terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

"Todo dia..."




Está um silêncio.
É cedo.
Meu café está quente.
O céu ainda está escuro.
O mundo ainda está dormindo.
O dia está chegando.
Em alguns instantes chegará o dia.
Ele virá rugindo pelo caminho com o nascer do sol.
O silêncio da madrugada será substituído pelo ruído do dia.
A calma da solidão será substituída pelos passos fortes da raça humana.
O refúgio da madrugada será invadido por decisões que precisam ser tomadas
e prazos que precisam ser cumpridos.
Nas próximas doze horas estarei exposto às exigências do dia.
A hora em que tenho de fazer uma escolha é agora.
Por causa do Calvário, sou livre para escolher.
E assim escolho.

Escolho o Amor...
Nenhuma ocasião justifica o ódio;
nenhuma injustiça autoriza a amargura.
Hoje amarei Deus e o que Ele ama.

Escolho a Alegria...
Convidarei o meu Deus para ser o Deus da circunstância.
Recusarei a tentação de ser cético...
a ferramenta do pensador preguiçoso.
Recusarei a ideia de considerar as pessoas menos que seres humanos,
criados por Deus.
Recusarei ver em qualquer problema
algo menos que uma oportunidade de ver Deus.

Escolho a Paz...
Viverei perdoado.
Perdoarei para poder viver.

Escolho a Paciência...
Esquecerei as coisas inconvenientes do mundo.
Em vez de amaldiçoar aquele que toma  meu lugar,
irei convidá-lo a fazer isso.
Em vez de queixar-me porque a espera é muito longa,
agradecerei a Deus por um momento para orar.
Em vez de fechar o punho diante de novas tarefas,
irei encará-las com alegria e coragem.

Escolho a Gentileza...
Serei gentil com os pobres, pois eles estão sozinhos.
Gentil com os ricos, pois eles estão com medo.
E gentil com os maus, pois foi assim que Deus me tratou.

Escolho a Bondade...
Prefiro ficar sem um centavo a aceitar um de forma desonesta.
Prefiro ser ignorado a vangloriar-me.
Prefiro confessar a acusar.
Escolho a bondade.

Escolho a Fidelidade...
Hoje cumprirei minhas promessas.
Meus credores não se arrependerão da confiança que depositaram em mim.
Meus sócios não questionarão minha palavra.
Minha esposa não duvidará de meu amor.
E meus filhos nunca terão medo de que seu pai não volte para casa.

Escolho a Mansidão...
Nada se ganha pela força.
Escolho ser manso.
Se eu levantar minha voz, que seja somente em louvor.
Se eu fechar meu punho, que seja somente em oração.
Se eu fizer uma exigência, que seja somente para mim mesmo.

Escolho o Domínio Próprio...
Sou um ser espiritual..
Depois que este corpo estiver morto, meu espírito subirá.
Recuso-me a permitir que aquilo que perecerá domine o eterno.
Escolho o domínio próprio.
Só me embriagarei de alegria.
Só me deixarei apaixonar por minha fé.
Só serei influenciado por Deus.
Só serei ensinado por Cristo.
Escolho o domínio próprio.

Amor, alegria, paz, 
paciência, gentileza, bondade,
 fidelidade, mansidão e domínio próprio.
A estes dedico o meu dia. 
Se tiver êxito, darei graças.
Se falhar, buscarei a graça de Deus.
E, então, quando este dia chegar ao fim,
colocarei a minha cabeça no travesseiro e descansarei.

Max Lucado


"A Corrida dos Pinguins"

 Divida os alunos em trios ou quartetos...
Encha uma bexiga para cada um. 
 Mostre o percurso que eles farão,
 quem chegar  primeiro ganha. 
Porém eles deverão fazer o percurso com a bexiga entre os joelhos.
 Vamos andar como os pinguins! 
Vence quem chegar primeiro!!

 (Livro Zooclopédia)
 




"Barnabé"


Objetivos:
Possibilitar às crianças experiências que as levem a refletir sobre o quanto Cristo nos amou e a decidirem por imitá-lo, amando o próximo.

Conteúdos:
 O amor que se expressa em misericórdia, solidariedade, empatia, ação em favor do outro – nos leva a pensar que amor não é um sentimento, mas uma atitude. É estar movido e em ação a favor do próximo, independente de quem esse próximo seja e do grau de amizade ou conhecimento que temos com ele. Esse amor nos move a ações que vão fazer diferença positiva na vida das pessoas, elevando os caídos, libertando os oprimidos, trazendo esperança aos que já não têm.

Ambientação
Toalha branca, uma cesta com quilos de alimentos, uma peça de roupa, calçados, remédios, saco de moedas, um agasalho ou manta (itens que podem servir de ajuda ao próximo), Bíblia, jarra com flores, uma cruz e um frasco de perfume. Em algum lugar de destaque, ter escrita a palavra: MISERICÓRDIA.

Para Memorizar
"Sede,
 pois,
 imitadores de Deus, 
como filhos amados; 
e andai em amor,
 como também Cristo nos amou 
e se entregou a si mesmo por nós, 
como oferta 
e sacrifício a Deus, 
em aroma suave."
 Efésios 5.1-2

Leitura Bíblica
Lucas 6. 27-36

Sensibilização
Dizer às crianças que a palavra misericórdia quer dizer piedade, compaixão – que são capacidades da pessoa sentir a dor e a necessidade do outro. Que somente a pessoa misericordiosa pode ser capaz de se unir aos outros para amar a outra pessoa que passa necessidade.

Dinâmica
Tenha um pegador de grãos e um saco cheio de grãos. Tenha dois sacos recipientes transparentes para colocar os grãos. Pegue uma medida de grãos com o pegador e coloque dentro do primeiro recipiente. No segundo recipiente, pegue a medida cheia, derrame dentro dele, sacuda o recipiente para acomodar os grãos e caber mais, pressione também os grãos e pegue mais uma medida cheia e quantas forem suficientes para fazê-la transbordar os grãos no recipiente. Dizer às crianças que a misericórdia de Deus é sem medida. É pela misericórdia de Deus que somos perdoados de graça, sem pagamento. Dizer que Deus nos chama a amar também sem medida: aos que nos perseguem e nos odeiam aos que não conhecemos aos que falam mal de nós. Devemos fazer ao outro aquilo que queremos que façam a nós. Deus nos convida a sermos misericordiosos do mesmo jeito que Deus é misericordioso. Conversar sobre a possibilidade de ajudarmos outras pessoas, dividirmos, compartilhar, ajudar a cada um em sua necessidade. Daí a importância de sermos sensíveis para perceber as necessidades e as dores dos outros. História Bíblica: Contada em forma de monólogo por uma pessoa vestida como um personagem da época bíblica do Novo Testamento. A pessoa chega e conta como se fosse um personagem que estava ali no meio da multidão, quando aconteceu essa história e que assistiu os diálogos narrados na Bíblia.

Monólogo da história de Barnabé
Um dos primeiros cristãos chamava-se José. Filho de Nebo, nascido em Chipre, era um judeu da tribo dos levitas. Não demorou a ser apelidado pelos demais cristãos de Barnabé – que significa: filho da consolação. Um homem bom, piedoso, cheio do Espírito Santo e que conhecia o verdadeiro sentido da palavra misericórdia. Era reconhecido por todos por sua fé. Era um evangelista altamente considerado por seu bom senso e integridade; sempre era escolhido para as tarefas mais importantes e delicadas da missão naqueles dias. Barnabé era um homem de posses que não amava o dinheiro e, sim, a misericórdia. Um dia, quando houve necessidade, vendeu uma propriedade e entregou todo o dinheiro para ser usado em benefício dos necessitados. Outra vez, quando uma grande fome atingiu a Judeia, se juntou aos demais no levantamento de doações. Ele mesmo acabou sendo escolhido pelos cristãos para, junto com Paulo, ir levar doações aos irmãos necessitados.


Homem sensível ao Espírito de Deus, ponderado e íntegro, foi o primeiro a estender as mãos ao recém-convertido Paulo, que estava sendo rejeitado pelos demais cristãos por temerem que não estivesse sendo sincero e que estivesse tentando ganhar-lhes a confiança para então prendê-los. Barnabé, que contava com o respeito dos demais fiéis, trouxe Paulo para junto de si, acreditou nele e o ajudou a ser aceito pelo grupo apresentando-o aos demais irmãos de Jerusalém. Quando Paulo teve que fugir para Tarso porque estava sendo perseguido, foi Barnabé quem foi até ele para consolá-lo e animá-lo, levando-o para a cidade de Antioquia onde os dois pregaram por um ano inteiro. Era zeloso com a Palavra de Deus e, quando exortava os irmãos a andarem em sujeição à vontade de Deus e a permanecerem com firmeza de coração no Senhor, ele o fazia com bondade e com palavras que traziam um novo ânimo, mesmos nos dias de dificuldade. Amado pelos da igreja primitiva, era aquela pessoa que sempre trazia alegria e paz onde quer que chegasse. Trazia consolação nos dias de perseguição.


Foi companheiro de Paulo em sua primeira viagem missionária. E que bela dupla formou. Paulo, com toda sua intrepidez e vocação para a pregação e Barnabé, com aquela sensibilidade, que lhe era própria, fizeram com que o Evangelho crescesse entre os judeus e os gentios. Portanto, se o Evangelho de Cristo chegou até os dias de hoje e alcançou as pessoas em nossa cidade, devemos muito a esse evangelista que não mediu esforços no trabalho do Senhor. Depois de narrada a história, agradeça ao personagem e deixe que se retire. Converse com as crianças sobre Barnabé. Diga-lhes que podemos perceber que era homem ligado a Deus e expressou isso pelos seus atos misericordiosos para com as pessoas que precisaram dele. Pedir que levantassem as mãos aquelas crianças que desejam que Deus as capacite a amar sem esperar retribuição, a amar sem medida como Deus nos ama. Oração: Pelas crianças que tomaram a decisão de serem misericordiosas, por algum motivo específico e pelo dia da EBF.



Anexos






segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

"A Ressurreição de Lázaro"


"Para os homens é impossível;
 contudo, 
não para Deus,
porque para Deus tudo é possível".
Marcos 10:27

Às vezes a nossa fé é limitada!
 Não cremos totalmente naquilo que realmente Jesus pode fazer por nós.
 Professor creia no Deus do impossível! Ler: João 11: 1-45

Versículo para decorar:
"Eu e minha casa serviremos ao Senhor."
 (Js 24:15)
"Eu vim para que tenham vida" 
(João 10.10)

Aplicação:
Enfatizar a necessidade de confiar nos planos de Deus 
e a importância do amor entre irmãos e amigos
 (no caso de filhos únicos).

História
Hoje,
 nós vamos saber o que aconteceu com três irmãos amigos de Jesus:
 Marta, Maria e Lázaro. 
Esses irmãos amavam muito a Jesus e seguiam os Seus ensinamentos. 
Jesus também amava muito cada um deles. 
Jesus gostava de ficar na casa deles na cidade de Betânia. 
Certo dia,
 Lázaro ficou muito doente.
 Marta e Maria, 
suas irmãs, 
pediram para algumas pessoas procurarem Jesus,
 para que Ele fosse até Lázaro e o curasse daquela doença.


As pessoas foram ao encontro de Jesus, 
que estava em outra cidade,
 e contaram a ele que Lázaro estava muito doente. 
Jesus demorou ainda dois dias naquela cidade
 para depois ir até Lázaro e suas irmãs. 
Quando Jesus chegou. 
Lázaro já havia morrido e suas irmãs estavam chorando muito.
 Vamos ver o que aconteceu?
 Marta disse a Jesus que, 
se Ele estivesse chegado antes, Lázaro não teria morrido.
 Sabem o que Jesus respondeu para ela? 
Ele disse: 

“Eu sou a ressurreição e a vida. 
Quem crê em mim,
 ainda que morra,
 viverá”.


Jesus disse isso porque ia fazer uma coisa muito especial por Lázaro.
 O que seria?
 Quando Maria chegou perto de Jesus,
 disse a mesma coisa que dissera a Marta. 
Jesus, 
vendo o sofrimento delas,
 também chorou porque amava muito aquela família. 
Depois,
 Jesus pediu que lhe mostrassem o lugar onde Lázaro estava sepultado
 e foi até lá.
 Ao chegar, 
pediu que tirassem a pedra do túmulo. 
Então Marta disse:

 “Senhor Jesus,
 nosso irmão está sepultado já faz quatro dias”. 

Jesus então disse:

 “Lázaro,
 vem para fora!”

 E o milagre aconteceu: 
Lázaro viveu de novo, 
e veio para fora!
 Que maravilha!


Todos ficaram muito felizes com a ressurreição de Lázaro, 
e todas as pessoas que estavam perto de Marta e Maria
 creram no Senhor Jesus e no milagre que Ele realizou. 
A história de Lázaro nos lembra também 
que Jesus morreu e ressuscitou para nós dar uma vida diferente:
 a vida eterna. 
Todos aqueles que aceitam a Jesus como seu Salvador têm a vida eterna. 
Deus criou a família com o objetivo de união,
 de amor, 
de colaboração, 
de amizade. 
É muito bom ter a uma família que se ama e,
 principalmente, 
que serve ao Senhor.
 Isso acontecia na família de Marta, Maria e Lázaro. 
Como é bom ver que estes irmãos se amavam e juntos amavam a Jesus! 
O que você pode fazer para mostrar que ama seu irmão e seus amigos? 
Que tal começar a mostrar amor
 deixando-o brincar com o seu brinquedo favorito?
 Ou ajudá-lo a fazer algo 
que o papai ou a mamãe pediu para que ele fizesse.

Reflexão para o professor

Caro professor, 
se olharmos para a história de Lázaro,
 podemos perceber algo 
que às vezes passa desapercebido de nossos olhos: 
Jesus ressuscitou Lázaro,
 mas não retirou a pedra que cobria a entrada do lugar onde ele estava.
 Ele mandou que as pessoas o fizessem.
 Quando analisamos essa passagem
 podemos entender que Nosso Deus faz por nós
 tudo aquilo que não podemos fazer, 
que está além de nossas forças.
 Mas aquilo que depende de nós mesmos Ele quer que façamos.
 Deus permite isso pois deseja que cresçamos com as provações
 e possamos amadurecer.
 Ele jamais nos deixa passar por algo além de nossas forças, 
mas dá o escape que precisamos, 
como diz em Sua Palavra.
 Caso esteja passando por algum problema,
 pense com carinho nisso. 
Cristo está ao seu lado
 para lhe ajudar naquilo que não está ao seu alcance fazer. 
Mas também está contigo 
para lhe motivar a fazer o que compete somente a você. 
Entregue nas mãos de Deus o seu problema
 e peça a Ele orientação sobre o que compete a você fazer sobre isso.

Anexos