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segunda-feira, 19 de junho de 2017

"Nosso inimigo desarmado"


Versículo do dia: 
"E a vós outros, 
que estáveis mortos pelas vossas transgressões
 e pela incircuncisão da vossa carne, 
vos deu vida juntamente com ele, 
perdoando todos os nossos delitos; 
tendo cancelado o escrito de dívida,
que era contra nós 
e que constava de ordenanças,
 o qual nos era prejudicial,
 removeu-o inteiramente, 
encravando-o na cruz;
 e, 
despojando os principados e as potestades,
 publicamente os expôs ao desprezo,
 triunfando deles na cruz."
Colossenses 2.13-15
          A razão pela qual a união com Cristo faz uma grande diferença para o crente é porque Cristo obteve um triunfo decisivo sobre o diabo no Calvário. Ele não removeu Satanás do mundo, mas o desarmou até o ponto de remover a arma da condenação de sua mão.
          Satanás não pode acusar os crentes de pecado não perdoado; e essa é a única acusação que pode nos destruir. Portanto, ele não pode nos levar a ruína total. Ele pode nos ferir fisicamente e emocionalmente, e até mesmo nos matar. Ele pode nos tentar e incitar outros contra nós. Porém, não pode nos destruir.
          O triunfo decisivo em Colossenses 2.13-15 deve-se ao fato de que “o escrito de dívida, que era contra nós” foi pregado na cruz. O diabo havia feito desse escrito de dívida sua principal acusação contra nós. Agora ele não tem nenhuma acusação que possa fazer na corte do céu. Ele é impotente para fazer a única coisa que mais deseja: condenar-nos. Ele não pode fazê-lo. Cristo levou sobre si nossa condenação. O diabo está desarmado.
          Outra maneira de dizer isso está em Hebreus 2.14-15: “[Cristo tornou-se humano] para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida”.
          A morte ainda é nossa inimiga. Mas é inofensiva. O veneno da víbora foi removido. O aguilhão mortal desapareceu. O aguilhão da morte era o pecado e o poder condenatório do pecado estava na demanda da lei. Mas, graças a Cristo que satisfez a demanda da lei. 
 "Onde está, 
ó morte, 
a tua vitória? 
Onde está,
 ó morte,
o teu aguilhão?”.
John Piper
de voltemosaoevangelho.com

"Esperança para cristãos imperfeitos"


Versículo do dia: 
"Porque, 
com uma única oferta,
 aperfeiçoou para sempre
 quantos estão sendo santificados."
Hebreus 10.14
          Este versículo é cheio de encorajamento para pecadores imperfeitos como nós e é repleto de motivação para a santidade.
         Isso significa que você pode ter certeza de que é perfeito e completo aos olhos do seu Pai celestial não porque você é perfeito agora, mas exatamente porque, embora não seja perfeito agora, está “sendo santificado”, “sendo feito santo” — de forma que, pela fé nas promessas de Deus, você está se afastando de sua persistente imperfeição em direção à crescente santidade. Esse é o ponto de Hebreus 10.14.
          A sua fé o torna desejoso de abandonar o pecado e progredir em santidade? Esse é o tipo de fé que, em meio a imperfeição, pode olhar para Cristo e dizer: “Você já me aperfeiçoou diante de sua vista”.
          Esta fé diz: “Cristo, hoje pequei. Mas eu odeio o meu pecado. Pois, você escreveu a lei no meu coração e eu desejo cumpri-la. E está operando em mim o que é agradável aos seus olhos. E assim, odeio o pecado que ainda cometo; e odeio os pensamentos pecaminosos que entretenho.”
          Esta é a verdadeira e realista fé que salva. Esta é a fé que pode saborear as palavras: “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados”.
          Este não é a vanglória dos fortes. É o clamor dos fracos que precisam de um Salvador.
          Eu o convido, e insisto, a sermos fracos o suficiente para que confiemos em Cristo dessa forma.
John Piper
de voltemosaoevangelho.com


sábado, 17 de junho de 2017

"O que Jesus fez à morte"


Versículo do dia:

 "E, 

assim como aos homens 

está ordenado morrerem uma só vez, 

vindo, 

depois disto, 

o juízo, 

assim também Cristo, 

tendo-se oferecido uma vez para sempre 

para tirar os pecados de muitos, 

aparecerá segunda vez, 

sem pecado, 

aos que o aguardam para a salvação."

Hebreus 9.27-28

         A morte de Jesus tira pecados. Esse é o próprio coração do cristianismo, o coração do evangelho e o coração da grande obra divina de redenção no mundo. Cristo tirou os pecados quando morreu. Ele removeu pecados que não eram seus. Ele sofreu por pecados que outros cometeram, para que eles estivessem livres desses pecados.
          Essa é a resposta para o maior problema em sua vida, quer você sinta que esse é o seu principal problema ou não. Há uma resposta para a questão de como podemos nos reconciliar com Deus apesar de sermos pecadores. A resposta é que a morte de Cristo é “uma oferta para tirar os pecados de muitos”. Ele tomou os nossos pecados e os levou para a cruz e morreu ali a morte que nós merecíamos morrer.
          Agora, o que isso significa quanto à minha morte? “Está ordenado [a mim] morrer uma só vez”. Isso significa que a minha morte já não é punitiva. Minha morte não é mais uma punição pelo pecado. O meu pecado foi tirado. Meu pecado é removido pela morte de Cristo. Cristo tomou sobre si a punição.
          Então, por que eu morro? Porque Deus deseja que a morte permaneça no mundo por enquanto, até mesmo entre os seus próprios filhos, como um testemunho permanente do extremo horror do pecado. Em nossa morte ainda manifestamos os efeitos exteriores do pecado no mundo.
          Porém, a morte para os filhos de Deus não é mais a sua ira contra eles. Ela tornou-se a nossa entrada na salvação e não na condenação.
John Piper

de http://voltemosaoevangelho.com


"Graça para o ano novo"

Versículo do dia: 

"Mas,

 pela graça de Deus, 

sou o que sou; 

e a sua graça, 

que me foi concedida,

 não se tornou vã;

 antes, 

trabalhei muito mais do que todos eles; 

todavia,

 não eu, 

mas a graça de Deus comigo."

1Coríntios 15.10

          A graça não é apenas a disposição de Deus de nos fazer bem quando não o merecemos. É um poder real de Deus que age e faz coisas boas acontecerem em nós e para nós.
          A graça de Deus foi a ação de Deus em Paulo para fazer Paulo trabalhar duro: “Pela graça de Deus… trabalhei muito mais do que todos eles”. Então, quando Paulo diz “desenvolvei a vossa salvação”, ele acrescenta: “porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade” (Filipenses 2.12-13). Graça é poder de Deus para realizar boas coisas em nós e para nós.
          Esta graça é passada e é futura. Ela está sempre fluindo na infinitesimal cachoeira do presente, a partir do rio inesgotável da graça que vem até nós do futuro, para o reservatório cada vez maior de graça no passado.
          Nos próximos cinco minutos, você receberá graça sustentadora que flui a partir do futuro, e você acumulará mais cinco minutos de graça no reservatório do passado. A resposta adequada à graça que você experimentou no passado é a gratidão e a resposta adequada à graça prometida para você no futuro é a . Nós somos gratos pela graça passada do ano anterior e estamos confiantes na graça futura para o ano novo.
John Piper

de http://voltemosaoevangelho.com