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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Ensinando sobre Missões


Pedrinho era um menino muito especial, pois todas as vezes que seu pai viajava quase sempre ele ia junto. O pai de Pedrinho falava:
-Pedrinho! Arrume as suas malas que vamos fazer outra viagem.
-Oba! Que legal! – diz Pedrinho com um sorriso bem aberto – Papai, pra onde nós vamos?
- Nós vamos fazer uma visita ao missionário que trabalha na Tailândia.


Chegando à Tailândia, o missionário os está esperando no aeroporto.
- Papai, olha o tanto de carros. Eu nunca vi tantos carros juntos assim!
- É verdade Pedrinho! Aqui é assim mesmo, quase não dá para andar de tanto carros.
Pedrinho estava super contente com a viagem, porém estava confuso em ver tantos carros e casas juntinhas e pequeninas. Pedrinho, seu pai e o missionário entraram numa casa onde a missionária fazia evangelismo.

- Papai, por que tantas crianças assim juntas?
- Elas estão aqui porque não têm casas.
- E seus pais?
- Filho, depois você me faz estas perguntas.
Até o pai de Pedrinho já estava confuso em ver tantas crianças juntas. De longe Pedrinho vê uma criança que estava muito doente.

Ele chega perto dela e pode ver a tristeza daquela criança, sozinha, doente e sem os seus pais. Pedrinho olha para os lados e percebe que o lugar estava sujo, não tinha pessoas suficientes para ajudar aquelas crianças e a única coisa que podia fazer era dar seu lanche para ela.
- Você quer meu lanche? A criança não entendia a língua de Pedrinho. -Toma! (Pedrinho tira o lanche e dá para criança doente).
O pai chega e diz:
-Vamos, meu filho, está na hora de voltar.
Pedrinho sai e nem fica sabendo o nome da criança.No caminho de volta o menino não dá nenhuma palavra.Todos estavam tristes em ver aquelas crianças sozinhas e doentes naquele lugar.

- Papai por que todas aquelas crianças estão sozinhas?
- Os pais de algumas morreram, outras foram abandonadas e algumas estão em tratamento.
Pedrinho não podia pensar em outra coisa a não ser nas crianças daquele lugar.
- Papai, o que podemos fazer por aquelas crianças?
-Não podemos fazer nada!
Pedrinho ficou indignado com seu pai e com a situação.
- Filho,vai dormir que amanhã vamos viajar…
- Boa noite, papai.

Pedrinho antes de dormir intercede pelas crianças com o coração muto comovido: Senhor Deus, eu lhe peço que ajude aquelas crianças enfermas. Que o Senhor as cure de toda doença e que a sua paz esteja com elas. Em nome de Jesus. Amém!
No dia seguinte Pedrinho tem uma idéia e comunica no café da manhã.


- Papai sabe o que podemos fazer? Vamos falar das crianças em nossa igreja e descobrir quem quer vir a Tailândia ajudar a cuidar delas.Vamos falar de tudo que vimos aqui e pedir a Deus mais pessoas para vir trabalhar. E quando eu crescer, pai, vou ser um missionário aqui.
- Muito bem, meu filho, vejo que você aproveitou bem a sua viagem. Agora vamos que já estamos atrasados, temos que voltar ao Brasil.
- Outra coisa papai: Eu quero dar minha mesada para os missionários que estão trabalhando aqui todos os meses quero contribuir.
-Muito bem meu filho, a junta de Missões tem um programa de adoção missionária. Você pode adotar um missionário e ser um missionário sustentador e, desse jeito, contribuir para a obra missionária.
-Legal, pai, assim eu vou poder contribuir, orar e, quando crescer, ser um missionário.
- Isto mesmo, meu filho, estou orgulhoso de sua decisão.
Depois daquela viagem Pedrinho sempre contribuía, orava e lembrava daquelas crianças. Ele sempre pensava nelas porque nunca tinha visto algo igual. Era tanto sofrimento, tantas crianças sem pais, sozinhas e doentes. Pedrinho aprendeu que Jesus quer ajudar os que não têm paz e que ele também pode orar e fazer algo por aqueles que sofrem.

Extraído da Revista Crianças e Missões


segunda-feira, 16 de julho de 2018

* "Guilherme, o ganhador de almas"










 

"Madugu"


          MADUGU era uma criança como toda criança, ele gostava muito de brincar, mas certo dia
brincando, ele machucou a sua perna. E como doía! MADUGU mancava o tempo todo, apoiado em 
uma vara. O machucado de sua perna doía tanto que ele chegava a morder os próprios lábios. Ele já 
havia pegado algumas folhas de uma árvore espinhosa para colocar no machucado, porque a sua mãe
tinha dito a ele que isto curaria seu machucado. Ele esperou que melhorasse, mas a perna doía ainda 
mais. Nisto, MADUGU ao ver de longe a casa dos missionários, deu um grande suspiro. MADUGU sabia
que na casa dos missionários tinham remédios, mas eles eram cristãos. E MADUGU disse para si mesmo: 
- Eu sou um mulçumano! Nós mulçumanos não devemos deixar que estes cristãos toquem em nós. Apesar
disso MADUGU sabia que alguns amigos dele tinham ido até lá na casa dos missionários e tinham sido
sarados. E pensou... - Aqueles missionários são como anjos aqui na terra.
          Certa vez MADUGU tinha visto um missionário que andava pela aldeia, e ele tinha um livro que
“falava”! Nele havia uma página dourada. E dizia: - Talvez, se eu fosse na casa dos missionários, poderia
ver esse livro ou até pegá-lo. - Eu vou! Resolveu MADUGU. Era um caminho estreito, longo e cheio de
pedras. MADUGU caminhou bem devagarinho. Seu machucado ardia como fogo. De vez em quando ele 
dava uma paradinha. Até que enfim conseguiu chegar à casa dos missionários.


          A esposa do missionário ao ver MADUGU, tratou-o com muito carinho, e lavou o seu machucado. 
          E conversando com ele disse: - Eu me chamo Helena. - Você gostaria de ficar aqui até melhorar a sua 
perna? MADUGU não lhe respondeu. Olhou para ela desconfiado, e disse: -A senhora tem um livro que 
fala, não tem?! A missionária olhou para MADUGU admirada, e depois sorriu. - Oh! Você quer dizer o Livro 
sem Palavras?! - Ele tem uma página dourada, disse MADUGU. Ela brilha. A missionária passou pomada 
com todo cuidado no seu machucado e disse a MADUGU: - O dourado representa o céu. MADUGU 
concordou com ela balançando a cabeça. - Já sei sobre o céu. Meu professor mulçumano me falou sobre 
o céu. A missionária olhou para o rosto de MADUGU, e disse: - Só há um céu verdadeiro MADUGU, e foi 
Deus quem o criou. Lá não há tristeza, nem doença, nem choro... E nem pernas machucadas! Ela colocou 
um faixa na perna de MADUGU, e continuou conversando: - Hoje à noite, o missionário Davi, meu esposo 
vai falar sobre o Livro sem Palavras para as crianças, ele vai mostrar primeiro a página dourada. De repente, 
MADUGU pergunta: - Se eu ficar aqui até minha perna melhorar, alguém poderia avisar ao meu pai que 
estou aqui? - Claro que sim! Vou mandar Cardo, o menino de recados, avisar ao seu pai, ele corre bem 
depressa. MADUGU ficou muito feliz. Já não se sentia mais preocupado. Ele quase não via a hora de chegar 
a noite para saber mais do livro. Mas, justamente quando a missionária Helena estava terminando de fazer 
o curativo em sua perna... Sabe o que aconteceu? MADUGU viu as crianças chegando. - Já estou 
terminando MADUGU! – disse a missionária Helena. - Precisamos terminar de colocar esse pano para 
proteger.
          Assim que terminou de fazer o curativo, MADUGU se juntou às crianças, e o missionário tinha a 
página dourada aberta. O coração de MADUGU bateu forte. E MADUGU disse: - Aí está o livro que fala! 
Todas as crianças olharam para MADUGU, e depois olharam para o livro que tinha a página dourada. 
          Ouçam o que Jesus nos diz na Bíblia a respeito do céu, disse o missionário Davi. - “Vou 
prepara-vos lugar.” 
          Isto Está escrito na Bíblia em João 14:2.
          MADUGU se sentiu alegre ao escutar essa boa notícia, mas agora o missionário estava virando a 
página, e a próxima era completamente preta. Isto representa os corações sem Cristo. Representa o 
pecado e o mal. E fez uma pausa. - O pecado não pode entrar no céu! MADUGU então pensou em tantas 
coisas erradas que ele havia feito.


           O missionário virou novamente a página, e esta era de um lindo vermelho. Logo em seguida 
levantou-se um menino e falou bem alto: - “O sangue de Jesus Cristo, nos purifica de 
todo o pecado.” I João 1:7 - Jesus morreu! Para purificar os nossos corações. Disse o 
missionário. De imediato, MADUGU pensou no dia em que foi morto um carneiro todo branquinho, em 
uma festa mulçumana em sua aldeia, que ele e os irmãos assistiram. Agora ele sabia que um carneiro 
não poderia de jeito nenhum lavar os seus pecados. - Jesus voltou para o céu, para preparar um lugar 
para nós, disse o missionário. MADUGU inclinou-se para frente, admirado. - Mas o senhor não disse que 
Ele morreu?! As crianças riram baixinho de MADUGU.
          - Sim, Jesus morreu, mas Ele ressuscitou dos mortos, Jesus está vivo para sempre, é por isso que 
a Sua morte pode salvar-nos. - Disse o missionário Davi.


          Então o missionário virou para a página branca. - Vejam! Isto representa um coração limpo! MADUGU 
desejava que o seu coração fosse assim, branquinho, branquinho e esse desejo foi para a cama junto com 
ele. Então ele começou a pensar: - O missionário havia dito que qualquer um poderia receber a Jesus em 
seu coração. MADUGU não ficava quieto na cama, se virava toda hora e ficava pensando: - Mas se eu 
chamar Jesus pra morar em meu coração, então eu não serei mais um mulçumano. Teria que ser um cristão, 
como eles! O desejo continuou com ele a cada dia. E sempre pensava: - Eu quero ter um coração limpo, 
como aquela página! Então cortou um pedaço de papel branco e colocou em seu bracinho tão escuro. 
          Parecia mais branco do que nunca. Depois dobrou o papel e ficou com ele na mão, fazendo de conta
 que era parte do livro que falava.
          MADUGU começou a aprender alguns versículos bíblicos, e cada dia que passava, não via a hora 
de se reunir para ouvir mais do livro que falava. Certa noite, o missionário disse: - Jesus está esperando 
que cada um de nós o chame para morar em seus corações. Ele quer nos perdoar e ficar bem juntinho de 
cada um de nós! Podemos nos chegar a Ele como um amigo, porque Ele é o nosso amigo. Ele é o melhor 
amigo que podemos ter.


          MADUGU não esperou nem mais um minuto. Correu para o quarto que o missionário havia lhe dado, 
fechou a porta e se ajoelhou perto da cama. E orou assim: - Querido Jesus, estou pronto para recebê-lo 
agora. Por favor, venha e faça o meu coração ficar limpo. E por favor, deixe-me ser seu amigo. Quando ele 
subiu para a cama, estava muito feliz, quase não conseguiu dormir.


          Certo dia, MADUGU notou que a porta do escritório do missionário estava aberta. De fora, podia ver 
o Livro sem Palavras sobre a mesa. E MADUGU não pensou muito, entrou na ponta dos pés e sabe o que 
aconteceu? Ele pegou o livro. Era a primeira vez que ele tocava naquelas páginas coloridas. Neste momento 
ouviu um barulho atrás dele e depressa virou. Era o missionário que estava olhando para MADUGU. 
MADUGU levou um susto ao ver o missionário e disse: - Eu... Eu só estava dando uma olhadinha neste livro. 
          O missionário sorriu pra ele e disse: - Tudo bem, não se preocupe MADUGU, vejo que sua perna está 
boa e você poderá ir pra casa amanhã. - Amanhã!!! – Exclamou MADUGU. Sem pensar, MADUGU disse ao 
missionário: - Não quero ir para casa! MADUGU sabia muito bem, que se ele fosse embora, não poderia mais ouvir 
as mais belas histórias da Bíblia e ver as cores que falavam! O missionário compreendeu o que MADUGU 
disse daquela forma. Então o missionário aproximou-se de MADUGU e delicadamente pegou o livro, folheu-o 
e, depois o devolveu a MADUGU e disse: - Quero dar este livro a você, para que você possa contar a história 
dele em sua aldeia. No dia seguinte, os missionários se despediram de MADUGU e oraram com ele e 
disseram: - Deus o abençoe.



          MADUGU de vez em quando olhava para trás enquanto descia a estrada dando tchau. Então quando 
ninguém mais o via andou bem depressa, e estava muito feliz. Segurava o livrinho sem palavras com orgulho 
e, a medida que ia andando, ia repetindo os versículos que aprendeu com o missionário. Quando se 
aproximou da aldeia, sua família ficou muito alegre ao vê-lo, e seus três irmãos perguntaram: - O que é isso 
que você ganhou? - Deixe a gente ver essas cores! Enquanto isso, MADUGU conservava o livrinho fechado. 
- Hoje à noite irei falar para vocês deste livro que fala. Assim que terminou o jantar, os meninos perguntaram: 
- Não está na hora? Está! Ou não está? - Sim! – Disse MADUGU.


          Ele sentou de frente dos seus irmãos, do mesmo jeito que viu o missionário fazer. E abrindo a página 
dourada, que brilhava no quarto quase escuro, disse: - Quando nós morremos, vivemos com Deus para 
sempre, se nossos corações estiverem limpos, pois este livro, diz que nós não somos bons, mas Deus é e 
seu filho Jesus também é bom. Deus mandou Jesus ao mundo, e Ele morreu por nossos pecados. E olhem! 
Abrindo a página branca disse: - O Senhor Jesus Torna limpinho o nosso coração sujo. Quando ele terminou 
de contar a história do livrinho, seus irmãos disseram: - Conte outra vez! MADUGU falou aos seus irmãos 
todos os versículos que tinha aprendido. No dia seguinte e durante toda a semana, os irmãos de MADUGU 
queriam ouvir mais e mais do livrinho, e cada dia que passava, um a um convidava Jesus para morar em 
seu coração. - Agora vocês precisam aprender todos os versículos que aprendi e que fala neste livrinho. 
Eu vou ensinar cada um deles para vocês. – Disse MADUGU.



          Passados uns dias, Binho, que era seu irmão do meio de MADUGU, disse: - Eu também sei! E não 
demorou muito, Basu, o irmão caçula de MADUGU, falou: - E eu também! MADUGU ficou muito feliz por 
eles. Binho aproximou-se deles e disse: - Agora nós precisamos ter um livro que fala também. Os dois 
irmãos de MADUGU também concordaram. Mas o coração de MADUGU, quase se despedaçou de medo e 
disse: - Não há mais nenhum livro deste. Binho chegou nele e disse: - Você pode cortar o seu em quatro 
partes. Ele é tão grande! Mas MADUGU correu depressa para a sua casa na aldeia e disse:- Não! Não 
posso fazer isso! Não quero cortar o livro! Colocando o livro sem palavras debaixo de seu cobertor,
sentou-se em cima do livrinho e dizia: - Não e Não! E pensando no que poderia acontecer se ele cortasse 
o livro, bem de vagarinho enfiou a mão em baixo do cobertor e tirou o livrinho. Mediu com seus dedos para 
ver de que tamanho ficaria cada parte, e notou que o livro ficaria muito pequeno. Naquela noite, MADUGU 
orou muito.


          Novamente MADUGU cortou o livro e agora havia sobre o tronco quatro pedaços. Os irmãos de 
MADUGU nem se mexiam, pois eles sabiam que MADUGU estava muito emocionado.
          MADUGU pegou as quatro partes e foi entregando uma a uma para seus irmãos e eles, com o maior 
cuidado, seguravam o livrinho e diziam a MADUGU: - Mamãe poderá costurar as páginas dos nossos livros 
que estão soltos. Todos estavam muito sérios. O coração de MADUGU estava muito feliz e lembrava o que 
aprendeu a respeito do livro e dizia: - Um coração limpo deve ter alegria em compartilhar com os outros. 
No momento em que terminou de entregar o livro para seus irmãos, sua parte do livro estava sobre o velho 
tronco e de repente um leve vento virou as páginas, ficando aberta na cor branca, era tão branca como 
antes! De repente, uma coisa maravilhosa aconteceu com MADUGU. Seu coração se encheu de alegria e 
em seu rosto surgiu um belo sorriso e disse: - Não tem importância que seja pequeno! Uma página pequena 
pode ser tão branca como uma grande! Ele sentia que naquele instante Jesus estava bem ao seu lado 
sorrindo e muito feliz por sua atitude. Os irmãos de MADUGU olharam para ele naquele momento e depois 
começaram a rir, balançando seus livrinhos e pulando de alegria.


          MADUGU também pulava e gritava de alegria junto com eles.
          APLICAÇÃO: Essa história tão bela nos ensina que MADUGU não guardou para si a mensagem 
do quanto Deus nos ama a ponto de enviar Jesus, Seu único Filho, para morrer em nosso lugar, para nos 
perdoar dos nossos pecados e vir morar em nosso coração. Jesus quer que você fale dEle para seus 
amiguinhos, para seus coleguinhas de escola, para todos aqueles que Deus colocar perto de você! Não 
deixe de falar de Jesus, de orar por aqueles missionários que estão falando de Jesus e de ajudar com sua 


domingo, 7 de maio de 2017

"A moeda missionária"


          💰💰💰💰💰💰💰💰💰

          Em um domingo, uma menina chamada Bete foi à Escola Bíblica Dominical, após a lição, a professora contou à classe a respeito de uma caixa em que as pessoas da igreja deveriam encher para ajudar no ministério de sua missionária. A professora pediu, então, sugestões às crianças sobre o que poderiam colocar na caixa. As crianças sugeriram: pentes, toalhas de rosto, chá, papel e envelopes, canetas e outras coisas desse tipo... Bete ficou muito triste depois do culto, pois era muito pobre e nada do que possuía era o bastante para poder doar. Todas as sugestões das crianças faltavam em sua casa. Ela decidiu orar para que Deus desse a ela condições de contribuir de alguma forma e saiu para brincar acreditando que Deus faria da melhor forma. Passaram-se alguns dias e andando pela rua, Bete encontrou uma moedinha de R$0,50 na calçada. Sentiu uma alegria enorme, porque há muito tempo não tinha dinheiro algum. Caminhava sorrindo e pensando no que compraria: talvez desse para comprar quatro balas. Hum... Que delícia... Talvez chicletes, ou uma figurinha. O   Espírito Santo, porém fez Bete lembrar-se da caixa missionária e do que pediu em oração e ela soube que essa moeda era a resposta de Deus para ela. Voltou para casa e guardou a moeda. No domingo seguinte Bete levou sua moedinha e perguntou para sua professora o que poderia comprar para colocar na caixa. A professora pensou alguns instantes e quase deixou escapar um: “Nada!”, mas olhou para Bete vestida com roupinhas tão surradas e imaginou o sacrifício que a menina fizera em não gastar o dinheiro com si mesma. Disse então: “Bete, acho que podemos comprar um folheto com essa moeda!”. A professora comprou então um folheto de evangelização e o enviou à missionária juntamente com uma carta contando os detalhes do presente de Bete e pedindo-a que orasse para que Deus enviasse aquele folheto à pessoa certa. Várias semanas depois a missionária recebeu a caixa. Ela guardou o folheto, até que um dia viu passar o Rajá Burmes de uma aldeia distante. O Espírito Santo a fez lembrar do folheto e ela rapidamente o pegou e entregou ao Rajá que o levou e o leu três vezes, após lê-lo, porém não conseguia dormir e nem tomar café na manhã seguinte e decidiu devolver o folheto à missionária. Ela lhe disse então que se sentia incomodado por que a palavra de Deus estava mostrando que ele era pecador e que precisava ser salvo pelo sangue de Jesus Cristo, verdadeiro filho de Deus, que foi derramado na cruz por nossos pecados. Mostrando mais versículos e esclarecendo as dúvidas em pouco tempo o Rajá abaixou sua cabeça e orou com ela aceitando a Jesus como seu salvador. Mais tarde o Rajá voltou regozijando-se à sua aldeia. Um ano se passou e a missionária viajava e visitava igrejas quando passou em uma aldeia onde nunca havia parado e se lembrou ser a aldeia do Rajá Burmes. Decidiu parar e ver como ele estava. Ela se espantou muito, pois quando entrou na aldeia a primeira coisa que viu foi uma igreja enorme. Ela descobriu ainda que o Rajá, ao chegar em casa, um ano atrás tinha reunido todo o seu povo e lido o folheto para eles e explicou a todos tudo o que tinha ouvido da missionária e mais de 1.500 pessoas aceitaram a Jesus também! Tudo aconteceu porque uma menininha deu tudo o que tinha a Deus. Ora, a moeda não foi mais importante que a oração. Ninguém precisa atravessar mares para achar pessoas que não conhecem o amor de Jesus. E não é necessário mudar de religião para conhecer a Deus. Ele quer usar cada um de nós para mostrar o seu amor. Esteja pronto para dar tudo de você a Deus e ele fará do seu pouco, muito!  

de Turma da Alegria e Tia Fran