quinta-feira, 27 de agosto de 2026

2. "O Senhor proverá um cordeiro" - O filho da aliança não precisa morrer


Cristo Revelado e Anunciado 
no Antigo Testamento"

          Gênesis 22. 1 a 19
          "JEOVÁ JIRÉH", o Senhor que provê para todas as nossas necessidades.
          Sim, é verdade que o Senhor supre as nossas necessidades. É verdade que tudo o que nos ocorre é a manifestação da Sua santa providência. Não obstante, Ele providencia algo ainda maior, muito mais grandioso do que a satisfação das nossas necessidades físicas básicas.

          I. O DESCENDENTE DEVE MORRER 

          Gênesis 12. 1 a 9 é texto que mostra o chamado de Deus para Abraão. Em 12. 1, a ordem de Deus a Abraão é: "…Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei." Já a ordem que o Senhor Deus deu a Abraão em 22. 2, em muitos termos, se assemelha à ordem anterior: "…Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te mostrarei." Há uma tríplice repetição. O objetivo desta repetição é que entendamos quão duras foram as exigências feitas pelo Senhor a Abraão. O capítulo 12 nos mostra o início da jornada espiritual de Abraão, enquanto o capítulo 22 nos apresenta o apogeu, o ponto mais alto dessa caminhada. A fé que iniciou no capítulo 12 é colocada sob dura provação após o nascimento de Isaque, o filho prometido. 
          O Senhor parece intensificar a Sua promessa ao ordenar que Abraão, já idoso, com mais de 100 anos, tome o filho por quem tanto esperou e o ofereça em holocausto. Algumas pessoas se assustam diante desta ordem divina. Soren Kierkegaad chegou a afirmar que esta ordem de Deus é "ilógica e absurda". Contudo, se atentarmos bem para o que as Escrituras nos ensinam a respeito daa Lei de Deus e do pecado veremos que a exigência do Senhor não foi absurda e irracional. Em primeiro lugar, o Senhor determinou em Êxodo 22. 29 que todo primogênito pertencia ao Senhor. Deus estava dentro dos parêmetros da Sua Lei. Além disso, a ordem de Deus a Abraão foi: "…oferece-o ali em holocausto…" Isaque deveria ser oferecido ali como um "holocausto". Um holocausto é uma oferta queimada "cuja oferta sobe ou ascende até Deus". Outro detalhe é que "um holocausto consumia completamente o sacrifício. Não sobrava nada. É como se Sara jamais tivesse dado à luz Isaque." Mas, o mais importante e o que aponta a real justiça da ordem divina é que "o holocausto estava ligado ao conceito de sangue de expiação", isso quer dizer que é um sacrifício tendo em vista a satisfação da justiça divina por conta do pecado humano. E o que todo pecador merece? A MORTE (Romanos 6. 23). Sendo assim, Isaque não era um inocente que morreria. Era um pecador cujo sangue seria derramado para satisfazer a justiça de Deus, por ter Sua Lei quebrada pelo homem

          II. O PATRIARCA CRÊ

          Abraão ouve a ordem do Senhor e não diz absolutamente nada.

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

"Esperança em meio à crise"

 

"Voltai à fortaleza,
 ó presos de esperança; 
também hoje vos anuncio que vos restituirei em dobro." 
Zacarias 9:12 
— Almeida Revista e Atualizada)

          O povo de Israel estava reconstruindo suas vidas e a cidade de Jerusalém após o cativeiro, cercados de incertezas e dificuldades. A expressão mostra que, mesmo quando as circunstâncias externas parecem uma prisão, o cristão/fiel permanece "preso" e apegado à esperança em Deus, que não pode ser quebrada.
          O povo de Deus sempre foi(e deve continuar sendo) o povo da esperança, confiante de que Deus triunfará no fim. Mesmo nas circuntâncias difíceis, os crentes devem sempre afirmar que sua esperança está no Senhor. "Mas agora, Senhor, que hei de esperar? A minha esperança está em Ti."(Salmo 39. 7).
          ​Deus não apenas promete livramento, mas assegura renovação e bênção multiplicada ("restituirei em dobro") para quem confia n'Ele durante a tempestade.

          Creia!!!