quinta-feira, 8 de outubro de 2015

* "Amigos"


MARAVILHOSO..mais pura verdade...

Thiago Rodrigo



"Não"

"Não sigas o mal,
mas o bem."
III João 1: 11

Resultado de imagem para não!

Oferece-me um dia,
um certo moço a taça onde havia licor.
Eu respondi-lhe então,
fitando o seu olhar de alma perdida e lossa.

Eu respondi-lhe: Não!
Falou-me alguém do jogo
e quis levar-me um dia
à casa onde se encontra a dor, a perdição.
Que coisa algum menino a tal responderia?

Eu respondi-lhe então: Não!
Alguém se riu de mim,
por eu fugir do mal.
Não jurar, nem dar afirmação
àquilo que eu não vi.
Que me importa?
Afinal,

É melhor dizer: Não!
Convidara-me alguém para um passeio ao mar
No dia do Senhor,
no dia de oração
mas preferi de Deus a comunhão buscar.

E respondi: Não!
"Se quiseres parecer um homem",
disse alguém,
"Toma um cigarro e fuma".
Eu mostrei, com razão,
Que o grande distintivo é praticar o bem,

E respondi-lhe: Não!
A Bíblia me ensinou:
Se alguém me convidar
Para longe de Cristo
- a luz e a salvação -
Querendo pelo vício ao mundo me arrastar,
Direi somente: Não!

  

"Água da Rocha"


OBJETIVO: 
Praticar a reverência para com Deus.

VERSO PARA MEMORIZAR:
 “Quem crê em Mim, 
rios d´água viva correrão do seu ventre.”
João 7:38.
RECURSOS NECESSÁRIOS: 
Conquistando a Atenção:  peças de “lego” ou caixinhas de fósforo ou copos descartáveis; 
Lição: Opção A maquete (cenário com bonecos); Opção B - cenário grande e roupas dos tempos bíblicos; 
Revisando: jarra com água; 
Contando aos Outros: cópia da atividade abaixo para cada criança, lápis de cor. 
Lembrancinha: tacinhas de acrílico

COMO PREPARAR OS RECURSOS NECESSÁRIOS

Lição: 
Escolher uma das opções de visuais abaixo:
Maquete: Encapar uma caixa de sapato, sem a tampa, com papel pedra. Forrar a mesa com TNT. Colocar a caixa de sapatos em pé sobre o TNT, com a parte fechada virada para as crianças. Fazer um furinho na caixa, há uns 10 cm da base. O furo deve ter a espessura da ponta de uma seringa sem a agulha. Esconder a seringa cheia de água, atrás da caixa. Esconder também um copo com água (se precisar encher a seringa novamente) e uma vasilhinha para recolher a água, no momento apropriado.

Cenário grande: Cobrir uma placa de papelão com papel pedra amassado, criando a impressão de uma rocha. Há uns 20 cm da base, fazer um furo na espessura de uma mangueira de banheira de bebê. Atrás da placa, colocar uma banheira de bebê (dessas que têm uma mangueira para sair a água). À frente da placa, colocar uma vasilha para recolher a água. Não é preciso ter muita água na banheira.

Contando aos outros: 
Fazer uma cópia da atividade abaixo para cada criança.


CONQUISTANDO A ATENÇÃO: 
[Construir uma torre usando peças de “lego” ou caixinhas de fósforo ou, ainda, copos descartáveis. Dizer que quer mostrá-la para alguém que vai chegar depois. Com antecedência, combinar com um ajudante para ele derrube a torre. Reagir com tristeza e dizer que o ajudante estragou tudo e que por isso não poderia mais participar das atividades. Dizer:] Isso que aconteceu aqui foi só uma brincadeira. Mas na história de hoje vamos falar de alguém que também estragou alguma coisa.

APRESENTANDO A LIÇÃO: 
[Movimentar os visuais escolhidos enquanto conta a história, de acordo com a necessidade. Relembrar rapidamente a lição da semana anterior. Dizer:] Depois de toda a confusão que vimos na semana passada os israelitas finalmente se arrependeram e pararam de implicar com Moisés e Aarão. Mas ainda tiveram que caminhar pelo deserto por quarenta anos. Tenho certeza de que muitas vezes tinham pensado que deveriam ter atendido a Josué e Calebe e não aos dez espias medrosos. E, com o tempo, um a um dos israelitas rebeldes morreram. Agora seus filhos estavam prestes a entrar em Canaã. Mas Deus queria ensinar-lhes ainda uma lição. Eles precisam passar por uma prova: a água, que jorrava para eles durante muitos anos, parou. O que eles deveriam fazer? Será que confiariam em Deus ou se queixariam como seus pais fizeram? Sabem o que aconteceu? Os filhos não eram melhores que seus pais. Ficaram impacientes e gritaram, cheios de raiva, contra Moisés e Aarão [fazer voz impaciente]: “Por que vocês nos trouxeram para morrer neste deserto?” Coitados de Moisés e Aarão! Eles estavam já velhinhos e cansados de tanto ouvir reclamações. Mas, como sempre, os dois irmãos pediram a ajuda de Deus.  Deus queria ensinar uma linda lição sobre Jesus para o povo de Israel.  Por isso Ele disse a Moisés que falasse a uma certa rocha e a água voltaria a correr. Moisés chamou todo o povo para perto da rocha. Ele estava muito zangado com aqueles resmungões e disse [fazer voz irritada]: “ Ouçam, seus rebeldes, será que vamos ter que fazer sair água desta rocha para vocês?” Então ele bateu na rocha duas vezes com a vara e a água começou a jorrar. [Bater na rocha duas vezes. Se está usando a maquete pequena, introduzir a ponta da seringa na orifício da caixa de sapato e apertá-la para sair água. Se está usando o cenário grande, introduzir a ponta da mangueira na orifício do papelão, tirar a tampa da banheira e deixar a água vazar para a vasilha.] O povo e os animais beberam da água e mataram a sede. Todos estavam felizes, menos Moisés e Aarão. Eles haviam feito várias coisas muito erradas. Primeiro: ele foi impaciente com o povo, dando motivo para eles falarem mal dele. Além disso, ele disse que ele tiraria água da rocha. E isso não era verdade, porque só Deus tinha poder de tirar água da rocha. Em vez trazer glória para o nome de Deus, ele trouxe para ele mesmo. Mas, o pior de tudo, é que Deus tinha mandado que ele falasse com a rocha e a ferisse. Mas ele bateu duas vezes nela, com a vara. 
Sabem, do mesmo jeito que a torre que eu fiz no início da aula foi estragada,  Moisés e Aarão estragaram uma linda lição que Deus queria ensinar aos israelitas. Sabem o que era? A rocha e a água eram símbolos de Jesus. Muitos anos antes, no monte Horebe, Deus mandou Moisés ferir a rocha para sair água e matar a sede do povo. Isso era para lembrar que Jesus seria ferido, morreria, para nos salvar. [Mostrar a figura de Jesus na cruz.] Mas, quantas vezes Jesus morreu? Apenas uma vez. Quando Deus mandou Moisés falar à rocha, Ele queria ensinar que nós só precisamos falar com Ele, pedindo a bênção da salvação e Ele nos atenderá. Infelizmente, Moisés não falou à rocha, mas a feriu de novo, duas vezes. Assim, estragou a lição que Deus queria ensinar ao povo. Ele não deveria ter desobedecido. Ainda mais ele que tinha ficado tão pertinho de Deus, lá no monte Sinai. Não havia desculpa para ele ter agido assim.
Às vezes o papai promete um passeio a vocês, mas, por causa de alguma desobediência, ele acaba não levando vocês. Foi isso que aconteceu com Aarão e Moisés. Deus falou que eles não poderiam mais entrar em Canaã. Como os dois ficaram tristes. Eles pediram perdão a Deus e se arrependeram, e foram perdoados. Mas, ainda assim, não poderiam mais entrar. Então, Moisés contou com muita tristeza para o povo que ele e Aarão não poderiam entrar em Canaã por causa daquele pecado.

REVISANDO: 
[Fazer uma pergunta (abaixo) para uma criança, se ela acertar, fazer sair um pouco de água da rocha. Se errar não sairá água. Repetir o processo com as outras crianças.]

1. O que os israelitas fizeram ao procurarem água? Reclamaram outra vez.
2. O que Deus disse para Moisés fazer? Falar à rocha, para sair água dela.
3. O que Moisés e Aarão fizeram? Disseram que eles tirariam água da rocha e Moisés bateu na rocha, ao invés de falar a ela.
4. Qual foi o castigo para Moisés e Aarão? Não poderem entrar na terra prometida..
5. Por que Deus não desculpou os pecados deles? Porque eles conheciam a Deus de muito perto.
6. Quem a rocha e a água simbolizavam? Jesus.
7. Que bela lição Moises destruiu? Que Jesus morreria uma vez pelos nossos pecados e depois poderíamos falar com Ele para receber suas bênçãos.

APLICANDO: 
[Mostrar uma taça ou copo transparente. Dizer:] Quando estamos com sede, precisamos beber água. Aqui eu tenho um copo. Está bem limpinho. Será que só o copo pode matar minha sede? [Dar tempo para as respostas.] Claro que não. Preciso colocar água aqui e depois bebê-la. Quando não temos Jesus no coração somos como um copo vazio. Estamos perdidos, sem salvação. Jesus está chamando você e eu  para bebermos a água pura da rocha. Nós não precisamos ir ao deserto. Podemos beber em nossa casa. Sabem como? [Mostrar a Bíblia.] A Bíblia diz: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba.” Nós precisamos ir a Jesus. Quando lemos a Bíblia com sinceridade, estamos indo a Jesus. Se cremos n'Ele como nosso Salvador, é como se enchêssemos nosso copo com água. [Encher o copo com água.]. Se alguém de vocês crê que Jesus foi ferido e morreu por causa do pecado de vocês, então venha aqui e eu vou dar água. [Organizar uma fila com as crianças que querem demonstrar sua fé. Entregar uma tacinha de acrílico ou um copinho descartável com água para cada uma, dizendo a cada vez que Jesus disse: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba.”Recolher as tacinhas e terminar esse momento com uma oração.]

MEMORIZANDO: 
[Dizer:]  A Palavra de Deus nos diz: “Quem crê em Mim, rios d’água correrão do seu ventre.” João 7:38. Isso quer dizer que quem acredita em Jesus é uma bênção para os outros porque está sempre falando de Jesus e fazendo o bem. Vamos sempre encher nosso vida com a Palavra de Deus para falar de Jesus aos outros.  [Ler o verso na Bíblia e ensiná-lo fazendo os gestos como estão descritos na lição:]
Quem crê em Mim - [juntar as mãos e apontar para o céu]
Rios d´água viva correrão do seu ventre - [demonstrar algo saindo do seu interior]
João 7:38 -  [desabrochar uma flor e formar um livro]
CONTANDO AOS OUTROS:
[Dar uma cópia da atividade para cada criança e ajudá-las a pintar tudo. Como lembrancinha, pode-se dar uma tacinha de acrílico, com papel celofane azul dentro.

de http://evangelismoinfantil.blogspot.com.br


"Vamos à Casa de Deus"

Texto Bíblico:
 João 2.13 – 25
13 Estando próxima a páscoa dos judeus, Jesus subiu a Jerusalém.
14 E achou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os cambistas ali sentados;
15 e tendo feito um azorrague de cordas, lançou todos fora do templo, bem como as ovelhas e os bois; e espalhou o dinheiro dos cambistas, e virou-lhes as mesas;
16 e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.
17 Lembraram-se então os seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me devorará.
18 Protestaram, pois, os judeus, perguntando-lhe: Que sinal de autoridade nos mostras, uma vez que fazes isto?
19 Respondeu-lhes Jesus: Derribai este santuário, e em três dias o levantarei.
20 Disseram, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu o levantarás em três dias?
21 Mas ele falava do santuário do seu corpo.
22 Quando, pois ressurgiu dentre os mortos, seus discípulos se lembraram de que dissera isto, e creram na Escritura, e na palavra que Jesus havia dito.
23 Ora, estando ele em Jerusalém pela festa da páscoa, muitos, vendo os sinais que fazia, creram no seu nome.
24 Mas o próprio Jesus não confiava a eles, porque os conhecia a todos,
25 e não necessitava de que alguém lhe desse testemunho do homem, pois bem sabia o que havia no homem.

Objetivo:
Compreender que a igreja é um lugar especial, a Casa de Deus.

Versículo visualizado:

Palavra do dia:
Lembrancinhas:

Modelos de igrejas para montar:






de http://pequeninos-de-jesus.blogspot.com.br


Boa aula!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

* "Pai Nosso" - Ministério Pedras Vivas

O vídeo oficial de Ministério Pedras Vivas para a música
 'Pai nosso (Our father)'.


Letras:

Pai nosso, que estas nos céus
Santo é o Teu nome
Venha a nós o, Teu reino
Seja feita a tua vontade


Na terra como, nos céus
Teu reino vem
Na terra como é nos céus
Teu reino vem

Teu reino vem

Pois Teu é o reino
Teu, o poder e
Tua é a glória
Pra sempre, amém

Teu reino vem


"Mães Más"

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          Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente ara entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: - Eu os amei o suficiente para perguntar-lhes aonde vão e a que horas regressarão.  - Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia. - Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: - "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar." - Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé, junto de vocês, duas horas,  enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em quinze minutos. - Eu os amei o suficiente para ou deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos teus olhos. -Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração. - Mai do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes NÃO, mesmo quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso ( e em alguns momentos até me odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!  E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva pais e mães; quando eles lhe perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhe dizer:
          - "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças comiam doce no café e nós só tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batata frita e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão ,carne, legumes e frutas. Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos, mesmo que demorássemos uma hora ou menos. Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos;, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com doze anos, tivemos que esperar pelo menos até os dezesseis para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa ( só pra ver como estávamos ao voltar). Por causa de nossa mãe,  nós perdemos imensas experiências na adolescência. Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubos, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por algum crime. -Foi tudo por causa dela!!! Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo fazendo o melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi. Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS!

Dr. Carlos Hecktheuer 


"Amigo urso ou amigo irmão?"

          O amor é a fonte de toda a felicidade e do sucesso dos relacionamentos. Ele fortalece, renova, renasce a esperança e acrescenta nossa fé. Foi movido por este profundo sentimento que Deus nos fez alvo de seu incomparável cuidado, nos transformando em filhos e nos chamando de amigos. A prova incontestável disto é você, que tem o privilégio de ser escolhido para cuidar de seres tão especiais para Deus.
          Por isso, o que deve mover seu coração em relação a cada adolescente não pode ser menor que o sentimento que gerou o cuidado de Deus por você, pois ele produz a estima, a afeição, os bons relacionamentos e as boas amizades. Nosso Deus tem um plano de amizade para cada pré-adolescente, porque Ele sabe o quanto é importante ter um amigo.
          Creia que Ele também cuida das suas amizades, está com você e nunca o deixará só. Deus lhe oferece a sua amizade, Ele é seu amigo. E você é amigo de Deus? Pode dizer o mesmo para Ele?

Texto Bíblico: 
1 Reis 12:1-8
1 Foi então Roboão para Siquem, porque todo o Israel se congregara ali para fazê-lo rei.
2 E Jeroboão, filho de Nebate, que estava ainda no Egito, para onde fugira da presença do rei Salomão, ouvindo isto, voltou do Egito.
3 E mandaram chamá-lo; Jeroboão e toda a congregação de Israel vieram, e falaram a Roboão, dizendo:
4 Teu pai agravou o nosso jugo; agora, pois, alivia a dura servidão e o pesado juro que teu pai nos impôs, e nós te serviremos.
5 Ele lhes respondeu: Ide-vos até o terceiro dia, e então voltai a mim. E o povo se foi.
6 Teve o rei Roboão conselho com os anciãos que tinham assistido diante de Salomão, seu pai, quando este ainda vivia, e perguntou-lhes: como aconselhais vós que eu responda a este povo?
7 Eles lhe disseram: Se hoje te tornares servo deste povo, e o servires, e, respondendo-lhe, lhe falares boas palavras, eles serão para sempre teus servos.
8 Ele, porém, deixou o conselho que os anciãos lhe deram, e teve conselho com os mancebos que haviam crescido com ele, e que assistiam diante dele,

Objetivos:
  • Cultivar laços afetivos, sinceros e verdadeiros;
  • Saber o que Deus espera de nossas amizades.
Versículo visualizado:
Palavra do dia:
Lembrancinhas:
Marcador de Bíblia.

de http://pequeninos-de-jesus.blogspot.com.br


"Uma Jumenta Falante"

OBJETIVO: 
Entender que não devemos ser teimosos.

VERSO PARA MEMORIZAR:  
“Mais vale o bom nome
 do que as muitas riquezas.”
 Provérbios 22:1.
RECURSOS NECESSÁRIOS: 
Conquistando a Atenção: Opção 2: figuras de animais; 
Lição: saquinho com moedas e objetos dourados, maquete ou cenário grande; 
Revisando: jumenta de brinquedo; 
Contando aos Outros: cópias das figuras da página 67 para cada criança, lápis de cor, tesouras.

COMO PREPARAR OS RECURSOS NECESSÁRIOS
Lição:
Opção 1 - Maquete: Sobre uma placa de isopor, colocar muitas tendas dos israelitas cortadas em papel. Elas devem estar bem organizadas. Em volta, colocar três montanhas, que podem ser feitas com jornal amassado, coberto com papel crepon marrom. Para a jumenta, copiar a figura usada em Contando aos Outros. Os personagens podem ser silhuetas (aqui). Os anjos podem ser feitos de EVA ou papel, como na figura ao lado.

Opção 2 - Cenário grande: Para a primeira parte da história, separar um canto da sala para ser Moabe e outro para ser a casa de Balaão. Vestir os personagens com roupas dos tempos bíblicos ou faixas na cabeça. As montanhas podem ser três cadeiras, cobertas com TNT marrom. Para a jumenta: ampliar as figuras abaixo e usá-las como molde para cortá-las em EVA ou papel cartão. Unir as duas partes deixando uma abertura para encaixar um cabo de vassoura.


IDEIA: 
Uma professora, certa vez, usou uma jumenta cujo corpo era um cabo de vassoura e a cabeça era de pelúcia. Ela gravou no celular a fala da jumenta e o escondeu dentro da cabeça da “jumenta”. Na história, quando chegou a hora certa, um ajudante ligou para o celular e a jumenta “falou” mesmo. As crianças ficaram surpreendidas!

Contando aos outros: 
Fazer uma cópia da figura abaixo em cartolina para cada criança.


 CONQUISTANDO A ATENÇÃO:
Opção 1: [Imitar o som de diversos animais para que as crianças adivinhem qual é. Terminar imitando um burrinho ou jumento.]
Opção 2: [Mostrar figuras de diversos animais para as crianças imitarem o som que eles fazem. Terminar com a figura do burrinho ou jumento.]
              Em qualquer das opções, terminar explicando que a história de hoje um burrinho vai fazer um som que nenhum outro burrinho já fez.
                                                                                                                                                     
APRESENTANDO A LIÇÃO: 
[Com antecedência, ensaiar bastante a história. Dizer:]
O povo de Israel estava perto de entrar em Canaã. Naquela época, havia um povo que residia em Moabe. Eles ficaram sabendo como os israelitas haviam vencido um rei gigante, chamado Ogue (que era um dos gigantes de quem os dez espias tiveram medo), e ficaram apavorados quando viram o povo de Deus se acampando perto das terras deles.  [Mostrar a maquete com o acampamento israelita.]  [Apontar o personagem Balaque.] O rei dos moabitas chamava-se Balaque e estava decidido a atrapalhar os israelitas de entrarem na terra prometida.
[Mostrar o personagem Balaão.] Neste mesmo tempo, viveu um profeta de Deus, chamado Balaão, que já havia sido bondoso e obediente. Mas, com o tempo, ele passara a amar mais o dinheiro do que a Deus e deixara de ser um profeta de verdadeiro. Ainda assim, quando o rei Balaque ouviu dizer que qualquer coisa que Balaão falasse aconteceria enviou, imediatamente, mensageiros com presentes caríssimos para Balaão. [Enviar os “mensageiros” até Balaão.] Quando chegaram, eles mostraram os presentes caros e todo o dinheiro [mostrar as moedas e objetos dourados] a Balaão e transmitiram o pedido do rei Balaque [mudar a entonação da voz]: “Venha e amaldiçoe os israelitas para mim, para que eu possa expulsá-los do meu país. Eu sei que se você os abençoar, serão benditos, e se os amaldiçoar, eles serão malditos.” Quantos elogios Balaque fez a Balaão, não é mesmo?  O que Balaque estava pedindo era como se alguém oferecesse um doce para vocês falarem mal de alguém. Isso é suborno e é pecado. Os moabitas estavam subornando Balaão para desobedecer a Deus. Balaão sabia muito bem que Israel era o povo de Deus e que ele não deveria ir amaldiçoá-los. Ele deveria dizer logo: “Não posso fazer essa coisa errada.” Mas, ao invés disso, ele disse: “Vou perguntar a Deus o que devo fazer e amanhã eu lhes darei a resposta.” Naquela noite o anjo disse a Balaão [mostrar o anjo falando com Balaão]: “Você não vai com estes homens por que você não pode amaldiçoar Israel. Eles são abençoados.” Na manhã seguinte ele falou com os homens que não podia ir com eles, mas no fundo, no fundo, queria muito ganhar aqueles presentes. [Levar os príncipes de volta até Balaque.] Quando os príncipes voltaram e deram a mensagem ao rei, ele pensou que Balaão queria mais dinheiro e mandou os homens de volta com mais presentes. [Mandar os príncipes de volta a Balaão, com mais presentes.] Balaão sabia que deveria mandá-los de volta imediatamente. Mas, quando viu todos aqueles presentes, disse outra vez para os príncipes passarem a noite lá enquanto ele perguntava ao Senhor o que fazer. Deus já não havia dito a Balaão que não deveria ir? Ainda assim, ele foi perguntar de novo. Parecia aquelas crianças que ficam importunando os pais para conseguir alguma coisa, mesmo que os pais já tenham dito “não”.
Às vezes Deus nos deixa fazer as coisas que queremos mesmo que não sejam boas para mostrar como somos tolos e que nossos planos não dão certo. Foi assim com Balaão. Ele era muito teimoso e queria tanto ver o rei que, finalmente, Deus o deixou ir.[Deixar os príncipes eram bem à frente.] De manhã bem cedo ele selou a jumenta e saiu. [Balaão deve subir na jumenta e andar um pouco.] Mas não foi muito longe.[Colocar o anjo diante da jumenta.] Deus enviou um anjo para encontrá-lo em seu caminho. A jumenta viu o anjo e desviou-se para o campo aberto. [Desviar a jumenta do caminho.]  Balaão bateu na jumenta [Balaão deve bater na jumenta e colocá-la novamente no caminho] e a fez voltar para a estrada, sem saber que o anjo estava lá. De novo o anjo ficou em pé na sua frente. [Colocar o anjo novamente diante da jumenta.] Quando a jumenta o viu desviou-se para o lado e apertou o pé de Balaão contra a parede. [Encostar o pé de Balaão na parede.] Balaão bateu outra vez na jumenta. [Balaão deve bater outra vez na jumenta.] Pela terceira vez a jumenta viu o anjo mas não havia lugar para desviar-se. A pobre jumentinha estava com tanto medo, que parou e caiu no chão. [Derrubar a jumenta no chão.] Balaão ficou louco de raiva e bateu muitas vezes na jumenta, como se fosse matá-la. [Balaão deve bater outra vez na jumenta.] De repente, a jumenta falou [fazer uma voz parecida com o som do jumento]"Que foi que eu lhe fiz, para você bater em mim três vezes?" Balaão estava tão nervoso que nem notou que a jumenta esta falando e respondeu: “É que você não anda como devia. Eu queria ter uma espada para matar você!” A jumenta falou de novo [fazer a voz parecida com o som do jumento]: “Não sou sua jumenta, que você sempre montou até o dia de hoje? Eu tenho o costume de fazer isso?” Balaão disse: “não”.
Por fim, Deus abriu os olhos de Balaão. [Mostrar o anjo.]Então ele viu o anjo com a espada de pé em frente dele. O anjo lhe perguntou [fazer tom de voz solene]: “Por que você espancou a jumenta três vezes? Eu estava no seu caminho. A jumenta me viu e me evitou por três vezes. Se não fosse ela, você estaria morto.” Balaão pediu perdão e disse que estava arrependido de ter sido teimoso e malvado. Mas ele disse isso da boca para fora. Ele disse que estava arrependido mas não estava. Ele queria mesmo era ganhar os presentes de Balaque. Deus sabia disso, então o anjo deu o recado de Deus[fazer tom de voz solene]: “Vá com os homens, mas só falarás o que Eu mandar.”
O rei de Moabe ouviu dizer que Balaão estava chegando e foi ao seu encontro. [Levar o rei de Moabe para encontrar Balaão.] Balaão falou para o rei que só poderia falar as palavras que Deus pusesse na boca dele. Imediatamente, o rei o levou a uma alta montanha. [Se estiver usando a maquete, colocar o personagem Balaão em cima de uma montanha. Se estiver usando o cenário grande, a criança que representa Balaão deve subir em um cadeira.] De lá eles olharam para  baixo e viram o acampamento dos israelitas. Balaão ficou surpreso com o que viu. O acampamento era lindo. Não havia lixo, nem barulho. Tudo era calmo, limpo e em ordem. Balaão pediu aos servos do rei que fizessem sete altares para oferecer sacrifícios. Enquanto faziam os altares Balaão foi falar com Deus.
Deus lhe mostrou o povo de Deus fiel até o fim dos tempos. Ele viu os cristãos fiéis na Nova Terra. [Mostrar a figura dos salvos na Nova Terra.] Quando viu as coroas que eles tinham em suas cabeças, Balaão desejou ser igual a eles. Então ele disse: “Morra eu a morte dos justos e seja o meu fim como o deles.” Por um momento Balão pensou: “Seria bom ser salvo e ir para o Céu.” O Espírito Santo estava falando ao coração de Balaão, para que ele deixasse a sua cobiça. Será que Balaão ia dar ouvidos ao convite? Pediria perdão a Deus por seus pecados? Deixaria de ser amigo daquele rei mau?
Quando Balaão voltou para junto do rei começou a abençoar Israel. O rei ficou furioso e disse [fazer tom de voz irado]: “Que é isso que você está fazendo? Eu trouxe você aqui para amaldiçoar esse povo e você está abençoando-os?”
O rei de Moabe era tão teimoso como Balaão. Não desistia de amaldiçoar Israel. Ele levou Balaão para uma outra montanha de onde se viam apenas algumas tendas do acampamento israelita. [Levar os personagem a outra montanha ou cadeira.] De novo ofereceram sacrifícios e novamente Balaão abençoou e não amaldiçoou Israel. O rei ficou muito zangado. Levou Balaão a um terceiro lugar, pensando que ali ele poderia amaldiçoar o povo de Deus. [Levar os personagens a outra montanha ou cadeira.] Mas Balaão novamente falou uma linda bênção sobre Israel. Por mais que ele quisesse amaldiçoar, Deus nunca deixava e ele ficou sem o dinheiro do rei e sem a salvação. Foi isso que ganhou por amar mais as riquezas do que a Deus. E assim, o povo de Deus foi protegido mais uma vez.

REVISANDO: 
[Fazer as perguntas para as crianças (abaixo). Quem conseguir acertar a resposta pode dar uma volta na “jumenta”.]

1. Por que os moabitas estavam com medo dos israelitas?  Porque os israelitas tinham vencido um rei gigante e estavam se aproximando.
2. Quem era Balaão? Um profeta de Deus que tinha deixado de ser verdadeiro.
3. O que o rei Balaque queria que Balaão fizesse?  Que amaldiçoasse a Israel.
4. Por que Balaão não foi com os príncipes a primeira vez? Por que Deus não deixou.
5. Por que Deus deixou Balaão ir depois dele insistir muito?  Para ele ver que aquilo não daria certo.
6. Quantas vezes a jumenta viu o anjo? Três vezes.
7. Por que Balaão não amaldiçoou Israel a primeira vez? Porque Deus não deixou.
8. O que Deus mostrou a Balaão na visão? Os salvos no Céu.
9. Balaão se arrependeu? Não.
10.  Quantas vezes Balaão tentou amaldiçoar Israel e não conseguiu? Três vezes.
11.  Balaão conseguiu ficar rico? Não. Ele perdeu as riquezas e a salvação.
  
MEMORIZANDO: 
[Dizer:] Balaão achava que o dinheiro era a coisa mais importante deste mundo. Mas há coisas que valem muito mais que dinheiro: o amor, a amizade, a consciência tranqüila. É isso que a Bíblia diz:  [Ler o verso e ensiná-lo como está descrito na lição.]

Mais vale o bom nome  [acenar com o polegar direito, mostrar a testa.]
Do que as muitas riquezas - [mostrar o mundo.]
Provérbios 22:1 - [desabrochar uma flor e formar um livro.]
APLICANDO: 
[Dizer:] Balaão, além de desejar os tesouros do rei de Moabe, era também muito teimoso. Ele sabia que não deveria ir, mas insistiu e acabou indo. Há crianças que são como Balaão. Os pais dizem para não fazer uma coisa e elas insistem e insistem até que conseguem fazer o que desejam e acabam se dando mal. Vou falar o que algumas crianças teimosas fizeram e vocês vão me dizer o que pode ter acontecido a elas.
A) Suzana queria tomar banho de mangueira, no jardim, mesmo sabendo que estava muito frio para isso. Ela insistiu muito e acabou conseguindo o que queria. Resultado?[Ficou resfriada.]
B) A mãe de Rogério avisou para ele não comer guloseimas na escola. Ele teimou, desobedeceu e comeu muitos doces. Resultado? [Teve dor de barriga, dor de cabeça, etc.]
C) Ana sabia que não devia subir na pilha de tijolos. Sua mãe já tinha dito para não ir até lá porque aquela pilha não estava firme e poderia cair. Ela teimou e foi. Resultado?[Caiu e machucou-se.]
D) Gisele sabia que não deveria brincar com fogo. Mas ela teimou e resolveu brincar com fogo perto de uma garrafa de gasolina. Resultado? [Queimou-se.]
Os teimosos sempre se dão mal. Vamos cuidar para não sermos teimosos.

CONTANDO AOS OUTROS:
[Dar uma cópia da figura da jumenta cada criança. Deixar que  pintem e montem tudo. Elas devem usar esse trabalho para contar aos outros a história de hoje.]
  
de http://evangelismoinfantil.blogspot.com.br