um deles tem sete anos, entramos em seu quarto e dizemos-lhe que guarde os brinquedos na caixa. Digamos que haja doze objetos pelo chão. Voltamos ao quarto em cinco minutos e somente sete estão na caixa. O que então falamos a ele?Eu lhe disse para guardar esses brinquedos! Se você não fizer isso agora, eu vou...?Venha cá... e os sete brinquedos que já estavam guardados?!? Por que não dizemos: Muito bem, Johnny, você colocou sete brinquedos na caixa. Muito bem!? Preste atenção, pois certamente os outros cinco brinquedos também ?pularão? em um instante para a caixa!   À medida em que os filhos ficam mais velhos, a nossa tendência é condená-los mais por seus erros do que condecorá-los por seus sucessos. Para a criança que possui ?Palavras de Afirmação? como sua primeira linguagem do amor, nossas palavras negativas, críticas e desanimadoras aterrorizam sua psique. Centenas de adultos por volta dos 35 anos ainda ouvem retinir em seus ouvidos, palavras de condenação proferidas há mais de vinte anos: ?Você é muito gorda! Ninguém vai querer namorar você! Você não estuda! Se continuar assim, poderá ser expulso da escola. Não dá para acreditar que seja tão burro!Você é um irresponsável e nunca será capaz de fazer nada direito na vida! Muitos adultos lutam com sua auto-estima e não se sentem amados durante toda suas vidas, quando sua primeira linguagem do amor é violada de forma tão destrutiva. 

2ª. Linguagem- Tempo de qualidade

          Estar junto quer dizer prestar atenção, ser solidário ao ouvir o outro com intenção de entender, olhar nos olhos quando falam. O objetivo é ter uma experiência juntos, é ter memórias de amor com sua criança.
          Qualidade de Tempo significa dedicar aos filhos atenção total. Para uma criança pequena, a forma de falar essa linguagem é sentar-se ao chão com ela e rolar uma bola para lá e para cá. Estamos falando de brincar com carrinhos ou bonecas, de entrar em sua caixa de areia e ajudá-la a construir um castelo; devemos, portanto, penetrar em seu mundo, fazer as coisas com ela. Talvez você, como adulto, viva em um mundo computadorizado, mas seu filho está no mundo da fantasia. Você precisa descer ao nível de uma criança, se quiser conduzi-la ao mundo adulto. À medida em que a criança cresce e muda seus interesses, você precisa descobrir quais são eles, se deseja suprir suas necessidades. Se o seu novo prazer for basquete, então interesse-se por este tipo de esporte. Se for piano, talvez você precise assistir algumas aulas para ter noções deste instrumento musical ou, pelo menos, ouvir atentamente enquanto ele treina os exercícios. O fato de dedicar-se atenção total a um filho significa que você se importa com ele, e é importante estar ao seu lado, pois aprecia estar junto dele. São muitos os adultos que, ao olharem para trás, para sua infância, não se lembram do que seus pais lhes disseram, mas se lembram do que lhes fizeram. Uma rapaz de 21 anos certa vez me disse: ?Eu me lembro que meu pai nunca perdia meus jogos na escola. Eu sabia que ele se interessava pelo que eu fazia. Para aquele homem, Qualidade de Tempo era um comunicador de amor extremamente importante.
          Se Qualidade de Tempo for a primeira linguagem do amor de seu filho (a) e você usar esta linguagem para comunicar-se com ele (ela), haverá grandes chances de que, mesmo na adolescência, permita que você gaste mais tempo com ele. Se você não lhe dedicar ?Qualidade de Tempo? nos anos de infância, provavelmente na adolescência ele procurará os amigos da turma e afastar-se-á dos pais, os quais, nessa época, vão desejar desesperadamente gastar mais tempo com ele.

3ª. Linguagem- Presentes

          Um presente é o símbolo que o outro se lembrou de você, é uma expressão de amor, um símbolo visual.
          Conhecer a linguagem certa do amor é a chave para fazer seu filho(a)se sentir amado.
          Há muitos pais e avós que falam excessivamente a Linguagem dos Presentes. De fato, quando visitamos uma loja de brinquedos concluímos que muitos acham que dar presentes é a única linguagem do amor. Se eles têm dinheiro, a tendência é comprar brinquedos em excesso para os filhos. Há alguns que acham que, realmente, aquela é a melhor forma de demonstrar-se amor por uma criança. Alguns pais tentam fazer por seus filhos o que seus pais não puderam realizar por eles. Compram para eles coisas que desejaram ter quando crianças, mas nunca ganharam. Mas, a menos que ?Receber Presentes? seja realmente a primeira linguagem do amor de seu filho, os presentes terão pouco significado emocional para ele. Os pais podem até ter boas intenções, mas nem sempre é através de um presente que se supre a necessidade emocional de um filho.
          Se os brinquedos que você dá a seu filho são rapidamente postos de lado; se ele raramente lhe agradece; se a criança não valoriza o que recebeu, há grandes indícios de que ?Receber Presentes? não seja a primeira linguagem do amor dela. No entanto, se ele (ela) lhe agradece efusivamente; se mostra o presente ganho a outros e diz como você costuma dar-lhe bons presentes; se ele é cuidadoso com seus brinquedos, pois guarda-os em lugar de honra no quarto, mantém-nos limpos e brinca bastante tempo com eles, talvez ?Receber Presentes? seja a primeira linguagem do amor dele. O que fazer, se você tiver um filho cuja primeira linguagem do amor é ?Receber Presentes?, e não tiver dinheiro suficiente para comprar vários brinquedos para ele? Tenha em mente que não é a qualidade ou o custo do mesmo que se conta. Muitos presentes podem ser feitos manualmente e, às vezes, as crianças gostam mais desse tipo do que de outros sofisticados. A realidade é essa: Já reparou como as crianças pequenas chegam a brincar mais com a caixa do que com o presente que vem dentro dela? Outra possibilidade é trabalhar com brinquedos quebrados e reconstituí-los. Reformar um deles pode ser um projeto tanto para os pais como para os filhos. Você não precisa ter ?rios de dinheiro? para dar presentes ao seu filho. 

4ª. Linguagem ? Atos de serviço


            É procurar agradar realizando coisas que ele (a) aprecia. Ajuda nas tarefas de casa,  lanchinho de tarde, historinha antes de dormir.
          Quando os filhos são pequenos, os pais continuamente utilizam-se de ?Formas de Servir? para se relacionar com eles. Se não o fizerem, as crianças às vezes adoecem. Tomar banho, ser alimentado e vestido, tudo isso requer um bom tempo de trabalho nos primeiros anos da vida de um bebê. Além disso, é necessário cozinhar, lavar e passar. Depois chega a época das lancheiras, dos ônibus escolares e da ajuda nas lições de casa. Tais coisas não são muito valorizadas por algumas crianças, mas para outras comunicam amor. Observe seus filhos. Note como eles demonstram amor por outras pessoas. Isso é uma boa dica para se descobrir a primeira linguagem do amor deles. Se o seu filho costuma demonstrar apreciação por pequenas coisas que se façam por ele, é uma dica de que elas são emocionalmente importantes para ele (ela). Através de ?Formas de Servir? você lhe comunica amor de forma significativa. Quando você o ajuda com um projeto de ciências, isso significa mais do que uma boa nota. O significado é ?meu pai (minha mãe) me ama?. Quando você conserta uma bicicleta, o que faz é muito mais do que devolver-lhe ?as rodas?. Permite que ele saia com o tanque cheio. Se o seu filho constantemente se oferece para ajudá-lo com seus projetos de consertos, provavelmente significa que, dessa forma, ele expressa amor, e ?Formas de Servir? possivelmente seja sua primeira linguagem do amor. 

5ª. linguagem do amor- Toque físico


          Andar de mãos dadas, beijar, abraçar , cheirar, dengar...
          Creio que vale a pena descobrir qual a primeira linguagem do amor de sua criança e investir tempo em realizá-la, fazendo companhia a ele (a), ou proferindo palavras de amor e valorização, presenteando-o (a) para mostra que se lembrou dele (a) ao sair, ajudando no dever de casa, dando banho... Você saberá como agradá-lo(a)! Há anos tomamos conhecimento que o ?Toque Físico? é um excelente comunicador emocional para crianças. Pesquisas têm mostrado que bebês que recebem bastante colo desenvolvem-se emocionalmente melhor do que os que não têm este privilégio.   Normalmente, os pais e os outros adultos seguram o bebê, apertam-no, beijam-no, afofam-no e dizem-lhe palavras carinhosas. Muito antes de entender o significado da palavra amor, ele já se sente amado. Abraços, beijos, cafunés, andar de mãos dadas, são formas de comunicar amor a uma criança.           O abraçar e beijar um adolescente já é diferente do abraçar e beijar uma criança. Ele não gostará disso se você tomar esta iniciativa na frente de seus amigos, mas não significa que não queira receber afagos, especialmente se o ?Toque Físico? for sua primeira linguagem do amor.
          Se seu filho adolescente costuma chegar por trás de você e abraçá-lo (a), empurrá-lo (a), agarrar seu tornozelo ao andar, mexer com você, essas são indicações de que ?Toque Físico? é importante para ele. Observe seus filhos. Note como demonstram amor para os outros. Essa é uma boa pista para se descobrir a linguagem do amor deles. Anote os pedidos que lhe fizerem. Muitas vezes estarão relacionados com a primeira linguagem do amor deles. Note as coisas que mais gostam, pois também são indicadores para descobrirmos sua primeira linguagem do amor. A linguagem do amor de nossa filha é ?Qualidade de Tempo?; portanto, enquanto ela crescia, sempre fazíamos longas caminhadas juntos. Durante o período em que ela estudava na Academia Salém, uma das mais antigas escolas para moças de nosso país, passeávamos pelo pitoresco bairro da Salém antiga. Os moravianos restauraram a cidade que possui mais de duzentos anos de idade. Caminhar pelas ruas de pedra transportava-nos para os tempos passados de nossa história. Andar pelo antigo cemitério comunicava-nos a realidade entre a vida e a morte. Naqueles anos percorríamos aqueles locais três tardes por semana e conversávamos muito entre as austeras construções. Ela se formou em medicina, e sempre que vem à nossa casa, faz a famosa pergunta: ?Papai, que tal sairmos para dar uma volta?? Nunca recusei seus convites. Meu filho, porém, jamais caminhou comigo. Ele diz: ?Caminhar é muito chato!           Você não vai a lugar nenhum. Se quiser ir a algum local específico, vá de carro.? A primeira linguagem do amor dele nada tem a ver com ?Qualidade de Tempo? dela. Como pais, sempre tentamos colocar nossos filhos na mesma forma. Vamos a conferências sobre as crianças, lemos livros sobre como ser melhores pais, aprendemos algumas boas ideias e queremos chegar logo em casa para colocá-las em prática com cada um deles. O problema é que cada filho é diferente e o que comunica amor para um, necessariamente não transmite ao outro. Forçar uma criança a caminhar a seu lado para que você possa ter ?Qualidade de Tempo? com ela não comunicará amor. Precisamos aprender a linguagem do amor de nossos filhos se quisermos que eles se sintam amados. Acredito que a maioria dos pais realmente ama seus filhos. Também admito que milhares de pais não conseguiram comunicar amor na linguagem certa e milhares de crianças em nosso país vivem com o ?tanque? emocional vazio. Acho que grande parte das crianças com comportamento inadequado tem por trás um tanque vazio. Nunca é tarde demais para se demonstrar amor. Se seus filhos são mais velhos e você percebe que durante anos falou com eles na linguagem errada, por que não comunicar isso a eles? Que tal falar-lhes assim: ?Sabe de uma coisa, li um livro sobre como se demonstra amor e percebi que, durante anos, nunca expressei carinho por você da forma mais adequada. Tenho tentado de mostrar meu amor através de; porém, agora percebo que essa forma provavelmente não lhe comunicou meu carinho, pois sua linguagem do amor é outra. Chego à conclusão que sua linguagem do amor possivelmente seja . Como você sabe muito bem, eu sempre o (a) amei, e espero que no futuro consiga expressar-lhe isso da melhor maneira possível.? Talvez você queira até explicar as cinco linguagens do amor para eles e conversar sobre a sua e a deles.
          Talvez seja você quem não se sinta amado (a) por seus filhos mais velhos. Se forem maduros o suficiente para entender o conceito das linguagens do amor, sua conversa poderá abrir-lhes os olhos.   É bem provável que se surpreenda com a boa vontade deles em tentar falar sua linguagem do amor e, quando o fizerem, surpreender-se-á como seus sentimentos e atitudes para com eles começarão a mudar. Quando os membros de uma família começam a falar a primeira linguagem do amor um ao outro, o clima emocional aumenta grandemente.
    


"Churuá! Churuá!" em Libras



Deus está sempre pertinho da gente; 
é só olharmos ao redor, 
até mesmo nas ondas do mar,
 que podemos ver que Ele está conosco.
Venha e cante com a turminha

🎼 
"CHURUÁ!CHURUÁ!" 

Nas conchinhas lá do mar, nas estrelinhas do céu 
No universo infinito sei comigo Deus está. 
Quem quiser pode escutar, no cantar do sabiá. 
No sussurro do vento, no "chuá" das ondas do mar 
Churuá churuá (chuá) 
 Churuá churuá (chuá) Churuá churuá (chuá) 
 Churuá churuá (chuá)”

 🎼


"O desafio de amar para os pais"


           Desafio 2 - O amor é paciente


"Pais não irritem seus filhos; 
antes,
 criem nos segundo a instrução e conselho do Senhor."
Efésios 6:4

          Escreva as palavras "O AMOR É PACIENTE" sobre um cartão, e fixe, temporariamente, em seu espelho ou refrigerador, enquanto o verifica nas próximas semanas, proponha-se a exibir paciência, um dia após o outro, como demonstração de seu amor por seus filhos.

          #reflexão
          Quando você pode mostrar mais paciência com seus filhos?

    Desafio 3 - O amor valoriza 


"Os filhos são herança do Senhor!"
 Salmos 127:3

          Comunique a seus filhos hoje que eles são um tesouro para você. Diga com sua próprias palavras: "VOCÊ É UMA DÁDIVA PRECIOSA PARA MIM, E EU SOU GRATO POR VOCÊ FAZER PARTE DA MINHA VIDA." Então agradeça a Deus por eles e pela oportunidade que ele deu a você para, diariamente, amar e valorizá-los. 

          #Reflexão
          Você vê seus filhos como um fardo ou bênção de Deus?
          O que você pensa sobre eles?

      Desafio 6 - O amor não é egoísta      
                   
"Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, 
mas humildemente 
considerem os outros superiores a si mesmo."
Filipenses 2:3

          Tire um pouco de tempo para orar e identificar alguns traços de egoísmo em sua vida que possam estar impedindo você de amar seus filhos eficazmente. Escolha empurrar para o lado qualquer distração que o impeça de dar o amor do qual seus filhos necessitam. Então, proponha-se a dedicá-los ao Senhor como uma dádiva com retorno n'Ele.

         #reflexão
        O que Deus lhe revelou quando você orou?
        Como seus filhos te veem? 

          Desafio 8 - O amor conquista corações 


"Ele fara com que o coração dos pais se voltem para seus filhos, 
e os corações dos filhos para seus pais."
Malaquias 4:6

          Estenda a mão a seus filhos, um a um, e diga a eles que você quer estar mais perto deles do que tem estado até agora. Comece a seguir os passos para conquistar e manter os corações deles. 
       
          #reflexão 
          Pergunte a si mesmo:
          - Tenho os corações de meus filhos dispostos agora?
          - Eles sabem que tem a mim?
          - Eles se preocupam com o que eu penso?
          - Eles querem passar o tempo comigo?
          - Eles ficam pesarosos quando estou descontente?
          - Eles são leais quando não estou por perto? 

          Não tente mudar seu filho antes de examinar-se primeiro (Mateus 7:15. Pergunte a Deus se Ele realmente tem o seu coração. Você é leal e submisso a Ele? Caso não seja, não fique surpreso se seus filhos estão seguindo seu exemplo ao empurrar seus corações para longe de você e de Deus.

    Desafio 09 - O amor acalenta 


"Assim como uma mãe consola seu filho
 também eu os consolarei."
Isaías 66:13

          Como você poderia aquecer a vida e corações de seus filhos hoje? Tire vantagem da oportunidade para dar-lhe algo inesperado. Como um toque amoroso, escolha um gesto apropriado que diga, "EU O ACALENTO", faça isso com sinceridade.

          #reflexão
          O seu amor de mãe /pai é acolhedor?
          Você tem o cuidado de ser terno e amoroso com seu filho?
          Como você comunica o seu amor a seu filho? Toca, sorri, acena?

          "A vida pode ser fria e imprevisível para nossas crianças em um mundo escuro. O estresse diário pode passar sobre elas e deprimi-las. Tudo isso exigirá de você algo caloroso para iniciar o degelo. Seu afago sobre suas costas ou o conforto de seu forte abraço lhes dará segurança emocional que acalma suas preocupações e dúvidas.


          Desafio 10: O amor não é grosseiro


"Prefiram dar honra uns aos outros 
mais do que a si próprio."
Romanos 12:10

          Organize uma noite de cordialidades. Converse abertamente sobre algumas formas de evitar comportamentos desagradáveis uns com os outros e como mostrar respeito. Oriente sua família em uma refeição divertida a praticar boas maneiras dando chance a cada um para servir e ser servido. Encontre um livro simples sobre etiqueta e aplique novas situações em família.

          #reflexão
          - O que você tem feito para ensinar os bons modos a seu filho?
          - Ensine seu filho que boas maneiras são um importante fator para enviar bênçãos recebê-las de volta.
          Se você ainda não o fez comece imprimindo nos seus filhos as marcas do altruísmo e comportamento cortês.

          "Bons modos evoluem com os filhos. Eles assistirão a sua conduta privada hoje, a tornarão pública amanhã e, então, passarão a seus próprios filhos um dia."

          Desafio 11 - O amor encoraja 
"As palavras suaves são favos de mel, 

doces para a alma
 e saúde para os ossos."
Provérbios 16:24

          O fruto de seus lábios não apenas ajuda os filhos definir a realidade e a compreender suas identidades como, também, orienta seus destinos. Frequentemente, os pais amaldiçoam seus filhos ao ridicularizá -los, insultá -los ou dizer que nada serão na vida, que não tem futuro . Dez segundos de veneno verbal poderiam mudar para sempre suas vidas. Por isso é vital que dominemos nossa língua.
          Devemos considerar o vocabulário com o qual advertimos nossos filhos. Existe uma grande diferença entre dizer a seu filho que cometeu uma tolice e chamá -los de tolo.
          Nossos filhos precisam compreender, com humildade, que são pecadores, mas, ainda assim, ver que são amados por Deus, feitos a sua Imagem e abençoados por seus pais.
          Nossas bocas deveriam ser fontes transbordantes de amor e verdade, em vez, de palavras poluídas de maldição, reclamação e insultos.



          Desafio 15 - O amor é de Deus

"Amados, 
amemo-nos uns aos outros, 
pois o amor é de Deus." 
1 João 4:7

          Se for possível, lembre, hoje a seus filhos de que " Deus é amor." (I João 4: 16) e que ele os ama profundamente. Ore com eles para que saibam que, sempre, podem se dirigir a ele como seu amoroso Pai Celestial. Ore de forma pessoal, para que Deus os ajude a receber o seu amor e a se transformarem em um canal do seu amor para seus filhos ( João 15: 9).          

          - Em primeiro lugar porque temos filhos?
          - O que determina o valor dos nossos filhos para nós?
          - Quais são os seus objetivos ao criá -los?

          " Honrar e amar a Deus... ao amarmos nossos filhos"

          Desafio 16

          Peça a seus filhos que leiam o Salmo 139 com você. Depois, pergunte o que aprenderam sobre onde Deus se encontra e o que sabe de nós. Explique que o Senhor os criou, os ama, sempre os vê e, um dia, os julgará por como viveram. Terminem orando juntos os versículos 23 e 24. 



          O amor é benigno

"Sejam bondosos
 e compassivos uns para os outros,
  perdoando-se mutuamente, 
 assim como Deus perdoou vocês em Cristo." 
 Efésios 4:32

          Surpreenda seus filhos, hoje fazendo algumas atividades inesperadas em favor da benignidade. Assim que eles se derem conta do seu gesto, peça-lhes para fazer algo benigno por alguém, mas que seja, também inesperado.

          O amor floresce


"... estando arraigados e alicerçados em amor."
Efésios 3:17

          As palavras são uma poderosa forma de comunicar amor. O desafio é simplesmente encontrar um momento em que você possa expressar, verbalmente amor a seus filhos. Se eles estiverem em sua casa ou acessíveis pelo telefone. Se for possível faça com que eles ouçam as palavras "EU AMO VOCÊ".