terça-feira, 3 de abril de 2018

Só Jesus!!!








recebido via watzap


Descubra o verdadeiro sentido da Páscoa



 





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Trabalhinho de Páscoa





Nossa Lembrancinha de "Páscoa!"

Aqui na Pedra Kid's




Salmos 91.4




Especial de Páscoa

"Amei!!! Deus é lindo e esse Ministério é demais!!!" 
de Ministério Infantil Cascavel


Maternal e Jardim








Primários e Juniores



          Explicação:
       Cada criança ira desenhar/pintar um elemento que represente a pascoa do antigo testamento, novo testamento e atualmente, escrever sobre ele e depois montar um cartaz para expor.
          Ex:





















          Separe a sala em dois grupos (ou mais). As crianças deverão fazer um desenho ou uma história em quadrinho em uma cartolina sobre a Páscoa. Pintar, usar algodão o que estiver ao alcance. E depois cada grupo irá apresentar para a turma a sua história e desenho.


Quebra-gelo

          Para uma melhor compreensão sobre a Pascoa preparamos uma mesa com elementos que representavam a páscoa no velho testamento, no novo testamento e nos dias de hoje. Assim as 
crianças visualizarão com mais facilidade os elementos que representam essa data.





Lembrancinha da Páscoa

          Esse ano preparamos para nossas crianças uma caixinha (marmita de sanduíche) cheia de doces 
sortidos feitas com muito amor e carinho.




"A ceia do Senhor"





"A crucificação na visão do médico francês Dr Pierre Barbet"



          "Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo.
          Posso, portanto escrever sem presunção a respeito de morte como aquela.
          Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. 
          Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue. Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).
          Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheia de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas.            O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. 
          Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim. O sangue começa a escorrer.
          Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pé e pedregulhos.
          Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas.
          Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apoiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. 
          Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; consequentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam-se à estaca vertical.
          Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. A ponta cortante da grande coroa de espinhos penetram o crânio. 
          A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semiaberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia. 
          Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita.Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem". Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá levar-se tendo como apoio o prego dos pés.          Inimaginável! Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. 
          Todas as suas dores, a sede, as câimbras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado diz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre. Em meu lugar e no seu." 

A Doctor at Calvary


# Somos livres e responsáveis



          Se liberdade fosse uma cidade, não haveria espaço físico para tanta gente morar nela!! 
          Liberdade é gritada aos quatro cantos e mais do que nunca em nossas gerações atuais. Muitos tem pago um alto preço em suas vidas por liberdade, seja pela privação ou em busca por ela.
          Uma boa definição que explica a liberdade é o livre-arbítrio: “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante”.
          A boa notícia é que o ser humano ganhou o maior presente que poderia ter recebido do seu criador, o livre-arbítrio, em outras palavras ganhou liberdade, nascemos para ser livres e dentro de todos nós existe uma busca incessante por ela. Deus escolheu não nos fazer seres robóticos, humanos prontos a cumprirem ordens.
          Deus Pai e nosso criador permitiu a humanidade desfrutar deste presente e assim este permanece até nos dias de hoje, através de Cristo que morreu para nos fazer livres do pecado, da morte, do medo e da vergonha e então pudéssemos ser estabelecidos em liberdade para viver e amar como gloriosos filhos de Deus. Mas você já se perguntou que grande responsabilidade é ser totalmente livre?
          A bíblia nos diz em
Gálatas 5:13 que para liberdade fomos chamados, mas também nos diz em I Coríntios 6:12 que TUDO nos é permitido, porém NÃO é tudo que nos convém fazer –mesmo podendo - eis aí então a dúvida, como ser livre, desfrutar do nosso presente da liberdade mas de forma responsável. 
          Liberdade é algo muito pessoal, mas não é centrada em si mesmo. As escrituras ensinam que a liberdade nos foi dada para que pudéssemos nos entregar como sacrifício vivo, rendido e pronto para servir à Deus.

          Liberdade e responsabilidade não podem ser separadas. 

          Nós experimentamos a verdadeira liberdade quando podemos nos controlar, dizer o que queremos fazer ou não. Então, cooperamos com o Espírito Santo enquanto ele produz os frutos de domínio próprio em nós. 
          Nós lutamos para ter certeza de que o domínio próprio cresça e permaneça maior que a nossa influência. Nosso caráter deve ser trabalhado de maneira que se seja maior que nossa unção. 

“E isso para que vocês vivam de maneira digna do Senhor
 e em tudo possam agradá-lo, 
frutificando em toda boa obra,
 crescendo no conhecimento de Deus...” 
Colossenses 1:10

          Por este motivo liberdade nada tem a ver com controle!! Quando criamos e vivemos em uma atmosfera propícia para liberdade, empoderamos pessoas a viverem de forma livre e responsável, gerando indivíduos e líderes seguros, saudáveis e criativos. 
          Da mesma maneira quando temos este ambiente propício para a liberdade, quando cometemos erros, nos responsabilizamos, nos arrependemos e perdoamos até que o padrão seja restabelecido, nos reconciliamos com os que foram feridos. Isso é nosso padrão de liberdade. 
          Como filhos, servos e amigos de Deus, nós não somos livres para fazer o que queremos, mas nós gerenciamos nossa liberdade para proteger a conexão que temos com Ele e um com os outros. Façam todo o possível para viver em paz com todos. Romanos 1  2:18          A vida não é sobre nós alcançarmos tudo o que queremos. Nós usamos nossa liberdade para amar.
          
"Ninguém deve buscar o seu próprio bem, 
mas sim o dos outros."

1 Coríntios 10:23,24 

          Queremos que você descubra estas e outras verdades a respeito do padrão de ser livre atuante no reino de Deus, pois foi para isso que ele te chamou...




Deus te abençoe, 


Equipe | FSSM