Vemos que na vida de Abraão a maturidade não foi um evento, um acontecimento, mas uma jornada de aprendizado.
A vida de Abraão é o currículo perfeito de Deus para o crescimento espiritual. Ele não foi de um dia para o outro o "Pai da Fé", mas sim forjado em uma jornada de ânimo e desânimo, obediência e falhas. Seu processo educativo nos ensina o que significa realmente amadurecer na fé.
Deus chamou Abrão (seu nome original) para sair de sua terra e parentela para um lugar que Ele mostraria. A obediência de Abrão foi um ato de fé cega. Ele não sabia o destino, mas confiava na voz do Mestre. A primeira lição para a maturidade é a submissão inquestionável à direção de Deus, mesmo quando o mapa está em branco.
* Quais são as "terras" e "parentelas" (confortos, seguranças, hábitos antigos) que Deus tem nos chamado a deixar para avançar no processo?
* A nossa obediência está baseada na compreensão total do plano ou na confiança no Caráter de quem chama?
A promessa de um filho demorou anos para se cumprir. Entre a promessa e o cumprimento, houve um longo período de acampamento. Em um momento de dúvida Deus o levou para fora e o fez olhar para as estrelas.
A maturidade é forjada na espera paciente. O tempo entre a promessa e a realização é o laboratório onde Deus trabalha mais no nosso caráter do que nas nossas circunstâncias. A pressa nos leva a tentar "ajudar" a Deus (como no caso de Ismael), o que é um sinal de imaturidade.
* Em que área das nossas vidas estamos impaciente? O que estamos tentando resolver por conta própria, apressando o tempo de Deus, gerar na carne?
* O que Deus está ensinando ao nosso coração neste período de espera? Ele está nos chamando a olhar para "as estrelas" (Sua grandeza e fidelidade, o que Ele já fez), trazer à memória aquilo que nos dá esperança?
Depois de ter Isaque, Deus pede a Abraão que sacrifique seu filho. O ápice da jornada de fé. Esta foi a prova que confirmou a maturidade. Ao entregar Isaque, Abraão demonstrou que a bênção não havia se tornado mais importante do que o Abençoador. Ele já não era o mesmo homem que mentiu sobre Sara no Egito. A fé havia sido aperfeiçoada pela obediência radical.
* "Agora sei que você teme a Deus..." (Gn 22:12). Deus não precisava da prova para saber, mas Abraão precisava da prova para saber de si mesmo o nível de sua devoção.
* Qual é o "Isaque" das nossas vidas? O bem mais precioso que se tornou um potencial ídolo, disputando o primeiro lugar com Deus (pode ser carreira, relacionamento, dinheiro, conforto)?
* Estamos dispostas a entregar a Deus o que Ele mesmo nos deu, reconhecendo que tudo Lhe pertence? É nisso que se manifesta a verdadeira maturidade.
A maturidade, à luz da vida de Abraão, é o ponto em que a confiança de que Deus é fiel (fé) leva à obediência radical e paciente, mesmo em face do desconhecido ou do sacrifício. O processo educativo de Deus o transformou de Abrão ("Pai Elevado") para Abraão ("Pai de Multidões"), com um caráter capaz de suportar e refletir a Sua glória.
"E assim,
depois de esperar com paciência,
obteve Abraão a promessa."
Hebreus 6:15
O Senhor nos deixou a Sua Palavra que é o mapa para o nosso crescimento, que nos ensina a andar no caminho para a maturidade, como fez com Abraão. Que o Senhor nos dê fé para partir quando Ele chamar, paciência para esperar quando a promessa demorar a se cumprir e lealdade para entregar tudo o que Ele pedir.
O que Deus já fez em um tempo, Ele o fará novamente. Os caminhos dos homens são variáveis, mas os caminhos de Deus são eternos. Há muitas razões para esta confortante verdade. Entre elas estão as seguintes: os caminhos do Senhor são o resultado de deliberação sábia. Ele ordena todas as coisas de acordo com “o conselho da sua vontade” (Efésios 1.11). A ação do homem freqüentemente é o fruto apressado de paixão e temor, seguido por arrependimento e mudança. Todavia, nada pode tomar o Todo-poderoso de surpresa ou acontecer de forma diversa ao que Ele previra. Os seus caminhos são frutos de um caráter imutável, e nestes caminhos podemos ver com clareza os atributos fixos e inalteráveis de Deus. A menos que o Deus eterno sofra alterações, os seus caminhos, que são Ele mesmo em ação, têm de permanecer os mesmos para sempre. Ele é eternamente justo, fiel, sábio, gracioso e compassivo. Então seus caminhos devem sempre ser distinguidos pela mesma excelência. Os homens agem de acordo com sua natureza. Quando a natureza de um homem muda, as suas atitudes mudam também; mas, Deus desconhece “variação ou sombra de mudança” (Tiago 1.17). Além disso, os caminhos de Deus são a encarnação de poder irresistível. Habacuque disse que Deus dividiu a terra com rios; montes Viram-no e se contorcem; as profundezas do mar ergueram suas mãos; e o sol e a luz permaneceram imóveis, enquanto Jeová marchava para livrar seu povo (ver Habacuque 3.9-13). Quem pode levantar a mão ou dizer-Lhe: “O que estás fazendo?” Mas não é somente o poder que outorga estabilidade. Os caminhos de Deus são as manifestações dos eternos princípios de retidão e, por isso, jamais passarão. A raça não eleita se consome e arruína, mas os crentes verdadeiros têm em si uma vitalidade que as eras não podem diminuir. Neste dia, busquemos o nosso Pai celestial com confiança, lembrando que Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre (ver Hebreus 13.8), e que é sempre gracioso com seu povo.
O dia estava lindo, Carlos acordou todo animado, pois ia passar o final de semana na casa de sua avó. O que Carlos mais gostava de fazer quando estava na casa da avó era comer o delicioso bolo de chocolate, correr pelo quintal, e é claro, ouvir as histórias que sua avó contava...
Dessa vez, a avó de Carlos lhe contou uma história sobre as duas pátrias...
Ela perguntou para o Carlos se ele sabia qual era a sua pátria?
Carlos, pensou, pensou e respondeu:
- É o Brasil vó?
- Isso mesmo! Disse a avó. O Brasil é a nossa pátria, você é um brasileiro. Você sabe quais são as cores que representam a sua pátria?
- Verde e Amarelo. Respondeu Carlos. Ah! Vó! Também tem o Azul e Branco!
- Muito bem! E o Brasil é um país muito grande, tem a maior floresta tropical do mundo: a Amazônia! Precisamos cuidar bem dela. O Brasil é um país bonito e cheio de vida. Mas nossa pátria também tem seus problemas... Há pobreza, fome, abandono, poluição....
Sabe Carlos, devemos pedir a Deus por nossa pátria e por seus governantes.
(I Timóteo 2:1-3)
E assim, a avó de Carlos o convidou para que fizessem uma oração, agradecendo a Deus pelo Brasil e pedindo a Deus por nossa pátria! Você também poderá fazer o mesmo!!
Depois que eles oraram a avó continuou dizendo: Agora que você já sabe um pouco mais sobre sua pátria, o Brasil, vou te contar sobre a pátria Superior.
- Sabe onde fica essa pátria Carlos?
- Não, ele respondeu.
- Não adianta procurar, porque não está em nenhum mapa....a Pátria Superior está sendo preparada por Deus, para aqueles que creem no Senhor Jesus Cristo. Disse a avó.
...”Estavam procurando uma pátria melhor,
a pátria celestial”
Hebreus. 11:16
Quem tem fé em Deus, quem crê no Senhor Jesus Cristo, faz parte de uma pátria Superior é a pátria celestial.
Quem é um brasileiro e já recebeu ao Senhor Jesus como seu Salvador, tem o Brasil como pátria e também faz parte da Pátria Superior, o Céu! Mas, se você ainda não recebeu ao Senhor Jesus como seu Salvador, sinto muito, você só é brasileiro e ainda não faz parte da pátria superior.
Carlos ficou triste e logo perguntou:
-Vó, como eu faço para fazer parte da pátria superior?
- Você pode receber o Senhor Jesus Cristo como seu Salvador agora mesmo Carlos. Ele te ama, morreu em seu lugar na cruz, ressuscitou e está vivo, e te convida para fazer parte da Pátria Celestial. Você O aceita?
- Sim! Com grande alegria respondeu Carlos.
Os dois novamente fizeram uma linda oração! Carlos ficou tão feliz ao ouvir sobre essa linda e verdadeira história que quando voltou para sua casa, tratou logo de compartilhar com seus amigos tudo que havia aprendido naquele final de semana com sua avó. E você? É só brasileiro ou também já faz parte da Pátria do Céu? Vamos orar e não esqueça de fazer como Carlos compartilhar essa história com seus amigos e familiares!!
Hora de Louvar:
Minha vida é uma Viagem:
Eu tenho uma Casa no Céu:
Atividade:
Escreva em um cartaz, a frase abaixo com letras bem grandes,
e peça para que as crianças colem bolinhas de papel crepom nas letras.
Até as mais agradáveis visitas de Cristo são breves e transitórias. Em um momento, nossos olhos O veem e nos regozijamos com alegria indizível e cheia de glória” (1 Pedro 1.8), porém, no momento seguinte, nosso Amado se retrai de nós. Em semelhança de uma corça ou um jovem cervo, Ele salta pelas montanhas. Oh! quão agradável é pensar sobre o tempo em que não mais O contemplaremos à distância e O veremos face a face! Ele não será mais como um viajante que se demora apenas por uma noite. Ele nos envolverá eternamente no seio de sua glória! Não O veremos apenas por um pouco, mas Durante milhões de anos nossos olhos surpresos, Deverão vaguear sobre as belezas de nosso Senhor; E durante incontáveis eras, adoraremos, As maravilhas de seu amor. No céu não haverá quaisquer interrupções causadas pelo pecado ou por inquietações, nenhum choro ofuscará nossos olhos. Nenhum compromisso humano distrairá nossos pensamentos felizes. Não teremos nada a nos impedir de contemplar para sempre o Sol da Justiça, com olhos incansáveis. Oh! se é tão agradável contemplar a Jesus de vez em quando, como será agradável fitar sua face bendita para sempre, quando não teremos nenhuma nuvem se interpondo entre Ele e nós e nunca precisaremos afastar os olhos para contemplar um mundo de fadiga e miséria! Dia bendito, quando amanhecerás? As alegrias do mundo real nos abandonarão logo que quiserem, pois este querer traz compensações gloriosas. Se morrer significa entrar em comunhão ininterrupta com Jesus, então, a morte é realmente lucro, e a gota escura é submergida no oceano da vitória!