domingo, 7 de maio de 2017

* "A moeda missionária"

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          Em um domingo, uma menina chamada Bete foi à Escola Bíblica Dominical, após a lição, a professora contou à classe a respeito de uma caixa em que as pessoas da igreja deveriam encher para ajudar no ministério de sua missionária. A professora pediu, então, sugestões às crianças sobre o que poderiam colocar na caixa. As crianças sugeriram: pentes, toalhas de rosto, chá, papel e envelopes, canetas e outras coisas desse tipo... Bete ficou muito triste depois do culto, pois era muito pobre e nada do que possuía era o bastante para poder doar. Todas as sugestões das crianças faltavam em sua casa. Ela decidiu orar para que Deus desse a ela condições de contribuir de alguma forma e saiu para brincar acreditando que Deus faria da melhor forma. Passaram-se alguns dias e andando pela rua, Bete encontrou uma moedinha de R$0,50 na calçada. Sentiu uma alegria enorme, porque há muito tempo não tinha dinheiro algum. Caminhava sorrindo e pensando no que compraria: talvez desse para comprar quatro balas. Hum... Que delícia... Talvez chicletes, ou uma figurinha. O   Espírito Santo, porém fez Bete lembrar-se da caixa missionária e do que pediu em oração e ela soube que essa moeda era a resposta de Deus para ela. Voltou para casa e guardou a moeda. No domingo seguinte Bete levou sua moedinha e perguntou para sua professora o que poderia comprar para colocar na caixa. A professora pensou alguns instantes e quase deixou escapar um: “Nada!”, mas olhou para Bete vestida com roupinhas tão surradas e imaginou o sacrifício que a menina fizera em não gastar o dinheiro com si mesma. Disse então: “Bete, acho que podemos comprar um folheto com essa moeda!”. A professora comprou então um folheto de evangelização e o enviou à missionária juntamente com uma carta contando os detalhes do presente de Bete e pedindo-a que orasse para que Deus enviasse aquele folheto à pessoa certa. Várias semanas depois a missionária recebeu a caixa. Ela guardou o folheto, até que um dia viu passar o Rajá Burmes de uma aldeia distante. O Espírito Santo a fez lembrar do folheto e ela rapidamente o pegou e entregou ao Rajá que o levou e o leu três vezes, após lê-lo, porém não conseguia dormir e nem tomar café na manhã seguinte e decidiu devolver o folheto à missionária. Ela lhe disse então que se sentia incomodado por que a palavra de Deus estava mostrando que ele era pecador e que precisava ser salvo pelo sangue de Jesus Cristo, verdadeiro filho de Deus, que foi derramado na cruz por nossos pecados. Mostrando mais versículos e esclarecendo as dúvidas em pouco tempo o Rajá abaixou sua cabeça e orou com ela aceitando a Jesus como seu salvador. Mais tarde o Rajá voltou regozijando-se à sua aldeia. Um ano se passou e a missionária viajava e visitava igrejas quando passou em uma aldeia onde nunca havia parado e se lembrou ser a aldeia do Rajá Burmes. Decidiu parar e ver como ele estava. Ela se espantou muito, pois quando entrou na aldeia a primeira coisa que viu foi uma igreja enorme. Ela descobriu ainda que o Rajá, ao chegar em casa, um ano atrás tinha reunido todo o seu povo e lido o folheto para eles e explicou a todos tudo o que tinha ouvido da missionária e mais de 1.500 pessoas aceitaram a Jesus também! Tudo aconteceu porque uma menininha deu tudo o que tinha a Deus. Ora, a moeda não foi mais importante que a oração. Ninguém precisa atravessar mares para achar pessoas que não conhecem o amor de Jesus. E não é necessário mudar de religião para conhecer a Deus. Ele quer usar cada um de nós para mostrar o seu amor. Esteja pronto para dar tudo de você a Deus e ele fará do seu pouco, muito!  

de Turma da Alegria e Tia Fran



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