terça-feira, 20 de junho de 2017

BACIA E TOALHA


          Dia 17

          A sociedade sofre com a ausência de líderes altruístas e a ONU aponta esse problema como um dos gigantes que assolam a humanidade.
          Está faltando gente disposta a liderar e servir outras pessoas sem querer delas a contrapartida.    Falta gente assim no governo, nas empresas, nas famílias e nas igrejas. 
          O homem tem feito um esforço redesenhando os modelos e estratégias de liderança causando algum efeito positivo, mas longe de trazer uma solução efetiva. 
           Jesus nos ensina e inspira, através do seu exemplo, o caminho para uma liderança transformadora.
          Ele, na lição da bacia e toalha, nos ensina que liderança se exerce com igualdade, humildade, exemplo e horizontalidade nas relações. 
          Quem está disposto a lavar os pés de outra pessoa está pronto para liderar. 
          Liderar é servir por amor, sem esperar nada em troca e com o desejo de ver o outro crescer. 
          Bacia e toalha cabem em qualquer organização e podem ser levadas onde vocês está. 
          Essa é uma das atitudes mais terapêuticas que conheço pois ao colocar duas pessoas em igualdade, as relações são curadas, os vínculos renovados e o amor pode fluir sem barreiras. 
          Comece por você! Lave os pés de alguém que está sentado ao seu lado hoje!
          “O Nível mais elevado que uma pessoa deveria sonhar chegar são os pés de outra pessoa!”

"Quando chegou perto de Simão Pedro,
 este lhe perguntou:
 — Vai lavar os meus pés,
 Senhor? 
Jesus respondeu:
 — Agora você não entende o que estou fazendo, 
porém mais tarde vai entender!
 — O senhor nunca lavará os meus pés!
 — disse Pedro. 
— Se eu não lavar, 
você não será mais meu discípulo!
 — respondeu Jesus."
João 13:6-8 

@mulhersejaluz 

"Tudo o que dizemos será inútil se não for confirmado pelo que fazemos"


"Filhinhos,
 não amemos só com palavras e de boca, 
mas com ações e de verdade!"
1 João 3:18

          Quem escreve é João evangelista. Ele põe as suas comunidades de sobreaviso contra algumas pessoas, que com suas palavras exaltavam a fé em Jesus, mas não confirmavam com obras concretas essa fé. 
          Pelo contrário: elas consideravam essas obras inúteis ou supérfluas, como se Jesus já tivesse completado tudo. Assim, a fé dessas pessoas era vazia e estéril, porque deixava faltar na obra de Jesus a contribuição indispensável que Ele pede a cada um de nós
          Amar com as ações! A fé verdadeira – diz o Apóstolo – é aquela que mostra sua autenticidade amando como Jesus amou e nos ensinou. Ora, a primeira característica desse amor é ser concreto.
Jesus não nos amou com um palavreado bonito, mas passou no nosso meio fazendo o bem, curando a todos, oferecendo a maior disponibilidade a todos que o procuravam, a começar pelos mais fracos, pelos mais pobres, pelos mais marginalizados, e dando a sua vida por nós.
          Além disso, acrescenta o Apóstolo, devemos amar não só com as ações, mas também de acordo com a verdade. O amor cristão, enquanto procura expressar-se em ações concretas, tem a preocupação de inspirar-se na verdade do amor que se encontra em Jesus.
Preocupa-se em fazer obras que estejam de acordo com seus sentimentos e seus ensinamentos. Isto é: trata-se de amar segundo a linha e na medida que Jesus nos mostrou.
          Como viveremos, então, a Palavra de Vida deste mês? A sua mensagem é clara, até demais. Ela reconduz àquela autenticidade cristã sobre a qual Jesus tanto insistiu. Mas, não é essa também a grande expectativa do mundo? Por acaso não é verdade que o mundo de hoje quer ver pessoas que sejam testemunhas do amor de Jesus?
           Então amemos com as ações e não com as palavras, a começar pelos serviços humildes que nos são solicitados dia após dia pelos próximos que estão ao nosso lado. E amemos na verdade. Jesus sempre agia segundo a vontade do Pai; da mesma forma também nós devemos agir sempre em consonância com a palavra de Jesus. Ele quer que reconheçamos a presença Dele mesmo, por trás de cada próximo.
           Com efeito, tudo o que fazemos por qualquer pessoa Ele o considera feito a si. E ainda: Ele quer que amemos os outros realmente como a nós mesmos, e que nos amemos entre nós estando prontos a dar a vida um pelo outro. Portanto, amemos dessa forma para sermos, também nós, instrumentos de Jesus para a salvação do mundo.

Chiara Lubich




"Os princípios do relacionamento em Rute 1:16-17"


          Introdução
          O ministério pastoral é um grande desafio para todos e todas nós. É um espaço de dificuldades, mudanças e muitos instantes de solidão. Assim dizem todas as pessoas entendidas da vivência pastoral. Porém, nos encontramos num momento único, em que a Igreja fala tanto de discipulado e quer redescobrir este valor. A Igreja Metodista define o discipulado como relacionamento. Porém, às vezes é justamente no momento de crise que percebemos o quanto nossos relacionamentos são frágeis, superficiais. Procuramos alguém que nos dê suporte e não encontramos. Por quê? Vamos ver na experiência de Rute que um relacionamento significativo, especialmente no contexto ministério, requer alguns princípios de intencionalidade. Para isso, vamos ver o texto no seu quadro maior.

          Os nomes em Rute e como eles contam a história
          Rute, do ponto de vista do gênero literário, é uma novela. A novela é um estilo bem próprio, no qual as tramas dos personagens visam a uma grande história a ser contada. Os detalhes são importantes. É o que vemos quando fazemos uma leitura alternativa do livro, voltando aos nomes e seus significados.
          “E sucedeu que, nos dias em que os juízes julgavam, houve uma fome na terra; por isso um homem da Casa do Pão (Belém) de Judá saiu a peregrinar nos campos da Família do Pai (Moabe), ele e sua mulher, e seus dois filhos. E era o nome deste homem Deus é meu rei (Elimeleque), e o de sua mulher Doçura (Noemi), e os de seus dois filhos Doença (Malom) e Enfermidade (Quiliom), efrateus, da Casa do Pão (Belém) de Judá; e chegaram aos campos da Família do Pai (Moabe), e ficaram ali. E morreu Deus é meu Rei (Elimeleque), marido de Doçura (Noemi); e ficou ela com os seus dois filhos. Os quais tomaram para si mulheres moabitas; e era o nome de uma Costas (Orfa), e o da outra Amiga (Rute); e ficaram ali quase dez anos. E morreram também ambos, Doença e Enfermidade (Malom e Quiliom), ficando assim a mulher desamparada dos seus dois filhos e de seu marido. Então se levantou ela com as suas noras, e voltou dos campos da Família do Pai (Moabe), porquanto naquela terra ouviu que o Senhor tinha visitado o seu povo, dando-lhe pão. Por isso saiu do lugar onde estivera, e as suas noras com ela. E, indo elas caminhando, para voltarem para a terra de Judá, disse Doçura (Noemi) às suas noras: Ide, voltai cada uma à casa de sua mãe; e o Senhor use convosco de benevolência, como vós usastes com os falecidos e comigo. O Senhor vos dê que acheis descanso cada uma em casa de seu marido. E, beijando-as ela, levantaram a sua voz e choraram. E disseram-lhe: Certamente voltaremos contigo ao teu povo. Porém, Doçura (Noemi) disse: Voltai, minhas filhas. Por que iríeis comigo? Tenho eu ainda no meu ventre mais filhos, para que vos sejam por maridos? Voltai, filhas minhas, ide-vos embora, que já mui velha sou para ter marido; ainda quando eu dissesse: Tenho esperança, ou ainda que esta noite tivesse marido e ainda tivesse filhos, esperá-los-íeis até que viessem a ser grandes? Deter-vos-íeis por eles, sem tomardes marido? Não, filhas minhas, que mais amargo me é a mim do que a vós mesmas; porquanto a mão do Senhor se descarregou contra mim. Então, levantaram a sua voz, e tornaram a chorar; e Costas (Orfa) beijou a sua sogra, porém Amiga (Rute) se apegou a ela. Por isso disse Doçura (Noemi): Eis que voltou tua cunhada ao seu povo e aos seus deuses; volta tu também após tua cunhada. Disse, porém, Amiga (Rute): Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus. Onde quer que morreres morrerei eu, e ali serei sepultada. Faça-me assim o Senhor, e outro tanto, se outra coisa que não seja a morte me separar de ti. Vendo Doçura (Noemi), que de todo estava resolvida a ir com ela, deixou de lhe falar.

          Doçura e a perda da direção no ministério
          Quando Deus nos chamou para seu trabalho, provavelmente a maioria de nós era bem jovem ou ainda novo, nova na fé. Ele nos chamou num momento de alegria, de quebrantamento.   Normalmente o chamado é envolvido por expectativa de realização. Somos novos, novas, queremos “mudar o mundo”. Somos doçura e estamos envolvidos e envolvidas por doçura. Não foi para  a doçura que Deus nos chamou? Não é para irmos à terra que mana leite e mel? Não são os mandamentos Dele doces ao paladar? Estamos envolvidos e envolvidas numa atmosfera de fé, porque “Deus é o meu rei”. Estamos preenchidos e preenchidas por uma fé cativante e um amor entregue. Não medimos as consequências! Estamos totalmente disponíveis... Estamos plenos e plenas, estamos na Casa do Pão.
          Então, de repente, quando o tempo vai passando, percebemos que as coisas não são bem assim. Começa a faltar pão na casa do pão. Começa a haver falta. Nós nos deslocamos para Moabe, aquele lugar onde duas filhas desesperadas engravidaram do pai, lutando por suas próprias forças humanas e limitadas para garantir um futuro. Mas não há esperança na terra de Moabe. E Doçura faz o que parece impossível. Doçura engravida de doença e enfermidade. O que sai dela é ruim, faz mal e não dura. Seus filhos são fracos e não têm resistência. Depois de um tempo, morrem. Doçura fica desamparada e com ela as pessoas que trouxe para sua convivência: as noras.
          Qual foi o momento ministerial em que começamos a perceber que não estamos gerando o que pretendíamos? Que o fruto do nosso trabalho é doente, parco e frágil? Em que momento a doçura que nos movia se afastou de nós e tornamo-nos “Mara”, amargura? É difícil saber, mas este momento é muito cruel. Nele, falamos coisas insensatas: “Não existe mais lugar para mim. Acho que meu tempo já passou. Eu me tornei infrutífero. Eu não gero mais filhos e filhas. Ninguém deve andar comigo”.

          Deus e a restauração da esperança por meio da amizade
          Mas Deus é meu rei pode estar longe dos olhos por causa de nossa falta de fé. Contudo, não está longe do coração. Ele se move colocando-nos novamente no trilho do discipulado. Ele propõe amigos e amigas que se dispõem a fazer a jornada conosco, mesmo que resistamos, não queiramos ou fiquemos dando desculpas e vivendo na autocomiseração. Deus não nos deixa morrer nos campos da família do pai incestuoso e limitado. Deus quer nos trazer à Casa do Pão e nos alimentar de esperança e vida. O que é preciso? Rute. Ela insiste em ficar quando é mandada embora. Ela não se demove, muito embora os argumentos de Noemi sejam sólidos e façam todo o sentido. E Rute, a Amiga, nos fala sobre o discipulado porque ela atua e faz exatamente como Jesus. Vejamos os princípios que ela nos ensina.

          Por onde quer que tu fores, irei eu também – o princípio da mudança
          Rute nos diz que, quando queremos relacionamentos autênticos com outros colegas, homens e mulheres, no ministério pastoral, temos de nos dispor a sair do nosso lugar costumado. Não é o que Jesus faz? Diz em João que o “verbo virou gente e armou sua barraca entre nós”. Isso significa não apenas que ele veio para morar com a gente, mas sua habitação é móvel, desmontável, carregável. Porque ele veio para estar onde nós estamos. Assim, Rute é aquela pessoa que Deus levanta para nos mostrar que não estamos na solidão que tanto afirmamos. Essas pessoas oram por nós, insistem, aconselham e se fazem presentes até quando não são bem-vindas. Ficam ao nosso lado e se movem conosco até que passem as calamidades. Elas mudam seu jeito de ser e de viver pela disposição de fazer algo em favor do outro, da outra.

          E onde quer que pousares, pousarei também – o princípio da permanência
          Rute não apenas anda por uma parte do caminho, na mudança. Mas ela fica quando cai a noite. Como o estranho no caminho de Emaús, ela “entrou para estar” com Noemi. No caminho do relacionamento, é preciso investir tempo para estar. A pousada noturna fala do tempo do descanso, do alívio das tensões, do renovo para caminhar. Alguns relacionamentos foram fundamentais na minha vida em tempos de necessidade porque as pessoas me acolheram e ficaram ao meu redor por um tempo. Disponibilizam de si mesmas para permanecer comigo até que eu melhorasse. Essa experiência é curativa. Não existe amizade verdadeira em modelo fast food. É preciso investir tempo. Pousar, permanecer. Só assim os frutos são produzidos. Isso também nos fala da igreja local. Há o ditado maldito: “Os pastores passam, a igreja continua”. Coisa do capeta! Os pastores e pastoras permanecem e a igreja permanece. Eles entregam suas vidas, convertem e ensinam pessoas. Enquanto essas pessoas estiverem na fé, então os pastores e pastoras permanecem.   Eles não precisam estar para ser. A itinerância não significa superficialidade. Ame o povo, ame a terra, ame o lugar em que Deus plantou você. Porque, de muitos modos, você nunca sairá de lá. Permanecerá!

          O teu povo será o meu – o princípio da parceria
          A permanência inclui também abertura para o aprendizado e a partilha. Tanta gente hoje preocupada em fazer discípulos para si, esquecendo que existe um passo além. Chegou uma hora em que Jesus disse: Vocês não são servos. Chamo vocês de amigos. Quem mentiu para nós dizendo que pastores e pastoras não podem ser amigos entre si, não podem ser amigos e amigas dos membros da Igreja? Não podem desenvolver relacionamentos verdadeiros? Esse é nosso povo! É como a carta de Jeremias: plantar e comer; edificar e morar; amar a cidade, ter filhos e filhas nela e ficar ao ponto de ver netos! Para que nosso ministério tenha doçura, temos de desenvolver a entrega do amor, do afeto, da parceria. Sem amor, nada feito! Este povo precisa ser o MEU povo!

           O teu Deus será o meu – o princípio da fé
           Pastores e pastoras partilham de um legado juntos e podem desenvolver o melhor de todos os relacionamentos a partir dele: nosso Deus, revelado em Jesus Cristo e experimentado pelo Espírito Santo! Temos vivido em competição, em inveja, tentando apagar o ministério de quem nos antecedeu e sentindo ciúmes de quem nos sucedeu. Até quando? Nosso Deus é o mesmo, a Igreja é dele e há espaço no coração dos membros para acolher todos os pastores e pastoras que tiverem, como homens e mulheres de Deus, empenhados na salvação das almas! Temos de compartilhar essa fé com o colega que sofre revezes. Temos de ser suporte para aqueles e aquelas que estão em fragilidade. Temos de ter compromisso com quem veio antes e com quem virá depois. Nosso Deus é nossa fé em comum. Ele nos une em si mesmo!

          Faça-me o Senhor o que vem lhe aprouver – o princípio da aliança
          João Wesley assinou um pacto com seus pregadores, para que ninguém falasse mal de ninguém sem provas. Para que procurassem a todo o custo manter a lealdade. Ele teve muitos revezes com seus pregadores. Mas nunca se recusou ao enfrentamento dos conflitos, porque sabia que este era o preço da unidade. Jesus também teve a mesma disposição com os discípulos. Ao abrir o seu coração até nas horas de fraqueza: “Estou triste até à morte, fiquem comigo”, ele pediu a eles no Getsêmani. Rute nos ensina que não adianta a gente começar juntos nosso ministério e irmos deixando as pessoas pelo caminho. Se outra coisa além da morte nos separar, então está tudo errado. Temos de ter uma aliança com o colega, a colega. Uma aliança de amizade genuína. De abertura para perdão e partilha. De uma ética espiritual, prática e vivencial. Como Rute ao andar com Noemi. E que consequências isso trouxe?

           O que acontece quando a Amizade decide investir na Doçura perdida?
           Há o resgate ministerial: Rute se casa com Obede e gera um filho. Quando o neném nasce, ela o entrega a Noemi. Aquela que dizia que tinha o ventre seco, que não poderia mais ser mãe, entra no regaço; volta a fazer o que seu coração desejava: cuida, gera, alimenta, protege e educa um bebê. Seu ministério pode ser restaurado hoje, se você deixar Deus usar as Rutes em sua vida para lhe restaurar o primeiro amor e a força do seu chamado.
          Há um testemunho que impacta: As vizinhas de Noemi afirmam que Rute valia mais do que dez filhos – que baita elogio no contexto judaico – e que ela realmente amava a sogra. Quando tiver oportunidade, testemunhe publicamente do que colegas pastores e pastoras fizeram por você; conte com simplicidade o que você também fez por outras pessoas. Compartilhe o poder da cura gerada por uma amizade. As pessoas precisam saber disso para se sentirem encorajadas!
          Há uma inserção nas promessas divinas: por causa das atitudes de Rute, o bebê gerado por Noemi entra na família de Deus: de Obede, Jessé; de Jessé, Davi; de Davi, Jesus.     Relacionamentos curados produzem a realização das promessas divinas em nós. É tempo de assumirmos nosso lugar. Qual seja o de Noemi, reconhecendo nossa amargura de vida e nossa necessidade de resgatar a doçura. Qual seja o de Rute, dispondo-nos a investir na vida de uma pessoa com uma amizade profunda e genuína.

           Conclusão: Nosso chamado é uma corrida longa. Certamente nos cansaremos, sentiremos nossa força fraquejar. Não sei se esse é seu momento hoje. Mas quero lhe convidar a vir ao altar e a entregar a Deus sua amargura. A pedir a Ele a cura. Mas ela virá por meio de outras pessoas.   Deixe que alguém lhe ajude. Procure sua Rute. Escute o que ela tenha a lhe dizer. Siga sua orientação amorosa. Ou talvez você já tenha passado por tudo isso e esteja hoje transbordante de mel. Tudo está bem e você está em segurança. Você é Rute e pode ser que haja Noemis ao seu redor, sem esperança para seus chamados. Então se desperte para ajudar, investir e amar alguém de verdade. Que impacto extraordinário a Igreja Metodista poderá fazer neste mundo e neste tempo, se apenas seus pastores e pastoras vencerem a barreira e forem exemplo de amizade, apoio, cuidado e afeto uns para os outros e outras! Não é diferente do que Jesus falou: “Quando o mundo vir que eles e elas são um, então o mundo crerá!

de http://hideide.blogspot.com.br


segunda-feira, 19 de junho de 2017

"Nosso inimigo desarmado"


Versículo do dia: 
"E a vós outros, 
que estáveis mortos pelas vossas transgressões
 e pela incircuncisão da vossa carne, 
vos deu vida juntamente com ele, 
perdoando todos os nossos delitos; 
tendo cancelado o escrito de dívida,
que era contra nós 
e que constava de ordenanças,
 o qual nos era prejudicial,
 removeu-o inteiramente, 
encravando-o na cruz;
 e, 
despojando os principados e as potestades,
 publicamente os expôs ao desprezo,
 triunfando deles na cruz."
Colossenses 2.13-15
          A razão pela qual a união com Cristo faz uma grande diferença para o crente é porque Cristo obteve um triunfo decisivo sobre o diabo no Calvário. Ele não removeu Satanás do mundo, mas o desarmou até o ponto de remover a arma da condenação de sua mão.
          Satanás não pode acusar os crentes de pecado não perdoado; e essa é a única acusação que pode nos destruir. Portanto, ele não pode nos levar a ruína total. Ele pode nos ferir fisicamente e emocionalmente, e até mesmo nos matar. Ele pode nos tentar e incitar outros contra nós. Porém, não pode nos destruir.
          O triunfo decisivo em Colossenses 2.13-15 deve-se ao fato de que “o escrito de dívida, que era contra nós” foi pregado na cruz. O diabo havia feito desse escrito de dívida sua principal acusação contra nós. Agora ele não tem nenhuma acusação que possa fazer na corte do céu. Ele é impotente para fazer a única coisa que mais deseja: condenar-nos. Ele não pode fazê-lo. Cristo levou sobre si nossa condenação. O diabo está desarmado.
          Outra maneira de dizer isso está em Hebreus 2.14-15: “[Cristo tornou-se humano] para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda a vida”.
          A morte ainda é nossa inimiga. Mas é inofensiva. O veneno da víbora foi removido. O aguilhão mortal desapareceu. O aguilhão da morte era o pecado e o poder condenatório do pecado estava na demanda da lei. Mas, graças a Cristo que satisfez a demanda da lei. 
 "Onde está, 
ó morte, 
a tua vitória? 
Onde está,
 ó morte,
o teu aguilhão?”.
John Piper
de voltemosaoevangelho.com

"Auto-Estima da Mulher Cristã"


Domine-se

"Melhor é o homem paciente do que o guerreiro,
 mais vale controlar o seu espírito 
do que conquistar uma cidade."
Provérbios 16: 32

Seja Otimista

"Os olhos são a candeia do corpo.
 Se os seus olhos forem bons,
todo o seu corpo será cheio de luz.
Mas se os seus olhos forem maus,
 todo o seu corpo será cheio de trevas. Portanto, 
se a luz que está dentro de você são trevas,
 que tremendas trevas são!"
Mateus 6: 22 e 23

Conheça-se

"Sonda-me, 
Senhor,
 e prova-me,
 examina o meu coração 
e a minha mente;"
Salmo 26: 2

Renove sua Mente

"Não se amoldem ao padrão deste mundo,
 mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes 
de experimentar e comprovar a boa,
 agradável
 e perfeita vontade de Deus."
Romanos 12: 2

Crie Novos Hábitos

"Quem observa o vento não plantará; 
e quem olha para as nuvens não colherá."
Eclesiastes 11: 4



"Esperança para cristãos imperfeitos"


Versículo do dia: 
"Porque, 
com uma única oferta,
 aperfeiçoou para sempre
 quantos estão sendo santificados."
Hebreus 10.14
          Este versículo é cheio de encorajamento para pecadores imperfeitos como nós e é repleto de motivação para a santidade.
         Isso significa que você pode ter certeza de que é perfeito e completo aos olhos do seu Pai celestial não porque você é perfeito agora, mas exatamente porque, embora não seja perfeito agora, está “sendo santificado”, “sendo feito santo” — de forma que, pela fé nas promessas de Deus, você está se afastando de sua persistente imperfeição em direção à crescente santidade. Esse é o ponto de Hebreus 10.14.
          A sua fé o torna desejoso de abandonar o pecado e progredir em santidade? Esse é o tipo de fé que, em meio a imperfeição, pode olhar para Cristo e dizer: “Você já me aperfeiçoou diante de sua vista”.
          Esta fé diz: “Cristo, hoje pequei. Mas eu odeio o meu pecado. Pois, você escreveu a lei no meu coração e eu desejo cumpri-la. E está operando em mim o que é agradável aos seus olhos. E assim, odeio o pecado que ainda cometo; e odeio os pensamentos pecaminosos que entretenho.”
          Esta é a verdadeira e realista fé que salva. Esta é a fé que pode saborear as palavras: “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados”.
          Este não é a vanglória dos fortes. É o clamor dos fracos que precisam de um Salvador.
          Eu o convido, e insisto, a sermos fracos o suficiente para que confiemos em Cristo dessa forma.
John Piper
de voltemosaoevangelho.com


* "Quem é Deus?"


de Pinterest


"A menor fé"


Versículo do dia: 

"Assim, 

pois,

 não depende de quem quer 

ou de quem corre, 

mas de usar Deus a sua misericórdia."

Romanos 9.16

          Permita-nos deixar claro no início do ano que tudo o que nós receberemos de Deus nesse ano, como crentes em Jesus, é misericórdia. Quaisquer que sejam os prazeres ou as dores que ocorram, nosso caminho será todo misericórdia.
           É por isso que Cristo veio ao mundo — “para que os gentios glorifiquem a Deus por causa da sua misericórdia” (Romanos 15.9). Nascemos de novo “segundo a sua muita misericórdia” (1 Pedro 1.3). Oramos diariamente “a fim de recebermos misericórdia” (Hebreus 4:16); e agora estamos “esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 1.21). Se qualquer cristão prova ser fiel, é por ter “recebido do Senhor a misericórdia de ser fiel” (1Coríntios 7.25).
          Em Lucas 17.5-6, os apóstolos solicitam ao Senhor: “Aumenta-nos a fé”. E Jesus diz: “Se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta amoreira: Arranca-te e transplanta-te no mar; e ela vos obedecerá”. Ou seja, na vida cristã e no ministério,  a questão não é a força ou a quantidade da nossa fé, porque não é isso que arranca árvores. Deus o faz. Portanto, a menor fé que nos una realmente a Cristo envolverá o suficiente do seu poder para tudo o que necessitamos.
          Porém, o que dizer das vezes em que você obedece ao Senhor com êxito? Sua obediência o afasta da categoria de suplicante de misericórdia? Jesus dá a resposta nos versos seguintes de Lucas 17.7-10:
          “Qual de vós, tendo um servo ocupado na lavoura ou em guardar o gado, lhe dirá quando ele voltar do campo: Vem já e põe-te à mesa? E que, antes, não lhe diga: Prepara-me a ceia, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois, comerás tu e beberás? Porventura, terá de agradecer ao servo porque este fez o que lhe havia ordenado? Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer.”
          Portanto, eu concluo que a mais completa obediência e a menor fé obtêm a mesma coisa da parte de Deus: misericórdia. Uma mera semente de mostarda de fé alcança a misericórdia do poder de Deus que move as árvores. E a perfeita obediência nos deixa completamente dependentes da misericórdia.
           A questão é esta: Qualquer que seja o momento ou a forma da misericórdia de Deus, nunca nos elevamos acima da condição de beneficiários da misericórdia. Nós sempre somos totalmente dependentes do que não merecemos.
          Portanto, humilhemo-nos e exultemos e “glorifiquemos a Deus por causa da sua misericórdia”!

John Piper

de voltemosaoevangelho.com


"Jó 40: 4"


Versículo do Dia: 
“Sou indigno.” 
Jó 40.4
          Pecador perdido, tenho uma palavra de encorajamento para você! Pensa que não pode vir a Deus porque é indigno. Não existe nenhum santo vivendo na terra que não tenha sentido a sua indignidade. Se Jó, Isaías e Paulo foram constrangidos a dizer: “Sou indigno”, quem se envergonhará de se unir nesta mesma confissão? Se a graça divina não erradicou do crente todo o pecado, como você espera fazer isso por si mesmo? Se Deus ama o seu próprio povo, embora este seja indigno, você acha que sua indignidade O impedirá de amá-lo?
          Creia em Jesus, você, banido da sociedade do mundo! Ele o chama assim como você está. Agora mesmo, diga: “Senhor Jesus, Tu morreste em favor de pecadores. Eu sou um pecador. Asperge sobre mim o teu sangue”. Se você confessar o seu pecado, achará perdão. Se você disser, de todo o coração: “Eu sou indigno, purifica-me”, você será purificado agora mesmo. Se o Espírito Santo lhe capacitar a clamar do fundo de seu coração:
          Assim como sou, sem uma justificativa exceto a de ter sido teu sangue derramado por mim, e a de teres me chamado a Teu Ó Cordeiro de Deus, eu vou!
     Você pode levantar-se, após a leitura de sua porção matutina, com todos os seus pecados perdoados. Embora você tenha acordado, nesta manhã, culpado de todos os pecados atribuídos aos homens, você dormirá hoje à noite aceito no Amado. Havendo sido degradado com as vestes do pecado, será vestido com uma túnica de justiça e parecerá tão puro como os anjos. 
“Eis, 
agora, 
o dia da salvação”
2 Coríntios 6.2
          Se você crê n'Aquele que justifica o ímpio, você será salvo. Que o Espírito Santo lhe dê a fé salvadora n'Aquele que recebe até o mais indigno.
de http://voltemosaoevangelho.com


"Rute"

"Amei!!! Deus é lindo e esse Ministério é demais!!!" 
de Ministério Infantil Cascavel


Maternal e Jardim







Primários e Juniores






Recurso Visual



Atividade Lúdica